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Ativistas pedem fim do preconceito contra pessoas vivendo com com HIV/aids, no Rio
 

22/11/2014 - 12h15
Atualizado às 20h

Um ato em frente à Assembleia Legislativa do Rio na tarde dessa sexta-feira (21) pediu respeito e solidariedade às pessoas com HIV/aids. A manifestação encerrou o segundo dia do 17º Vivendo, Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids organizado pelo Grupo Pela Vidda (Valorização, Integração e Dignidade do Doente de Aids) do Rio de Janeiro, que está celebrando 25 anos de fundação. O encontro, no prédio da Bolsa de Valores do Rio, no centro da cidade, termina amanhã (22).


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Trio Solidário na Parada Gay 2014
EVENTO
3º Encontro Latino-americano e Caribenho de Jovens Vivendo com HIV/Aids

Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (Gapa BA) e a Rede Latino-americana e Caribenha de Jovens Vivendo com HIV (J+LAC), em parceria com o Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais, realizam, no período de 26 a 30 de novembro de 2014, na cidade de Salvador (BA), o 3º Encontro Latino Americano de Jovens Vivendo com HIVAIDS: Protagonismo e Resistência na Redução de Vulnerabilidades.

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ARTIGO
O benefício das religiões afro-brasileiras na saúde pública


*Por Luís Eduardo



Penso que a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) começa a se institucionalizar, mas a sua implementação tem exigido a participação dos movimentos sociais negros, eles tem exercido um papel fundamental.

As associações de pessoas com doença falciforme tem dado uma grande contribuição para os avanços obtidos na Política Nacional de Atenção à Pessoa com Doença Falciforme, mesmo assim, não foi criada uma linha de cuidado a anemia falciforme ou uma rede.

No campo das doenças sexualmente transmissíveis e da aids, as religiões afro brasileiras tem atuado como parceiros na prevenção a aids, na assistência/atenção as pessoas, na formação de profissionais e das lideranças religiosas.

Religiões Afro-brasileiras, Políticas de Saúde e a Resposta à Epidemia de Aids, livro publicado pelo Programa Estadual de DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, registra a resposta das comunidades tradicionais de terreiro à epidemia de aids. As contribuições dos grupos de religiosos, entre eles o Grupo de Valorização do Trabalho em Rede (GVTR), ao Comitê Técnico de Saúde da População Negra da SES-SP, foi central para a gestão da política de saúde da população negra no estado.



Autor: *Luís Eduardo Batista é pesquisador científico do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Sáude de São Paulo.
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