OMS quer criar plataforma global na área de prevenção e tratamento das hepatites virais

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03/04/2014 – 13h03
 
Genebra recebeu na última semana representantes do mundo inteiro para discutir e criar uma plataforma global para na área de prevenção e tratamento das hepatites virais. A diretora adjunta do Departamento de DST, Aids e Hepattites Virais do Brasil, Adele Benzaken, participou do debate e falou sobre como é o tratamento das hepatites virais no País. Segundo o Departamento, o Brasil se consolidou com líder entre os países em desenvolvimento no enfrentamento às hepatites ao relatar dados e experiências de promoção ao acesso aos serviços público de saúde às pessoas vivendo com hepatites virais. As informações são do Departamento. Leia a seguir o texto na integra.

Brasil apresenta na OMS as políticas para enfrentamento das hepatites

Reunião em Genebra (Suíça), País é elogiado pela oferta de tratamento

O Brasil junto a países como Colômbia, Costa Rica, Egito, Moldova e África do Sul apresentarão na Assembleia Mundial da Saúde, em maio, as recomendações de acesso ao tratamento universal, a necessidade de ações de prevenção e diagnóstico das hepatites virais.

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais participou na última semana de março da reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra, com mais de 80 representantes de de todo o mundo interessados em criar uma plataforma global para uma melhor colaboração na área de prevenção e tratamento das hepatites virais, como ministérios da saúde, sociedade civil e acadêmicos. A delegação brasileira contou com a diretora-adjunta Adele Benzaken e a consultora técnica Laura Souza, além do assessor técnico, Evaldo Stanislau.

A reunião tinha entre os seus objetivos informar os parceiros sobre novos desenvolvimentos na OMS em relação à hepatite viral, incluindo as hepatites na Ordem do Dia da Assembleia Mundial da Saúde e da estrutura do Programa Global de Hepatites (GHP, sigla em inglês) e do plano de trabalho, trocar informações e pontos de vista em todo o amplo leque de parceiros, identificar possíveis prioridades para uma ação conjunta nos próximos dois a cinco anos e identificar oportunidades de colaboração entre parceiros.

A diretora adjunta do Departamento participou do debate “Como garantir o acesso equitativo aos serviços abrangentes de hepatite?”, onde falou das políticas brasileiras de tratamento das hepatites virais C. O Brasil se consolidou com líder entre os países em desenvolvimento no enfrentamento às hepatites ao relatar dados e experiências de promoção ao acesso aos serviços público de saúde às pessoas vivendo com hepatites virais.

O Brasil junto a países como Colômbia, Costa Rica, Egito, Moldova e África do Sul apresentarão na Assembleia Mundial da Saúde, em maio, as recomendações de acesso ao tratamento universal, a necessidade de ações de prevenção e diagnóstico das hepatites virais.

Para a Adele S. Benzaken, diretora adjunta do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, “a aprovação da proposta demonstra que o Brasil está liderando as mudanças no mundo para o tratamento universal de HV”.

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