Oito décadas de uma instituição não cabem apenas em números. Elas também podem ser medidas pelas pessoas que atravessaram seus espaços, pelas relações construídas, pelos projetos que mudaram territórios e pela capacidade de acompanhar — e, muitas vezes, antecipar — transformações da sociedade.
Foi esse Sesc que apareceu na celebração de seus 80 anos, realizada na noite desta segunda-feira (14), na Sala São Paulo, na capital paulista.
Autoridades, artistas, dirigentes, funcionários e parceiros se reuniram para celebrar uma trajetória iniciada em 1946 e construída em torno da cultura, educação, saúde, esporte, lazer, alimentação, convivência e cidadania.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou da solenidade ao lado do presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac no Estado de São Paulo, Ivo Dall’Acqua, e do diretor regional do Sesc São Paulo, Luiz Galina.
A noite terminou com o concerto Floresta Villa-Lobos, apresentado pela Osesp, pelo Coro da Osesp e pelo Coro Acadêmico da Osesp, sob regência de Marin Alsop, com participações de Alaíde Costa e Ayrton Montarroyos.
Mais do que uma comemoração, porém, a solenidade se transformou em uma espécie de retrato coletivo do que o Sesc representa para diferentes gerações.
Uma instituição construída para o encontro
Ao falar sobre o papel do Sesc, Luiz Galina destacou uma dimensão que ultrapassa a oferta de atividades culturais.

“O Sesc representa esse compromisso com a cultura, com a educação, com o respeito. Um esforço, um trabalho que o Brasil tenha uma sociedade mais igualitária, mais justa, que as pessoas tenham oportunidade de se desenvolverem, de trabalharem, de estudarem, de se relacionarem de uma maneira muito cordial, muito tranquila, cada um sendo o que é.”
Hoje, o Sesc está presente em todo o país. Apenas em São Paulo, são 44 unidades, segundo Galina. Mas, na fala do diretor regional, a dimensão da instituição aparece menos na quantidade de equipamentos e mais no que acontece dentro deles.
Ele citou famílias que encontram espaços de convivência, crianças participando de atividades, jovens estudando, aposentados reunidos e pessoas que, ao entrar em uma unidade, encontram possibilidades que talvez não estivessem ao seu alcance em outros lugares.
“Essa pessoa dizendo, esse frequentador dizendo que o Sesc, para ele, representa qualidade de vida, representa encontrar com as pessoas, representa descobrir novos horizontes para a sua vida, descobrir novas perspectivas para a sua vida.”
Ao falar sobre os 80 anos do Sesc, Luiz Galina também fez questão de reconhecer lideranças que ajudaram a criar as condições para que a instituição se expandisse e consolidasse sua atuação nas áreas de cultura, educação, saúde, esporte e lazer.

Entre esses nomes, destacou o empresário Abraham Sjazman, presidente emérito da FecomercioSP, lembrado pelo apoio permanente às equipes e pela confiança depositada no trabalho desenvolvido dentro da instituição.
“Em primeiro lugar, nós temos dirigentes que nos apoiam e nos incentivam sempre. Dando um exemplo, o nosso presidente emérito, Abraham Sjazman, que sempre nos apoiou, nos incentivou a esse trabalho, nos deu autonomia para desenvolver esse trabalho.”

Para Ivo Dall’Acqua, presidente da FecomercioSP e dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac, a instituição traduz um projeto de sociedade. “O Sesc traduz a sociedade que sonhamos. O Sesc é acolhimento, o Sesc é igualdade, o Sesc é oportunidade, o Sesc é crescimento e o Sesc é alegria.”
Quando questionado sobre o impacto dessa trajetória em sua própria vida, Dall’Acqua acrescentou: “Visitar cada unidade, interagir com cada pessoa, sentir os efeitos do nosso trabalho, faz muito bem.” E resumiu: “Paz, conforto, alegria, igualdade, transparência”.
A ministra da Cultura, Margarete Menezes agradeceu as portas abertas que sempre encontrou na instituição. Fez questão de ressaltar a gentileza pela qual é tratada e recebida pelo atual Diretor Regional Luiz Galina. Lembrou que Danilo Miranda que, junto com Galina e outros executivos construíram o que o Sesc é hoje, desejou-lhe “boa sorte na gestão do Ministério, conte com a gente aqui”, assim que a artista tornou-se ministra.

“Viva a Cultura e Viva o Sesc de São Paulo e do Brasil”, disse a Ministra.
A lembrança dizia muito sobre a maneira como Danilo compreendia o papel da instituição: não isolada, mas em permanente interlocução com a sociedade, o poder público, artistas e diferentes setores da cultura.
Luiz Galina também dedicou parte de sua fala ao antigo diretor regional. “Eu não posso deixar de citar aqui meu grande amigo, eu e ele entramos juntos no Sesc, Danilo Santos de Miranda. Foi um privilégio ter trabalhado com o Danilo durante tanto tempo.”
Galina lembrou que ocupou diferentes funções durante o período em que Danilo esteve à frente do Sesc São Paulo e destacou o aprendizado construído ao longo dos anos.
As sucessivas referências durante a solenidade fizeram da homenagem a Danilo uma espécie de fio afetivo da noite. Ao celebrar a instituição, os depoimentos também recuperaram aqueles que ajudaram a moldar sua identidade.
“O Sesc é indispensável”

A dramaturga e escritora Maria Adelaide Amaral foi outra voz a dimensionar a presença do Sesc na cultura brasileira. “Eu diria que o nosso Sesc funciona como um verdadeiro Ministério da Cultura e da Educação.”
Ao buscar uma palavra capaz de resumir a instituição, foi enfática: “O Sesc é indispensável acima de tudo. E o Sesc é fundamental para nós.”
Maria Adelaide lembrou ainda que, em momentos nos quais a instituição esteve ameaçada, artistas e representantes da cultura estiveram entre os primeiros a defendê-la.

A importância do Sesc para a vida cultural de São Paulo também foi destacada pelo secretário municipal de Cultura e Economia Criativa, José Antônio “Totó” Parente. “O Sesc respira a cultura. O Sesc é um dos principais equipamentos de cultura do país e aqui em São Paulo tem um papel fundamental.”
Totó destacou ainda a presença da instituição em diferentes regiões da capital e a parceria mantida com o poder público municipal na promoção e no acesso à cultura. “Temos uma grande parceria do Sesc na formação, na difusão, na fruição, na circulação de cultura em São Paulo.”
Uma história que também se encontra com o Senac

Entre os convidados que participaram da celebração estava Luiz Francisco Salgado, diretor regional do Senac São Paulo, outra instituição que, ao lado do Sesc, compõe uma história de atuação nas áreas de educação, cidadania, saúde e desenvolvimento social.
Com mais de seis décadas dedicadas ao Sistema S, Salgado falou sobre o significado dessa trajetória. “Significa um prazer imenso. Eu estou aqui há 63 anos. Eu estou aqui há 64. Então, o tempo passa, você não percebe. Você não percebe as coisas que você faz. Mas, na hora que você faz uma retrospectiva, você vê que você fez muita coisa, poderia ter feito mais.”
Ao refletir sobre aquilo que entregou durante tantos anos de trabalho, respondeu: “Eu trouxe, primeiro, minha vida inteira. 64 anos aqui é uma vida… Depois eu trabalhei muito. Trabalhei muito.”
A fala de Salgado se somou aos depoimentos de pessoas que tiveram suas próprias histórias atravessadas pelas instituições e ajudou a dimensionar o tempo humano existente por trás dos 80 anos celebrados naquela noite.

Saúde também está nessa trajetória
Embora o Sesc seja profundamente identificado com a cultura, sua atuação nunca esteve restrita aos palcos, exposições ou espetáculos. Saúde também faz parte dessa história.
Galina fez questão de situá-la entre as áreas estruturantes da instituição. “Trabalhar no Sesc é fantástico, porque a gente trabalha com educação, com cultura, com saúde.”
Ao longo das décadas, essa compreensão de saúde foi se ampliando e passou a dialogar com alimentação, práticas corporais, envelhecimento, sexualidade, diversidade, prevenção, direitos humanos e qualidade de vida.
É exatamente nesse encontro entre saúde, cultura, informação e cidadania que aparece um capítulo particularmente importante para a Agência de Notícias da Aids: a atuação do Sesc na resposta ao HIV/aids.
Quando falar sobre aids também era enfrentar o silêncio
Em 1995, o cenário da epidemia era muito diferente. Os avanços terapêuticos que posteriormente transformariam o HIV em uma condição crônica tratável ainda não tinham alcançado a dimensão atual. A aids estava fortemente associada à morte e o diagnóstico era atravessado pelo medo, pelo estigma e pela discriminação.
Naquele contexto, o Sesc São Paulo escolheu falar. E escolheu fazer isso utilizando uma de suas linguagens mais características: a arte.

Foi nesse período que surgiu a experiência que daria origem ao Projeto Contato, aproximando produção artística, informação, prevenção e enfrentamento ao preconceito.
Artistas foram convidados a produzir obras relacionadas ao HIV/aids, à sexualidade, aos direitos humanos e à discriminação. Essas imagens chegaram ao espaço público e ajudaram a provocar uma conversa que grande parte da sociedade ainda evitava.
Não era apenas uma campanha. Colocar a aids diante das pessoas, naquele momento histórico, significava também romper o silêncio que acompanhava a epidemia.
Aquela experiência não permaneceu presa aos anos 1990. Décadas depois, o Projeto Contato continua levando às unidades do Sesc debates sobre saúde sexual, HIV, outras infecções sexualmente transmissíveis, prevenção, diversidade, gênero, prazer e direitos.
A linguagem também mudou. Hoje, falar de prevenção ao HIV significa discutir preservativos, testagem, PEP, PrEP, tratamento e o conceito Indetectável=Intransmissível (I=I), segundo o qual pessoas vivendo com HIV em tratamento, com carga viral indetectável, não transmitem o vírus por via sexual.

Sesc SP, atividade do Projeto Contato
Mas os avanços científicos não eliminaram todas as barreiras. Estigma, preconceito e desigualdades no acesso à informação e ao cuidado continuam presentes. Por isso, três décadas depois, ocupar espaços culturais para falar de saúde sexual continua fazendo sentido.
Sesc e Agência Aids: uma parceria construída ao longo do tempo
É também nesse percurso que a história do Sesc se encontra com a da Agência de Notícias da Aids.
Ao longo dos anos, a instituição tornou-se parceira de diferentes iniciativas da Agência, abrindo espaços para debates, ações culturais e atividades de prevenção e cidadania.
O CineSesc recebeu produções ligadas à história do HIV e da aids. Diferentes unidades do Sesc tornaram-se parceiros de ações do Mais Arte, Menos Aids, projeto que une cultura, informação, prevenção e direitos humanos no centro de São Paulo.
O Projeto Contato também permitiu novos encontros entre as duas instituições. Essa relação parte de uma compreensão comum: informação sobre HIV não precisa circular apenas dentro de hospitais, ambulatórios e serviços especializados. Pode estar em uma exposição, em um teatro, em uma roda de conversa, em uma praça. Em uma unidade cultural. Pode estar exatamente onde as pessoas estão.
O Sesc como espaço de convivência

Uma das falas registradas durante a noite definiu o Sesc como “um lugar de encontro”.
“Um lugar de encontro, de possibilidade de convivência harmônica entre os diferentes, possibilidade de sorrir, de aprender alguma coisa, de não fazer nada.”
Talvez seja justamente essa ideia que consiga reunir os diferentes Sescs que apareceram durante a celebração.
O Sesc da criança que brinca. Do jovem que estuda. Do aposentado que encontra amigos. Do artista que encontra palco. Da pessoa que vai ao teatro pela primeira vez. Do trabalhador que pratica esporte. Da pessoa que chega para uma atividade de saúde.
E também daquele que, em meio a uma programação cultural, encontra informação sobre HIV, prevenção ou direitos.
Os 80 anos do Sesc permitem olhar para uma instituição que acompanhou transformações profundas da sociedade brasileira.
Quem faz o Sesc acontecer
Durante a celebração dos 80 anos do Sesc, a Agência de Notícias da Aids conversou com todos os superintendentes do Sesc São Paulo. Em comum, as falas revelam trajetórias longas dentro da instituição e diferentes formas de enxergar seu impacto na cultura, na educação, na saúde, na convivência e na transformação social. Confira os depoimentos:
Rosana Paulo Cunha — Superintendência Técnico-Social

“Eu completo 40 anos no próximo ano e trouxe muita coisa para o Sesc, trouxe todos os meus aprendizados e conhecimentos, mas o que eu tenho, o que eu recebi do Sesc, acho que foi muito mais do que em qualquer outra instituição do Brasil.
Enfim, o Sesc é uma instituição que é modelar, que existe em todos os estados e que, por meio dos seus programas relacionados à saúde, cultura, educação, alimentação, odontologia, esportes, leva muito para a população.
Então, para nós que estamos há tanto tempo, mas também para quem está chegando agora, estar no Sesc é um privilégio.
É poder oferecer tudo de melhor e tudo que leva, que pode proporcionar mais educação, mais cultura para todas as pessoas que trabalham nas áreas do comércio de bens, serviços e turismo e toda a comunidade.
Então, eu recebi muito do Sesc, mas também, nesses 40 anos, pude também entregar muito a todas essas pessoas que passaram por aqui.”
Ricardo Gentil — Superintendência de Comunicação Social

“Ah, acho que para mim o Sesc é uma história, é uma vida. Eu chego no Sesc com 19 anos de idade. Minha construção de caráter é baseada nos valores que o Sesc vem trazendo para a sociedade até hoje.
Então, entender as diversidades, entender uma sociedade justa, o acesso, a acessibilidade. Acho que foram coisas que foram construídas dentro da minha trajetória, dentro da minha vida, dentro do meu caráter e dentro da trajetória da instituição também.
Sou muito grato ao Sesc, sou muito grato ao Sesc como pessoa.
Como funcionário nem se fale, mas como pessoa é um prazer enorme ter convivido, fazer parte dessa instituição por mais de 35 anos.”
Jackson Andrade de Matos — Superintendência de Administração

“Bom, primeiro o Sesc é uma instituição, nesses 80 anos, que tem uma relação importante com a transformação social da sociedade. As nossas estruturas garantem que todos os públicos, que todas as pessoas possam chegar no Sesc sem exatamente saber o que vão fazer, sem exatamente desejar algo. Então, o Sesc consegue agregar várias atividades num só dia, numa só noite, numa só manhã.
Lazer, esporte, cultura, assistência. Todas essas atividades favorecem com que a sociedade possa, no dia a dia, sair de um senso comum, sair de uma realidade mais dura e no Sesc ter um lugar, um espaço comum de convivência, de transformação, de respeito, de cuidado. Esse é o lugar onde todas as pessoas, a sociedade em geral, pode fazer parte no dia a dia.
Olha, essa é uma pergunta muito difícil. Eu gostaria de começar pelo final. Eu mais aprendi, eu mais recebi no Sesc.
Eu costumo dizer que o Sesc me transformou numa pessoa diferente. Por tudo que o Sesc faz, eu entrei no Sesc de uma maneira, estou de uma forma e claro que vou sair de outra. Eu estou, desses 80 anos, eu estou há mais de 30 anos no Sesc.
Eu entrei numa relação de trabalho mais simples e isso acontece com a maioria das pessoas do Sesc, em todos os planos, diretoria, superintendência, gerência. Então, nesse período, eu tive a oportunidade de me tornar uma pessoa diferente dentro do Sesc. Por isso que quando eu falo que o Sesc transforma as vidas e é de transformação social, é a certeza de alguém com espaço de fala.
Eu sei que essa é uma língua que todo mundo critica, mas eu tenho esse lugar. Eu entrei no Sesc com 20 anos, estou com 51 anos e nesse período eu pude estudar, me casar, aprender a respeitar, me transformar como cidadão. O Sesc me transformou numa pessoa melhor e espero que no tempo que eu ainda fico no Sesc, melhore ainda mais.
Nossa, eu acho que eu entreguei também parte da minha vida. De 51 anos que eu tenho, 31 eu divido com o Sesc, divido com a minha família. Mas olha, eu entrei no Sesc numa área de contratações, fiquei durante muito tempo lá.
Então, as pessoas perguntavam: o que você faz no Sesc? Durante muito tempo eu dizia: eu era um comprador. Depois eu entendi que eu também fazia programação do Sesc.
Eu era uma parte de planejamento e realização dentro do Sesc para fazer tudo aquilo que a gente faz. Desde a contratação de construção dos espaços, a contratação de todas as atividades. Depois passei por uma área de compliance e hoje estou na Superintendência de Administração, que favorece um espectro mais amplo sobre todas as atividades.
Então, costumo dizer que eu também entreguei o que o Sesc faz, que é entregar programação para a sociedade em geral e para o público prioritário.”
Marta Raquel Colabone — Superintendência de Assessoria Técnica e de Planejamento

“O Sesc para a sociedade eu acho que é um lugar de encontro, de possibilidade de convivência harmônica entre os diferentes, possibilidade de sorrir, de aprender alguma coisa, de não fazer nada.
Enfim, de estar numa cidade em que pode ter alternativas no campo da cultura, mas entendendo a cultura de maneira ampliada, entendendo a cultura da maneira como nós nos relacionamos com o corpo, com os alimentos, com as artes, enfim, com as coisas.
Boa parte da minha vida é o Sesc. E eu posso dizer que é uma riqueza.”
Carla Bertucci Barbieri — Superintendência de Assessoria Jurídica

“O Sesc representa a convivência social, a alegria, os encontros, as realizações. Pensar os 80 anos, esses 80 anos, é pensar tudo isso. Quanta coisa a gente construiu, quantas pessoas unimos, quantas pessoas desenvolvemos neste país.
O Sesc representa felicidade.”
Elias Albano da Silva — Superintendência de Engenharia e Infraestrutura

“Hoje eu olho e penso que é como um legado. Um legado não só para os meus filhos, pensando em termos de família, mas um legado para todo mundo que gosta de engenharia. Um legado para as pessoas que veem muito além da engenharia, que é você construir espaço para as pessoas se utilizarem, espaço de lazer, espaço de trocas, espaço de aprendizado.
O Sesc, para mim, vai muito além daquilo que a gente aprende na faculdade. A gente aprende que o mais importante, o tão importante quanto fazer, executar, são as relações.”
Ao falar sobre a complexidade de construir uma unidade do Sesc, Elias acrescentou:
“O Sesc é sempre desafio. Nunca se faz alguma coisa igual a outra.
Todo projeto é novo, o projeto é longo, a construção é longa, você vai lidar com pessoas, 200, 300, 400, 500 profissionais que a gente nunca viu e que você tem que envolver dentro desse processo para você alcançar o objetivo. Então é isso, tudo é uma novidade.
Para mim, é desafiador e o resultado dele atende as expectativas que tem sobre o Sesc, em termos de excelência. A gente está com espaço seguro, espaço bacana, lugar para se divertir, um lugar aberto, lugar iluminado, lugar sustentável, cria uma certa conexão com quem vai.”
Redação da Agência de Notícias da Aids



