Em Salvador, Symmy Larrat visita casas de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ e apresenta o Programa do MDHC “Acolher+”

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Política elaborada pela Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ tem o objetivo de fortalecer e ampliar instituições da sociedade civil que recebem pessoas em situação de vulnerabilidade social

Em Salvador, Symmy Larrat, visita casas de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ e apresenta o Programa do MDHC "Acolher+"

Com o objetivo de consolidar iniciativas do programa Acolher+, uma política pública destinada ao atendimento das pessoas LGBTQIA+ em situação de abandono familiar, risco ou violência, a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, esteve em Salvador (BA), no início da semana, para visitar casas de acolhimento e observar de perto as principais necessidades e fragilidades de organizações da sociedade civil que atuam no processo de acolhimento desse segmento social.

Durante a viagem, a representante do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e equipe estiveram em duas casas de acolhimento: a Casa Marielle Franco e a Casa Amar Elo. Durante as visitas, a secretária apresentou a política de fortalecimento das Casas de Acolhimento LGBTQIA+, lançada em dezembro de 2023.

Na oportunidade, a gestora destacou que a agenda colabora para planejar como o Poder Público deve atuar para manter e expandir o trabalho desses locais, garantindo que as pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade tenham mais segurança e oportunidade.

“Conhecer essas duas Casas de Acolhimento organizadas por pessoas LGBTQIA+ nos ajuda a entender o funcionamento dos espaços e ver aquilo que podemos fazer juntos para fortalecer os serviços que atuam diretamente no sentido de superar as violências. Essa força nos move e inspira a fazer ainda mais”, pontuou Symmy Larrat.

O assessor técnico do gabinete da Secretaria, Emerson Pessoa, destacou que o ponto alto da visita foi conhecer as pessoas atendidas e envolvidas no projeto e ouvir as demandas da organização, no sentido de compreender as dificuldades que essas instituições passam com relação ao recebimento de recursos, à falta de estrutura e a escassez de profissionais qualificados para realização de atendimentos. “Essas são questões prioritárias do programa Acolher+, que tem como objetivo não só o fortalecimento das casas, mas também a melhoria do atendimento qualificado para a população LGBTQIA+”, destacou.

Estiveram presentes, na Casa Marielle Franco, a responsável pela instituição Sandra Muñoz, a vereadora de Salvador Laina Crisóstomo, o diretor da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos), o Silvio Lacerda, o representante da Grupo de Pesquisa e Extensão Universitária Cartografia Sexuada de Salvador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (UFBA), Edu Ribeiro e as ativistas Fernanda Sena Santos, Thaislayne Santos Silva, Wanessa Fortes Batista e Kethleen Nascimento da Costa. Já na Casa Amar Elo, a secretária esteve acompanhada de Inayá, e do cordenador de Promoção do Turismo LGBTQIAPN+, Rafael Pedral.

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