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16/12/2014 – 15h40
A lei aprovada pelos eleitores de Los Angeles com a exigência de que atores de filmes pornográficos usem preservativos foi confirmada por um tribunal federal de apelações sobre a objeção de produtoras do gênero, que reivindicam o sexo sem proteção como uma questão de liberdade de expressão.
Um grupo de produtores de pornografia e atores pretendia anular a decisão de um juiz que, no ano passado, se recusou a suspender a exigência do preservativo. Eles disseram que o juiz deveria ter declarado a medida inconstitucional.
Eleitores do condado de Los Angeles aprovaram em novembro de 2012 a Lei do Sexo Seguro na Indústria de Filmes Adultos, com objetivo de minimizar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis através dessas produções.
O juiz distrital Dean Pregerson havia se recusado a bloquear a exigência de preservativos, dizendo que a contestação da lei teria um improvável sucesso. O juiz, entretanto, concordou que algumas disposições do estatuto não poderiam ser executadas, incluindo uma que iria revogar todas as autorizações de um produtor para uma única violação em vez de limitar a sanção a filmes individuais que não estejam em conformidade com a exigência.
A indústria de filmes adultos afirma empregar 10 mil pessoas na Califórnia e injetar mais de US$ 1 bilhão na economia local.



