Brasil Saudável: Oficinas focadas na vigilância de óbitos por tuberculose e no manejo clínico da doença em adultos foram realizadas em Belém

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01.07.24 - Belém (PA) recebe oficinas de vigilância de óbitos por tuberculose e manejo clínico em adultos_ILH.jpg

Durante os dias 25, 26 e 27 de junho, o Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) realizou em Belém (PA) as oficinas de Vigilância do Óbito com Menção de Tuberculose nas Causas de Morte e do Manejo Clínico da Tuberculose em Adultos.

As técnicas da Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM/Dathi), Isabela Heráclio, Rebeca Santos e Gisela Unis, foram responsáveis por esta iniciativa que teve como objetivo capacitar profissionais de saúde sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose. Além disso, buscou fortalecer as ações de controle da doença e qualificar os profissionais para realizar a vigilância dos óbitos mencionando a tuberculose como causa de morte no estado.

Fernanda Dockhorn, coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas, destacou que Belém apresenta o maior coeficiente de mortalidade por tuberculose no Brasil, com 9 óbitos a cada 100 mil habitantes.

“Apesar de ser curável na maioria dos casos, a tuberculose foi a segunda principal causa de morte por um único agente infeccioso no Brasil em 2022, superada apenas pela covid-19”, alertou Fernanda. “Por isso, é crucial que os profissionais de saúde estejam plenamente capacitados para cuidar das pessoas com tuberculose e efetuar mudanças no cenário epidemiológico”.

A oficina de vigilância do óbito contou com parceria da Coordenação de Estatísticas Vitais e Morbidades (Coesv/Daent/SVSA/MS), Coordenação Geral de Urgência (Cgurg/Dahu/Saes/MS), Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh/SVSA), e recebeu apoio do Programa Estadual de Controle da Tuberculose (Pect-PA).

Participaram das oficinas profissionais da atenção primária, especializada e hospitalar, representantes do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e coordenadores municipais do Programa de Controle da Tuberculose, além de outros profissionais da rede de atenção à saúde que atuam no manejo da tuberculose em adultos.

Redação da Agência Aids com informações 

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