Dia do Orgulho LGBTQIAPN+: veja momentos históricos de resistência no esporte

Ouça esta postagemCarregando...
1.0x

De beijo na final da Copa do Mundo a primeira participação de atleta trans nas Olimpíadas: relembre acontecimentos que marcaram a luta por diversidade e inclusão

Homofobia no futebol: conquistas, retrocessos e a luta dos torcedores LGBTQ+

Com o troféu nas mãos, Carol e Anne celebraram com um beijo o título do Sul-Americano feminino de clubes. A cena de amor das duas jogadoras de vôlei ganhou várias manchetes. Querendo ou não, é mais um capítulo de uma história relativamente recente de orgulho no esporte. Atletas LGBTQIAPN+ sempre estiveram nas quadras, nos campos, nas pistas, nas piscinas… mas encararam – e ainda encaram – muitas barreiras. Neste 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho, o ge resgatou momentos históricos de resistência no esporte, de pessoas que lutaram por um espaço inclusivo.

Carol, Anne, Praia Clube, Sul-Americano de vôlei — Foto: Eliezer de Castro

1975 – David Kopay se torna o 1º atleta profissional abertamente gay


Jogador de futebol americano, David Kopay se tornou em 1975 o primeiro atleta profissional abertamente homossexual. No entanto, ele só se declarou gay três anos depois de deixar a NFL. Foi membro da Fundação dos Atletas Gays e Lésbicas dos Estados Unidos.

1977 – Renée Richards: 1ª atleta trans a disputar o US Open de tênis


Renée Richards foi responsável por um marco dos direitos de pessoas transgêneros no esporte. Em 1977, anos depois de ter disputado o US Open de tênis na chave masculina, ganhou na Justiça de Nova York o direito de competir na chave feminina do Grand Slam. Foi a primeira atleta trans a disputar um torneio profissional.

Apoios