Dicionário

O Dicionário da Agência Aids é um espaço criado para ajudar o público a compreender melhor os termos mais utilizados nas discussões sobre HIV, AIDS, saúde sexual e cidadania. Aqui, você encontra explicações claras e atualizadas de palavras e expressões que fazem parte do vocabulário da prevenção, do tratamento e dos direitos das pessoas vivendo com HIV.

Nosso objetivo é tornar a informação acessível a todos, contribuindo para o combate ao preconceito e à desinformação. Muitas vezes, expressões médicas ou siglas utilizadas por profissionais da saúde podem gerar dúvidas. Este dicionário foi elaborado para esclarecer esses significados e aproximar o conhecimento científico da linguagem cotidiana.

Cada termo foi cuidadosamente selecionado e revisado por profissionais e comunicadores comprometidos com a educação em saúde. Além das definições, o conteúdo também reflete o compromisso histórico da Agência Aids em promover o direito à informação e a valorização da vida.

Aqui, você pode navegar por ordem alfabética, buscar um termo específico e ampliar sua compreensão sobre temas como tratamento antirretroviral, prevenção combinada, vulnerabilidade, estigma e discriminação.

O Dicionário é um instrumento vivo e em constante atualização, acompanhando as transformações sociais, científicas e culturais relacionadas ao HIV e à saúde pública. Ele foi criado para estudantes, profissionais, jornalistas e todas as pessoas que desejam se informar de forma segura e responsável.

Acreditamos que conhecer é a primeira forma de prevenção. Por isso, convidamos você a explorar nosso Dicionário e compartilhar este conteúdo — porque a informação é uma ferramenta poderosa contra o preconceito.

Resultado negativo de teste sorológico na amostra de pessoa infectada. Pode ser negativo por que o indivíduo não desenvolveu anticorpos (janela imunológica) ou está em estágio tão avançado da doença que se torna incapaz de produzir anticorpos. Raramente o falso-negativo ocorre por erro de laboratório.

Resultado positivo de um teste sorológico em amostra de pessoa não infectada.

Este termo aplica-se ao perfil da infecção pelo HIV no qual se observa tendência de aumento do número de mulheres infectadas e/ou doentes. Hoje, no Brasil, as mulheres representam 25% do total dos casos notificados. Esta tendência pode ser medida pela razão de sexo, que nos últimos anos tem sido 3:1, isto é, 3 casos masculinos para 1 feminino.

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