Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais se despede do pediatra Gilson de Carvalho, um idealizador do SUS

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04/07/2014 – 15h30

Em seu site, o Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais traz hoje (4 ) matéria sobre o pediatra Gilson de Cássia Marques de Carvalho,  68 anos, que morreu na quinta-feira (3), em São José dos Campos (SP). Um dos idealizadores do Sistema Único de Saúde (SUS), o médico estava internado no Hospital Pio XII e morreu de miocardiopatia hipertrófica, doença que afeta o músculo do coração. Ele também lutava contra um câncer no rim.

Especialista em saúde pública, ele foi secretário municipal de Saúde de São José e secretário nacional de Assistência à Saúde no Ministério da Saúde, além de professor de medicina na Universidade de Taubaté (Unitau). Veja a matéria do Departamento:

Luto: Morre Gilson de Carvalho, um dos idealizadores do SUS

Reconhecido como um dos idealizadores do Sistema Único de Saúde (SUS), morreu na quinta-feira, 3, em São José dos Campos (SP), Gilson de Cássia Marques de Carvalho, aos 68 anos. Internado no Hospital Pio XII desde o dia 20 de junho, ele morreu de miocardiopatia hipertrófica (doença que afeta o músculo do coração).
Médico pediatra e especialista em saúde pública, Gilson de Carvalho foi secretário municipal de saúde de São José dos Campos (1988 e 1992), secretário nacional de Assistência à Saúde no Ministério da Saúde e professor de medicina na Universidade de Taubaté (Unitau).

Segundo o Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, o país está de luto pela perda de Gilson de Carvalho. “Era um dos baluartes da luta pela implantação do SUS no Brasil. Ao lado de David Capistrano e Sérgio Arouca, Gilson será lembrado por sua luta incansável pela construção de um sistema de saúde público, gratuito, universal, descentralizado e com participação popular”, afirmou. “A perda de Carvalho aumenta nossa tarefa de garantir que seus sonhos e conquistas sejam eternizados e aprofundados”.

O corpo de Gilson de Carvalho foi velado na Câmara de São José dos Campos e levado na sexta-feira, 4, para Campanha (MG), onde foi sepultado. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, cancelou sua agenda de compromissos para comparecer ao velório, na quinta-feira, 3. “Ele era uma figura imprescindível. É difícil mensurar esta perda para quem muito significou ao Brasil. Perco um amigo, um tutor e uma referência na área”, completou.

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