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ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
Nos primeiros sete meses de
2012, a gripe A, também conhecida como suína, matou cinco vezes mais que em
todo o ano passado. Enquanto em 2011, 30 pessoas faleceram em decorrência do
vírus H1N1, este ano os óbitos já estão em 159, de acordo com dados do Ministério
da Saúde. Ao todo, 1.449 casos da doença foram notificados. Apesar do
índice, a pasta descarta uma epidemia. Em 2009, quando houve o maior surto da
gripe, foram mais de 50 mil casos e 2.060 pessoas morreram. Ontem, a
Vigilância Epidemiológica de Mogi Guaçu (SP) confirmou o falecimento de mais
uma pessoa - uma mulher de 59 anos que estava internada desde o último dia
11.
A pasta recomenda que o paciente seja tratado com o antiviral
Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, nas 48 horas após os primeiros
sintomas. A vacina, neste caso, não é prioridade, pois só passa a fazer
efeito 15 dias após a imunização. Recentemente, o balanço da investigação
parcial de óbitos ocorridos em Santa Catarina, divulgado pelo ministério,
indicou que os pacientes não estavam sendo medicados no tempo correto.
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A NOTÍCIA - SC | A NOTICIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
O Ministério da Saúde
informou ontem que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no
combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes. O medicamento é considerado um dos mais
eficientes no combate ao câncer de mama e também um dos mais procurados. Em
2011, o governo gastou R$ 4,9 milhões para atender a 61 pedidos judiciais
que determinavam a oferta do remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6
milhões com a compra do remédio por ação judicial. A partir da publicação
no "Diário Oficial", o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a
oferta do medicamento. Segundo o ministério, o câncer de mama é o segundo
tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com uma
estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente. No Brasil, a estimativa é
de que 52.680 novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram
12.812 mortes pela doença no País.
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AGORA - RS | PAÍS
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde
informou hoje (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado
no combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
Por Ag. Brasil
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AQUI - BH | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Governo vai liberar, através
do SUS, um dos remédios mais eficazes e caros contra a doença
O Ministério da Saúde vai
incorporar o medicamento Trastuzuma-be (Herceptin),uma das principais armas
no combate ao câncer de mama, na lista de remédios distribuídos
gratuitamente pelo SUS.A inclusão será publicada nesta semana no Diário
Oficial da União. O câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e o mais
frequente entre as mulheres. Estima-se que entre 20% e25% das pacientes
diagnosticadas com cân-er de mama têm indicação para receber essa
medicação-quet em como alvo a mutação genética que leva ao HER-2 positivo,
um dos tipos mais agressivos de tumor.
O Trastuzumabe é considerado uma das
drogas mais avançadas na terapia contra o câncer de mama porque é um
anticorpomonoclonal que promove uma "terapia-alvo", já que ele
tem a capacidade de atingir exclusivamente as células doentes, preservando as
sadias. O medicamento é fabricado pela Roche.
"Esse é um grande avanço para as
mulheres que dependem do SUS. É uma medicação essencial para as pacientes
que são positivo para o HER-2 porque ela consegue controlar o avanço da
doença e evitar metástases", diz o mastologista Waldemir Rezende.
A droga será oferecida no SUS por decisão
da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (Conitec), criada dentro
do ministério por força de lei. Segundo o Ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, a comissão analisou o custo-efetividade da droga por
mais de um ano, colocou o assunto em consultas públicas e não levou em
consideração a pressão das demandas judiciais.
A droga é administrada na veia e é de uso
hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo -cada frasco custa, em
média, R$ 7 mil -, ela estava restrita a mulhe-res que conseguiam o direito
de recebê-la do governo por meio de ações judiciais.
NEGOCIAÇÃO
O Trastuzumabe é o sétimo medicamento
mais demandado judicialmente ao Ministério da Saúde, que em 2011 gastou
R$ 266 milhões na compra de remédios determinados por decisões judiciais -
sendo R$ 4,9 milhões para atender a 61 ordens de comprado Trastuzumabe.
