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Em análise sobre a epidemia de aids na cidade de SP, pesquisadora Cássia Maria Buchalla alerta para o aumento da doença entre mulheres menos escolarizadas
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28/08/2013 - 19h

Apesar de ter diminuído os casos de aids em mulheres da cidade de São Paulo em comparação aos homens, quando analisado o perfil da epidemia a partir do grau de escolaridade, observa-se que, proporcionalmente, elas são as mais atingidas entre a população com menos de sete anos de estudo, segundo o Boletim Epidemiológico de Aids, HIV/DST e Hepatites B e C do Município. Durante o seminário “O Perfil da Aids na cidade de São Paulo: da informação para a ação”, realizado nessa terça-feira, 27 de agosto, a professora e pesquisadora Cássia Maria Buchalla analisou a epidemia na população feminina.

De acordo com o Boletim Epidemiológico do município, no sexo feminino, o coeficiente de incidência máximo de aids entre mulheres ocorreu no ano de 1998, com a taxa de 30,4 novos casos por 100 mil habitantes. Quando comparado ao ano de 2010, observa-se uma queda, passando para 12 novos casos por 100 mil habitantes.

Das 583 mulheres diagnosticadas com aids em 2011 no município, 41,4% tinham até sete anos de escolaridade, enquanto para os homens a taxa foi de 25% de um total de 1468 casos da doença.

“Os dados mostram a tendência de queda no número de casos de aids entre as mulheres, no entanto, precisamos conhecer cada vez mais este público para facilitar o acesso delas aos serviços de saúde”, explicou Buchalla, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.

A pesquisadora continua: “o maior índice de mulheres infectadas pelo HIV é via transmissão sexual. Precisamos nos aproximar destas mulheres para atuar na prevenção. Qual é a dificuldade para negociar o preservativo com o parceiro? Elas conhecem outros métodos de prevenção?”, questionou.

Desde o final dos anos 90, a principal categoria de exposição das mulheres ao vírus HIV é sexual. Em 2011, por exemplo, 600 mulheres foram notificadas com aids na cidade de São Paulo, dessas 463 foram infectadas via sexual.

“Hoje a mulher com aids já é mais velha. Temos que nos preparar para atender suas morbidades na terceira idade”, ressaltou.

Talita Martins




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