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ASSINTOMÁTICO |
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Diz-se do indivíduo infectado pelo HIV, mas que não apresenta sintomas de aids. No caso, a pessoa é considerada um portador assintomático do HIV.
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ARC |
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Sigla originada da expressão em inglês Aids-Related-Complex (complexo relacionado à aids). Esta expressão foi muito utilizada na década de 80 para caracterizar os estágios clínicos intermediários da infecção pelo HIV e denominava o conjunto de sinais, sintomas e alterações laboratoriais freqüentemente presentes em pacientes portadores de imunodeficiência induzida pelo HIV, mas que ainda não apresentavam diagnóstico para as doenças oportunistas mais graves, tipicamente indicativas de aids.
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ANTÍGENO |
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Toda e qualquer substância que o organismo humano considera estranha e contra a qual começa a produzir anticorpos. Os vírus, as bactérias, os fungos e várias partículas químicas podem ser considerados estranhos pelo organismo, caracterizando-se como antígenos.
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ANÁLOGOS DE NUCLEOSÍDEOS |
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Classe de medicamentos anti-retrovirais usados no tratamento da infecção pelo HIV. Pertencem a esta classe o ddI, o ddC, o 3TC, o d4T e o AZT.
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AIDS PEDIÁTRICA |
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Manifestação da infecção pelo HIV na criança.
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AIDS II |
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Designação simplificada do segundo empréstimo do Banco Mundial para o Programa de Controle da Aids no Brasil. O primeiro empréstimo chamava-se Aids I.
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ACONSELHAMENTO |
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Processo de escuta ativa, individualizado e centrado no cliente. Pressupõe a capacidade de estabelecer uma relação de confiança entre os interlocutores, visando ao resgate dos recursos internos do cliente para que ele mesmo tenha possibilidade de reconhecer-se como sujeito de sua própria saúde e transformação.
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ABSTINÊNCIA SEXUAL |
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Ato de privar-se temporária ou permanentemente da atividade sexual. São exemplos a abstinência sexual durante a menstruação, no final da gestação e/ou nos 30 dias subseqüentes ao parto. A abstinência permanente (castidade ou celibato) geralmente é praticada por motivos religiosos. É exigida dos padres e freiras católicos, por exemplo. A
abstinência periódica também é praticada com fins contraceptivos. No caso, o casal se abstém de manter relações sexuais durante os períodos férteis do ciclo menstrual.
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AZT |
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Sigla derivada de azidotimidina. Também conhecida como zidovudina, é droga anti-retroviral do grupo dos inibidores da transcriptase reversa, utilizada no tratamento da infecção pelo HIV. Foi o primeiro
medicamento de pacientes com aids.
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ASSINTOMÁTICO |
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Diz-se do indivíduo infectado, mas que não apresenta sintomas de aids.
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ANTICORPOS |
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Proteínas do sistema imunológico em resposta a qualquer agente agressor.
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ANTI-RETROVIRAL |
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Medicamentos usados contra a infecção pelo HIV, que é um retrovírus.
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AIDS |
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Sigla original da expressão em inglês Acquired Immune Deficiency Syndrome. Identifica um processo viral que ataca o sistema imunológico humano e destrói as células que defendem o organismo contra infecções. Quando isso ocorre, a pessoa fica vulnerável a uma grande variedade de doenças graves, como pneumonia, tuberculose, meningite, sarcoma de Kaposi e outros tipos de câncer. São estas infecções oportunistas que podem levar o doente de aids à morte.
O vírus que causa a aids, o HIV (Human Immuno Deficiency Virus), já foi isolado em diferentes concentrações de materiais ou líquidos orgânicos: no sangue, no esperma, nas secreções vaginais, na saliva, na urina e no leite materno. Porém, ainda não se comprovou qualquer caso de infecção por meio de saliva ou urina.
Comprovadamente, pode se dar por meio de transfusões sangüíneas, pelo uso compartilhado de seringas e/ou agulhas e nas relações sexuais. A mãe portadora do vírus ou doente de aids também pode transmitir o HIV a seu filho durante a gravidez, no parto ou pelo aleitamento materno. Alguns medicamentos vêm sendo usados com relativo sucesso no combate à aids. A cura da doença, no entanto, ainda não foi descoberta e uma vacina que a previna também é uma possibilidade distante.
No Brasil, os primeiros casos de aids foram notificados em 1980,
tendo sido registrados cerca de 120 mil casos até novembro de 1997. Em francês, português e espanhol, a sigla cor-respondente é SIDA. No Brasil, o mais comum é o termo aids.
O primeiro caso de Aids no mundo, reconhecido por médicos, foi em 1959, no Congo (África), onde um homem morreu da até então não identificada doença. No Brasil, os primeiros casos foram notificados em 1980.
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AIDÉTICO |
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Expressão incorreta. As ONGS Aids e a CNDST / Aids combatem o termo, por ser pejorativo e discriminatório. Podem ser utilizadas as expressões "soropositivo" ou "pessoa que vive com HIV/Aids".
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| Aids, Preconceito e o BBB |
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Por Pedro Chequer
Nos últimos dias pudemos acompanhar a polêmica gerada pela afirmação do lutador Marcelo Dourado, participante da 10 ª Edição do Programa “Big Brother Brasil” da Rede Globo de que “homem hétero não pega aids”. Esta fala demonstra que, mesmo após quase 30 anos de luta contra a aids, ainda temos muito que avançar na informação e, principalmente, no enfrentamento do preconceito e da discriminação.
Dados de relatório publicado no final de 2009 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que cerca de 33,4 milhões de pessoas vivam com HIV em todo o mundo e que metade delas são mulheres. Apenas em 2008, cerca de 2,7 milhões de pessoas se infectaram pelo HIV – uma média de 7400 novas infecções a cada dia.
Embora tenha havido avanços importantes com a prevenção de novas infecções por HIV e com a redução do número anual de óbitos relacionados à aids, as doenças relacionadas à aids permanecem sendo uma das principais causas de morte mundialmente.
Coodenador do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids |
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