Neste ano, o governo federal já recebeu
98 determinações judiciais para comprado medicamento e gastou R$ 12,6
milhões. Só uma compra para atender uma ação civil pública movida pelo
Estado de Santa Catarina, por exemplo, consumiu R$ 9,8 milhões dos cofres
públicos.
Segundo o ministro, a incorporação da
droga no SUS exige que o preço praticado pela indústria seja compatível com
o que ela aplica no mercado internacional. O governo estima gastar até R$
150 milhões por ano para fornecer a medicação. Por se tratar de uma compra
em massa, há uma negociação com o laboratório fabricante e o preço pode ser
reduzido em até 50%. A partir da publicação no Diário Oficial, a oferta na
rede ocorrerá em, no máximo, 180 dias.
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CORREIO DO POVO - RS | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O medicamento Trastuzumabe,
usado no combate ao câncer de mama, será incorporado no Sistema Único de
Saúde (SUS), informou ontem o Ministério da Saúde. O remédio de alto
custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco
de morte das pacientes. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões
para atender um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, nessa modalidade, já foram gastos R$ 12,6 milhões.
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CRUZEIRO DO SUL - SP | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo. (AE)
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DESTAK - DF | BRASIL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 16:49
Imagem 1
Veja a matéria no site de origem
O PSDB pediu que a
Procuradoria-Geral Eleitoral investigue o financiamento público de sites e
blogs políticos.
Na representação, o partido alega que
empresas públicas, entre elas a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e até
o Ministério da Saúde patrocinam páginas na internet que realizam
"elogios excessivos ao PT e ao governo federal e ataques à
oposição".
"Tropa nazista"
O candidato tucano à prefeitura de São
Paulo, José Serra, declarou que o Partido dos Trabalhadores mantém uma
"tropa nazista" na web. Serra disse que o PT usa correligionários
para difamá-lo e foi além, comparando-os às milícias paramilitares,
"SA" nazistas.
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DIÁRIO DE NATAL - RN | CIDADES
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Os profissionais da saúde,
pública ou privada, vêm percebendo no último mês um aumento considerável do
número de pacientes em consultórios e pronto atendimentos com quadros de
gastroenterite. A doença, que pode ter causas na alimentação ou na
qualidade da água consumida, tem como sintomas diarreia, vômitos e, em
alguns casos, febre. Segundo o infectologista Luiz Alberto Marinho, nos
últimos 30 dias os casos de gastroenterite aumentaram em mais de 30%, o que
deve servir de alerta às autoridades sanitárias e pode indicar que o
problema esteja na água que a população utiliza, já que os números são
gerais. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foram
registrados 421 casos de gastroenterite em Natal no período de 1º a 23 de
junho. No entanto, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) diz que
os números ainda estão dentro da normalidade.
O infectologista Luiz Alberto Marinho
explica que "quando ocorrem surtos de gastroenterite infecciosa, como
é o caso, inicialmente se pesquisa alimentos e água ofertada". Para
ele, as infecções decorrerem da ingestão de alimento é algo descartado,
pois as notificações vêm de pessoas de locais e hábitos diferentes, não
algo ao qual um mesmo grupo tenha sido submetido. "Quando se aumenta o
número de casos de gastroenterite em uma cidade, geralmente se procura o
elemento água para ver se ela, neste momento, está sendo ofertada com todos
os rigores existentes para água potável", esclarece Luiz Alberto
Marinho.
Segundo profissionais de saúde, os surtos
de doenças respiratórias e de gastroenterite são comuns em períodos de
chuvas intensas, como o que Natal tem passado desde o início de junho. Luiz
Alberto diz que, em certas vezes, isso decorre de reservatórios receberem
infiltrações durante este período, comprometendo a qualidade da água
distribuída. Ele chama a atenção para que autoridades e responsáveis pela
distribuição de água potável à população, analisem se neste momento em que
chuvas são abundantes, algum reservatório tenha sofrido uma contaminação ou
algo parecido que comprometa a qualidade da água ofertada.
Procurada, a Companhia de Águas e Esgotos
do Rio Grande do Norte (Caern) informou que não identificou qualquer
irregularidade em nenhum dos seus reservatórios e tranqüiliza a população
quanto ao uso da água. Segundo a nota, antes de chegar às torneiras do
consumidor, a água distribuída passa por um rigoroso processo de
tratamento, que garante o cumprimento dos parâmetros de qualidade
estabelecidos pela Portaria 2.914 do Ministério da Saúde. A nota
ressalta que a Caern realiza análises diárias, que incluem avaliação de
parâmetros como cor, turbidez, pH e coliformes com amostras coletadas em
diferentes pontos da cidade. "Todas as análises atestam a qualidade do
produto e asseguram que a água distribuída pela Caern está dentro dos
padrões de potabilidade", diz a nota.
A contaminação da gastroenterite acontece
pela ingestão de alimentos ou água infectados com vírus ou bactérias. Os
mais conhecidos são o rotavírus e a salmonela. O tratamento passa pela
hidratação, ou seja, repor a quantidade de líquido perdida pelo paciente.
Se for comprovado que a infecção ocorreu por meio de uma bactéria,
antibióticos podem ser utilizados.
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DIÁRIO DE PERNAMBUCO - PE | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Os Estados Unidos estão
comprometidos com o objetivo de se chegar a uma geração livre da Aids
e intensificarão seus esforços para deter a pandemia mundial, afirmou a
secretária de Estado, Hillary Clinton, durante uma conferência mundial
celebrada esta segunda-feira (23/7) em Washington.
"Os Estados Unidos estão
comprometidos e manterão o compromisso de chegar a uma geração livre de Aids.
Não vamos retroceder, não vamos ceder", disse Hillary durante a XIX
Conferência Internacional sobre Aids, na capital americana.
"Vamos lutar pelos recursos
necessários para alcançar este marco histórico", acrescentou,
rejeitando as críticas de que os Estados Unidos não estavam decididos a
lutar contra a pandemia de HIV/Aids, que causou 30 milhões de
mortos em três décadas.
A conferência, inaugurada no domingo, é o
maior encontro mundial sobre HIV/Aids e se espera que atraia
25.000 pessoas, incluindo políticos, cientistas, celebridades e ativistas.
Hillary Clinton disse que o mundo em
breve será capaz de "realmente imaginar um momento no qual não seremos
mais afetados por esta terrível epidemia e pelo alto custo e o sofrimento
que nos impôs durante tempo demais".
A chefe da diplomacia americana divulgou
os novos esforços de financiamento dos Estados Unidos para apoiar a
circuncisão na África do Sul, ajudar as mulheres grávidas com HIV a
ter acesso a tratamentos para evitar infectar seus bebês, bem como para
investigar novas intervenções contra a doença.
"Esta é uma luta que podemos vencer.
Já avançamos tanto, demais para parar agora", disse, arrancando
aplausos dos presentes.
Cerca de 34 milhões de pessoas no mundo
vivem com HIV, segundo o último relatório da ONUAids. No entanto,
aproximadamente uma em cinco pessoas não sabe que está infectada e correm
um risco maior de disseminar a doença.
Hillary reconheceu que sem uma vacina ou
cura para o HIV, o vírus se manterá presente no mundo, mas insistiu
em que "a doença causada pelo HIV não tem porque
permanecer".
Numa geração livre de Aids
praticamente nenhuma criança nascerá com o vírus, os adolescentes correrão
menor risco de infecção e, se sofrerem contágio, poderão obter o tratamento
necessário para evitar o desenvolvimento da Aids ou sua transmissão,
disse.
O colóquio, celebrado a cada dois anos,
volta a ser realizado nos Estados Unidos pela primeira vez em 22 anos,
depois que o país suspendeu, em 2009, a proibição de entrada em seu
território de pessoas infectadas com HIV, imposta em 1990.
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DIÁRIO DE PERNAMBUCO - PE | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Brasil
A partir de agora, as experiências
científicas com uso de animais no Brasil terão que ser acompanhadas,
obrigatoriamente, por médicos veterinários. A exigência da presença desses
profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação (MCTI).
Na prática, a maior parte dos
laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação
científica e ensino, mais conhecidos como biotérios, já mantém veterinários
em suas equipes, segundo informações do Conselho Federal de Medicina
Veterinária (CFMV).
"O que se pretende é que a prerrogativa
seja levada à sociedade em geral, para que o número cada vez maior de
universidades que têm biotérios também cumpra essa norma", explicou o
professor e pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco,
Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal
do CFMV.
Com a medida, procedimentos como
analgesia, eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a
garantia de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência
e responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos.
"Quem pode avaliar se animal está
sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um procedimento, em aula
prática ou pesquisa, é o medico veterinário", explicou Alberto Costa.
Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o nível de consciência do
ser humano, os animais são capazes de experimentar as sensações negativas e
positivas, desde euforia à frustração, dor e sofrimento intenso. "A
presença do médico veterinário contribui para que não ocorra essa situação
de sofrimento", acrescentou o professor.
A obrigatoriedade, por outro lado,
desperta, entre alguns pesquisadores e cientistas, o temor de que os
médicos veterinários interfiram nos procedimentos exclusivamente
científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação Animal do
Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova norma, que
cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata apenas da
assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente, existem
pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais (submetidos às
experiências). O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.
A alteração nas regras desse tipo de
experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que substituam o uso
de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da indústria cosmética,
validaram métodos alternativos de substituição. Mas, quando se trata de
pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que "não terá tão
cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque falta
investimento".
Para o pesquisador, o estabelecimento de
métodos alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos
para ser concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller
ainda destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional
sobre o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos.
Aqui (no Brasil), não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até
substitui aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não",
relatou.
A dificuldade em reproduzir, de forma
padronizada, a variedade de condições exigidas pelas pesquisas é o
principal problema apontado pelos pesquisadores para a substituição dos
animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de qualidade de
vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se essa vacina
for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que tomar a vacina
terá problema neurológico", afirmou Müller.
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DIÁRIO DO GRANDE ABC - SP | NACIONAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Estado
Um painel internacional de saúde
recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente assintomático
com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200 células CD4 por ml
de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil células CD4 por ml de
sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo.
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DIÁRIO DO GRANDE ABC - SP | SETECIDADES
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde
anunciou ontem que irá incluir na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS
(Sistema Único de Saúde) importante aliado no combate ao câncer de mama. A
droga de alto custo Trastuzumabe (Herceptin) reduz em até 22% o risco de
morte, além de ser eficaz contra o ressurgimento da doença.
No Grande ABC, a medicação já é utilizada
em pacientes oncológicos do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André,
e do Hospital de Ensino Anchieta, em São Bernardo. A droga, injetável e de
uso hospitalar, é repassada pelo governo estadual conforme demanda. Em até
seis meses, prazo estipulado pelo Ministério da Saúde, o remédio
será disponibilizado para tratamento em outros hospitais ou centros
especializados da região.
A medicação é recomendada em cerca de 25%
dos casos de câncer de mama. Essa porcentagem possui o tumor Her-2,
agressivo e conhecido por se desenvolver mais rapidamente se comparado aos
outros. "Essa medicação revolucionou o tratamento do câncer de mama. É
efetiva e menos tóxica. É bem tolerada pelos pacientes, mas muito agressiva
contra o tumor", comentou o oncologista da Faculdade de Medicina do
ABC, Daniel Cubero. Para o especialista, no entanto, a inclusão foi tardia.
"Antes do uso desse remédio, as pacientes tinham pouca evolução no
tratamento. Agora, mais pessoas terão acesso." A medicação pode ser
utilizada de forma preventiva e também após cirurgias. Normalmente a pessoa
recebe uma aplicação a cada três semanas. A recomendação varia conforme o
peso da paciente.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres. No Brasil, estimam-se 52,6
mil novos casos entre 2012 e 2013. Em 2010, ocorreram 12,8 mil mortes por
causa da doença.
A presidente da Rede Feminina de Combate
ao Câncer de São Caetano, Lucia de Oliveira Leite, comemorou a notícia. A
entidade atende mensalmente 80 mulheres. "Isso é uma bênção. Esperamos
que favoreça todas as pacientes, especialmente as mais pobres."
O medicamento custa entre R$ 5.000 e R$
10 mil e é um dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9
milhões para atender a 61 pedidos judiciais. Neste ano foram gastos R$ 12,6
milhões com a compra por demanda da Justiça.
No Grande ABC, a Prefeitura de Santo
André teve de desembolsar, entre outubro de 2009 e agosto de 2011, R$ 369
mil para pagar o tratamento de uma paciente que moveu ação judicial para
receber a medicação. Mauá não respondeu ao Diário. Nas demais cidades não
houve demanda.
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DIÁRIO DO GRANDE ABC - SP | NACIONAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Estado
O Conselho Regional de Medicina (Cremerj)
proibiu a participação de médicos em partos domiciliares e nas equipes de
sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de alguma complicação. A
entidade também veda a presença de doulas (acompanhantes de parto, função
reconhecida pelo Ministério da Saúde) em ambiente hospitalar. Os
médicos que descumprirem as determinações serão submetidos ao Conselho de
Ética.
A medida, classificada de
"arbitrária" pela Federação Brasileira das Associações de
Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional
de Enfermagem (Coren) vai questionar as resoluções judicialmente e
entidades de defesa do parto humanizado convocaram uma passeata, no dia 5
de agosto, em Ipanema. "Em hipótese alguma um conselho pode interferir
na regulação de outras profissões e no direito de escolha da mulher.
Enfermeiros e médicos fazem parte de uma equipe multidisciplinar do parto
domiciliar; essa resolução dificulta a nossa atuação", afirma Pedro de
Jesus, presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes,
conselheiro do Cremerj, diz que as resoluções são um "alerta para as
mães". "Elas estão sendo informadas de que se o pré-natal não
teve agravo, elas podem fazer parto em casa. Há problemas que ocorrem
durante o trabalho de parto e no parto", afirma. Ele afirmou que o
conselho não está proibindo o parto domiciliar. "A mãe vai optar pelo
parto domiciliar sabendo do risco. Porque não é a presença do médico que
garante segurança; ele tem que ter condições de agir".
A decisão do Cremerj foi questionada
pelos próprios médicos. Até mesmo a Febrasgo, entidade contrária ao parto
domiciliar, criticou as resoluções. "A Febrasgo é contra o parto
domiciliar, mas de maneira nenhuma a gente acha que o médico que faz parto
domiciliar é um profissional antiético. Um problema sério no Brasil é a
cesárea desnecessária, e mesmo assim ninguém é favorável que se puna o
profissional que faz cesárea a pedido da paciente", afirmou o Olímpio
Moraes, vice-presidente da entidade. Moraes ressaltou ainda que a Febrasgo
recomenda, em seu manual, a presença de doulas. "Vários trabalhos
internacionais reconhecem que elas dão mais segurança às grávidas e
diminuem as intercorrências".
Para a médica Daphne Rattner, presidente
da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna), a resolução do
Cremerj vai de encontro às políticas de humanização do parto do Ministério
da Saúde, que reconhece o trabalho de parteiras tradicionais e
incentiva a participação de doulas nos hospitais públicos - em março foi
assinado convênio entre o Ministério e a Universidade de Brasília para o
programa Doulas no SUS, de formação dessas acompanhantes, do qual Daphne é
gestora. "Essa medida vai contra todas as evidências científicas, as
recomendações da OMS e as políticas do Ministério da Saúde. Essas
resoluções ferem o código de ética médica", afirmou. A entidade ainda
está estudando as medidas que tomará.
Em nota, o Ministério da Saúde
informou que as decisões do conselho "não afetam as políticas" da
Pasta. O Ministério considera que a participação da doula é um instrumento
humanizador e que "a assistência prestada pelas parteiras é uma
realidade em diversos locais do País".
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DIÁRIO DO GRANDE ABC - SP | SETECIDADES
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Maíra Sanches
Do Diário do Grande ABC
O Ministério da Saúde anunciou
ontem que irá incluir na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS (Sistema
Único de Saúde) importante aliado no combate ao câncer de mama. A droga de
alto custo Trastuzumabe (Herceptin) reduz em até 22% o risco de morte, além
de ser eficaz contra o ressurgimento da doença.
No Grande ABC, a medicação já é utilizada
em pacientes oncológicos do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André,
e do Hospital de Ensino Anchieta, em São Bernardo. A droga, injetável e de
uso hospitalar, é repassada pelo governo estadual conforme demanda. Em até
seis meses, prazo estipulado pelo Ministério da Saúde, o remédio
será disponibilizado para tratamento em outros hospitais ou centros
especializados da região.
A medicação é recomendada em cerca de 25%
dos casos de câncer de mama. Essa porcentagem possui o tumor Her-2,
agressivo e conhecido por se desenvolver mais rapidamente se comparado aos
outros. "Essa medicação revolucionou o tratamento do câncer de mama. É
efetiva e menos tóxica. É bem tolerada pelos pacientes, mas muito agressiva
contra o tumor", comentou o oncologista da Faculdade de Medicina do
ABC, Daniel Cubero. Para o especialista, no entanto, a inclusão foi tardia.
"Antes do uso desse remédio, as pacientes tinham pouca evolução no
tratamento. Agora, mais pessoas terão acesso." A medicação pode ser
utilizada de forma preventiva e também após cirurgias. Normalmente a pessoa
recebe uma aplicação a cada três semanas. A recomendação varia conforme o
peso da paciente.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres. No Brasil, estimam-se 52,6
mil novos casos entre 2012 e 2013. Em 2010, ocorreram 12,8 mil mortes por
causa da doença.
A presidente da Rede Feminina de Combate
ao Câncer de São Caetano, Lucia de Oliveira Leite, comemorou a notícia. A
entidade atende mensalmente 80 mulheres. "Isso é uma bênção. Esperamos
que favoreça todas as pacientes, especialmente as mais pobres."
O medicamento custa entre R$ 5.000 e R$
10 mil e é um dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9
milhões para atender a 61 pedidos judiciais. Neste ano foram gastos R$ 12,6
milhões com a compra por demanda da Justiça.
No Grande ABC, a Prefeitura de Santo
André teve de desembolsar, entre outubro de 2009 e agosto de 2011, R$ 369
mil para pagar o tratamento de uma paciente que moveu ação judicial para
receber a medicação. Mauá não respondeu ao Diário. Nas demais cidades não
houve demanda.
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DIÁRIO DO NORDESTE - CE | NACIONAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Folhapress
O Ministério da Saúde informou
nesta segunda-feira que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe,
utilizado no combate ao câncer de mama, ao SUS (Sistema Único de Saúde). O
remédio de alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui
em 22% o risco de morte das pacientes. As informações são da Agência
Brasil.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados.
Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9
milhões para atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a
oferta do remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra
do Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e
integra as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento
do Câncer de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no "Diário
Oficial da União", o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta
do medicamento.
2º mais comum
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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DIÁRIO DO NORDESTE - CE | CIDADE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Hospital Universitário
Walter Cantídio (HUWC), em Fortaleza, segundo a Associação Brasileira de
Transplantes de Órgão (ABTO), é o maior serviço público de Transplante
de fígado no Brasil. Mas, se antes a unidade oferecia apenas 13 leitos
de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para todos os pacientes, a novidade é
que, nos próximos 18 meses, ofertará mais 40 novos.
O prazo para a construção dos novos
espaços é de 18 meses. Hoje, a unidade possui 13 leitos de Unidade de Terapia
Intensiva (UTI) FOTO: VIVIANE PINHEIRO
Destes leitos, dez serão pediátricos, dez
coronarianos, dez clínicos e outros dez cirúrgicos. Do total, seis serão
destinados somente a pacientes transplantados. Diante disso, a unidade terá
disponível, a partir de janeiro de 2014, 53 leitos de UTI, ampliando a sua
capacidade de internação em 307%.
Segundo o superintendente dos hospitais
universitários da Universidade Federal do Ceará (UFC), Florentino Cardoso,
a verba de R$ 16, 7 milhões, proveniente do Ministério da Educação (MEC),
se estenderá para a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Neonatal da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac), que passará de
51 leitos para 90, também em 18 meses. Além disso, algumas enfermarias do
HUWC serão reformadas, e a emergência da Meac refeita.
Para Florentino Cardoso, o aumento no
número de transplantes de fígado realizados na unidade tem gerado uma
dificuldade na rotatividade e exclusividade de leitos para pacientes
transplantados. "A grande demanda, aliada à pouca quantidade de
leitos, dificulta a rotatividade. Ampliando a estrutura de leitos da UTI e
deixando parte deles exclusivos para os transplantados, teremos condições
de realizar mais procedimentos e oferecer um maior conforto e
segurança", destaca.
O mesmo, segundo ele, acontecerá na Meac,
com a reforma da emergência e ampliação da UTI neonatal. "Os bebês
terão mais segurança e assistência com os novos 39 leitos. Além disso, em
18 meses, o atendimento da emergência do hospital tende a ser mais rápido e
confortável com a reforma", afirma Florentino Cardoso.
Projeto
Outra novidade, conforme ele, é que a
unidade enviou um projeto ao MEC para a construção de oito novos leitos
para os transplantados de medula óssea.
Segundo o chefe do Serviço de Transplante
de fígado do HUWC, José Huygens Garcia, a demanda de novos leitos na
unidade é bastante antiga, até porque, a cada ano, a quantidade de
transplantes realizados no hospital aumenta.
Conforme ele, até ontem, 74 transplantes
de fígado foram realizados na unidade. EM igual período do ano passado,
foram 69. "Durante todo o ano de 2011, realizamos 120 transplantes. A
expectativa para este ano é de 140 procedimentos. Hoje, no Estado, temos em
média 160 pacientes na fila aguardando por um fígado", ressalta.
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DIÁRIO DO NORDESTE - CE | NACIONAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Para ter o Trastuzumabe em
unidades públicas de saúde, o governo federal passará a gastar R$ 130
milhões ao ano
Brasília. O Ministério da Saúde
informou ontem que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no
combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes no País.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o Ministério da Saúde, o
câncer de mama é o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente
entre mulheres, com uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a
cada ano. A doença é responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no País.
Inclusão
"A expectativa é que o Trastuzumabe
beneficie 20% das mulheres com câncer de mama em estágio inicial e
avançado", afirmou ontem o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O Trastuzumabe é um dos primeiros
medicamentos incorporados no SUS a partir da Lei 12.401, de 2011. O
decreto, que criou a Conitec define regras que garantem a proteção do
cidadão quanto ao uso e eficácia desses medicamentos, que devem ter
registro nacional e serem reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
O documento estabelece também que seja
publicado um protocolo de como e quais as situações que o medicamento deve
ser utilizado. "A Conitec é um aprimoramento do sistema de
incorporação de novas tecnologias, protegendo o cidadão e reduzindo os
riscos de judicialização do medicamento, que muitas vezes é recomendado de
forma indevida", destaca o ministro.
