Maico Rodrigo Schardt
Resolvi realizar meu trabalho de conclusão de curso sobre Atividade Física Habitual em Portadores do Vírus HIV/AIDS devido à baixa quantidade e qualidade de estudos destinados a essa população.
Após uma aula de Educação pra Saúde decidi no 3º ano iniciar meu (TCC) trabalho de conclusão de curso, a cada descoberta que fui concluindo aumentava a satisfação em produzir um trabalho com tantas informações que poderiam ser úteis tanto por portadores do vírus HIV/AIDS quanto por parte de profissionais que dedicavam seus estudos a essa população.
A atividade física além de promover saúde e bem estar ainda resultou em fatores positivos quanto à relação com porcentagem de gordura em mulheres e homens portadores do vírus HIV/AIDS, podemos até acreditar que com um programa coerente podemos minimizar e muito os efeitos causados pela lipodistrofia que vem sendo uma das maiores preocupações nesse caso.
No ano de 1990 foi analisada a relação da pratica de exercícios físicos em portadores de vírus HIV eles contribuíram para a melhora do sistema imunológico em geral, pois ajuda a manter a contagem de células linfócitos T-CD4+ no sangue e as contagens totais de linfócitos e leucócitos.
Além disso, também foi comprovado cientificamente a melhora de consumo maximo de oxigênio, níveis de força, e flexibilidade. È importante ressaltar que exercícios aeróbicos moderados não aumentam os níveis de carga viral do portador de HIV/AIDS.
Treinamentos com pesos contribuíram para o aumento de massa magra, melhora de força e capacidade funcional, também já foi comprovado que o exercício físico direcionado ao treinamento de força melhora na diminuição de gordura na região do tronco de portadores do vírus HIV/AIDS.
Diversas pesquisas me nortearam para a conclusão desse trabalho assim com a pesquisa de LIRA (1999a), que analisou a melhora nos componentes da aptidão física independente do estágio da doença e intensidade do treino. Pesquisadores também afirmam que exercícios físicos ajudam a melhorar a depressão causada pela sorologia positiva.
Acredito que devemos analisar mais pontos relevantes em relação aos exercícios físicos em relação à composição corporal de Portadores do Vírus da Imunodeficiência Adquirida para que possam existir mais referências positivas sobre esse publico em específico.
Maico Rodrigo Schardt é formado em Educação Física pela Universidade Camilo Castelo Branco e professor de musculação da Academia Bio Ritmo.
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