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Especial_LIPODISTROFIA: Atividade física dirigida é a receita para prevenir e melhorar o quadro
 
24/04/2014 - 18h

Nem todo o mundo com HIV vai ter lipodistrofia, má distribuição da gordura que causa alterações físicas nas pessoas em tratamento. Muita gente nasce com o vírus, cresce tomando antirretrovirais e envelhece sem apresentar um único desses sintomas. Mas, como ninguém sabe de antemão se vai ou não ter, o certo é prevenir. E não há melhor forma de fazer isso do que começar, o quanto antes, a fazer exercícios físicos. “O exercício muda a composição corporal, deixando-a com aspecto mais harmônico”, diz o educador físico André Luiz de Seixas Soares.


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Viral - Episódio 1
EVENTO
1º Prêmio DST - UFF de Jornalismo

A Universidade Federal Fluminense promove o 1º Prêmio DST de Jornalismo. Os trabalhos inscritos poderão apresentar conteúdo e linguagem livres, desde que direcionados para as questões relativas às DST, prioritariamente sobre HPV, herpes genital, sífilis, sífilis congênita, gonorreia, tricomoníase, clamídia, hepatite B, HIV/aids. As reportagens devem ter sido publicadas no período de 1º.de janeiro de 2013 até 30 de abril de 2014.

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ARTIGO
Banalizar a aids é banalizar a vida


Por Rodrigo Pinheiro*

Passados mais de 30 anos do surgimento dos primeiros casos de aids no Brasil, observa-se a mudança de percepção que a doença tem sofrido na interpretação da população em geral, principalmente na ação governamental como resposta pública a um fato social deste tamanho. Tivemos a primeira onda do pânico, quando qualquer indício da doença significava morte rápida, exclusão automática e medo constante. A condução da informação não colaborou para o fomento da solidariedade e, sim, foi fator a mais de preconceito. A autoridade de saúde, perdida naqueles primeiros momentos, engendrou ações que visavam gerar o temor. É desse tempo o clássico conselho: “ Se você não se cuidar, a aids vai te pegar”.

A segunda onda veio com o advento dos antirretrovirais, os medicamentos que chegaram, primeiro, para gerar uma sobrevida às pessoas soropositivas. Depois, para garantir a qualidade de vida destes. Já era possível viver com aids, enfrentando os problemas do dia a dia e superando as dificuldades. Claro que o simples uso dos medicamentos é pouco para falar em conquista de qualidade de vida, mas o surgimento deles gerou uma falsa ideia de que “estava tudo bem”.

De sua parte, a ação governamental ajudou a contribuir para com essa falsa imagem. Com a intenção de diminuir o preconceito, ampliou a divulgação de campanhas públicas exibindo pessoas saudáveis e sorridentes, como se anunciando que a vida de quem vive com aids é plena de felicidade. Ficaram esquecidos os efeitos colaterais, as co-infecções, as necessidades de mudanças de estilo de vida, o preconceito constante e a conhecida limitação do serviço público de saúde. Foi um tempo em que se quis vender a “aids glamour.”



Autor: Rodrigo Pinheiro é presidente do Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo e secretário político da Articulação Nacional de Luta contra Aids


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