Nos EUA, gays resistem a tomar pílula para evitar HIV, informa Folha de S.Paulo

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02/01/2014 – 9h30

Michael Rubio, 28, lembra-se de como quatro amigos se tornaram soropositivos por fazerem sexo sem proteção no espaço de um ano. Essas notícias o levaram a experimentar uma nova forma de evitar o HIV: uma pílula diária que previne a infecção.

"Com meu círculo de amigos tão afetado no último ano, foi fácil optar por isso."

Especialistas esperavam que o remédio, o Truvada (combinação de dois antirretrovirais usados para tratar pessoas com HIV desde 2004), fosse adotado com entusiasmo por homens gays saudáveis. Em vez disso, a droga está demorando para "pegar" nesses 18 últimos meses desde que foi aprovado como terapia profilática pela FDA (agência reguladora de remédios nos EUA). Leia aqui na íntegra a notícia do New York Times publicada nesta quinta-feira (2) na Folha de S.Paulo.

Em julho de 2013, logo após os Estados Unidos anunciarem o uso do Truvada também para a prevenção do HIV, a Agência de Notícias da Aids conversou com alguns pacientes brasileiros. Beto Volpe, Hugo Hagström e William Amaral, que fazem tratamento contra a aids há vários anos, mostraram opiniões diferentes sobre o uso do antirretroviral para prevenção do HIV, mas concordaram que o preservativo ainda é o melhor método de prevenção do vírus. Saiba mais.

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