Em 2021, a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA) tem focado várias ações para o enfrentamento do estigma e da discriminação, com ênfase no HIV/aids. A escolha não é por acaso. Estigma e discriminação são considerados os fenômenos mais persistentes e mais difíceis de serem enfrentados nos 40 anos da epidemia da aids, pois acentuam as desigualdades e produzem mortes.

Esta é a avaliação de Richard Parker, diretor-presidente da ABIA e autor do livro “Estigma, discriminação e aids”, relançado recentemente pela instituição após 20 anos da primeira edição.

No 2º episódio do ABIA Podcast, Parker explica a razão pela qual o enfrentamento do estigma e discriminação passa obrigatoriamente pela defesa dos direitos humanos e pela resistência. A conversa foi comandada por Veriano Terto Jr., vice-presidente da instituição.

O programa de áudio está disponível no Spotify e outras plataformas de streaming.

Ouça o episódio neste link https://spoti.fi/2UNVkTP

Baixe o livro Estigma, discriminação e aids neste link https://bit.ly/36Ap2OZ

Assista a aula de Richard Parker sobre Conceituação do estigma, discriminação e preconceito neste link https://www.youtube.com/watch?v=ghDWmef_IWk

Confira também um resumo sobre a aula neste link https://bit.ly/3yZ0TOk

 Sobre Richard Parker

Richard Parker é diretor-presidente da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), professor titular emérito de Ciências Sociomédicas e Antropologia e membro do Comitê de Pensamento Global na Universidade de Columbia (Nova York) e professor convidado do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), onde coordena, junto com Míriam Ventura, o Laboratório Interdisciplinar de Direitos Humanos e Saúde (LIDHS/IESC/UFRJ). É também fundador e co-coordenador do Observatório de Sexualidade e Política, uma coalizão global de pesquisadores, formuladores de políticas e ativistas de uma ampla gama de países e regiões e fundador e coordenador do Observatório Global de Políticas de Aids, uma iniciativa de vigilância política centrada na epidemia mundial de HIV. Parker também autor de mais de 300 publicações científicas. Recentemente foi eleito um dos 100 cientistas mais influentes no mundo no campo da aids.