15/3/2007 – 12h20
Já é possível aos funcionários/as do Banco do Brasil registrarem seus companheiros/as do mesmo sexo como dependentes na PREVI (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil). A inscrição permite que, ao ocorrer o falecimento do/a companheiro/a funcionário da instituição, seu parceiro ou parceira possa requerer pensão. Dois casos já foram aprovados, o de Gerardo Santiago, do Rio de Janeiro, e de Augusto Andrade, de Brasília.
– Essa é uma importante vitória tanto para os e as LGBT que trabalham no Banco do Brasil e seus companheiros e suas companheiras quanto por seu potencial de quebrar preconceitos de outros sistemas de previdência que nos adoram na hora de pagarmos a eles, mas que não nos respeitam, avalia Welton Trindade, presidente do Estruturação – Grupo LGBT de Brasília.
Esse é mais um avanço que o Banco do Brasil protagoniza em relação à cidadania LGBT. O plano de saúde da empresa (Cassi) já permite a inclusão de parceiros/as do mesmo sexo desde 2005.
Fonte: Grupo Estruturação