De acordo com o ministro Padilha, essa
aquisição só foi possível devido à economia de custos gerada por meio de
inovação tecnológica, parcerias público-privadas, comparação de preços
internacionais e a centralização de compras. "A melhor gestão dos
recursos possibilitou gerar uma economia de R$ 1,7 bilhão/ano no orçamento
do ministério. Isso nos permite ampliar o acesso dos brasileiros às novas
tecnologias", explica.
TRATAMENTO
22 por cento é quanto diminui o risco de
morte das pacientes que passam a usar o remédio. A medicação de alto custo
reduz a reincidência do câncer de mama
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DIÁRIO DO NORDESTE - CE | CIDADE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Hospital Universitário
Walter Cantídio (HUWC), em Fortaleza, segundo a Associação Brasileira de
Transplantes de Órgão (ABTO), é o maior serviço público de Transplante
de fígado no Brasil. Mas, se antes a unidade oferecia apenas 13 leitos
de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para todos os pacientes, a novidade é
que, nos próximos 18 meses, ofertará mais 40 novos.
Destes leitos, dez serão pediátricos, dez
coronarianos, dez clínicos e outros dez cirúrgicos. Do total, seis serão
destinados somente a pacientes transplantados. Diante disso, a unidade terá
disponível, a partir de janeiro de 2014, 53 leitos de UTI, ampliando a sua
capacidade de internação em 307%.
Segundo o superintendente dos hospitais
universitários da Universidade Federal do Ceará (UFC), Florentino Cardoso,
a verba de R$ 16, 7 milhões, proveniente do Ministério da Educação (MEC),
se estenderá para a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Neonatal da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac), que passará de
51 leitos para 90, também em 18 meses. Além disso, algumas enfermarias do
HUWC serão reformadas, e a emergência da Meac refeita.
Para Florentino Cardoso, o aumento no
número de transplantes de fígado realizados na unidade tem gerado uma
dificuldade na rotatividade e exclusividade de leitos para pacientes
transplantados. "A grande demanda, aliada à pouca quantidade de
leitos, dificulta a rotatividade. Ampliando a estrutura de leitos da UTI e
deixando parte deles exclusivos para os transplantados, teremos condições
de realizar mais procedimentos e oferecer um maior conforto e
segurança", destaca.
O mesmo, segundo ele, acontecerá na Meac,
com a reforma da emergência e ampliação da UTI neonatal. "Os bebês
terão mais segurança e assistência com os novos 39 leitos. Além disso, em
18 meses, o atendimento da emergência do hospital tende a ser mais rápido e
confortável com a reforma", afirma Florentino Cardoso.
Projeto
Outra novidade, conforme ele, é que a
unidade enviou um projeto ao MEC para a construção de oito novos leitos
para os transplantados de medula óssea.
Segundo o chefe do Serviço de Transplante
de fígado do HUWC, José Huygens Garcia, a demanda de novos leitos na
unidade é bastante antiga, até porque, a cada ano, a quantidade de
transplantes realizados no hospital aumenta.
Conforme ele, até ontem, 74 transplantes
de fígado foram realizados na unidade. EM igual período do ano passado,
foram 69. "Durante todo o ano de 2011, realizamos 120 transplantes. A
expectativa para este ano é de 140 procedimentos. Hoje, no Estado, temos em
média 160 pacientes na fila aguardando por um fígado", ressalta.
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ESTADO DE MINAS - MG | POLÍTICA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Petista se encontra com
sindicalistas e critica ações da prefeitura. