28/05/2014 – 15h40
Pesquisadores e autoridades do Brasil e França estão reunidos em Brasília nesta quinta-feira (28) para o 21º Seminário Brasil-França – Controle e Manejo das Hepatites B, C e D. A cooperação bilateral é um dos programas mais antigos de saúde do país. Com início em 1989, este ano faz 25 anos.
A abertura do evento contou com a presença do diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, do conselheiro de Cooperação da Embaixada da França no Brasil, Jean-Paul Rebaud, do representante da Assessoria para Assuntos Internacionais de Saúde, Selma Sollero, e do deputado federal Geraldo Tadeu.
“Queremos debater com profundidade as experiências para construir coletivamente alternativas nessa luta contra as hepatites”, afirmou Mesquita. Na semana anterior, o Brasil reafirmou o seu papel de líder mundial no enfrentamento das hepatites virais durante a Assembleia Mundial de Saúde ao aprovar por unanimidade políticas para o tratamento universal.
Para o deputado Geraldo Tadeu, “o governo tem feito com muita eficiência o enfrentamento às hepatites e seguirá tendo o apoio do Departamento".
"Os dois países têm fortes políticas públicas para o enfrentamento da aids e das hepatites virais. O Brasil é um parceiro nessa causa”, declarou Jean-Paul Reubad. Para Selma Sollero, é preciso dar ênfase tanto à luta contra as hepatites como contra o HIV. “As hepatites geram tanta morbidade e mortalidade quanto a aids”, afirmou.


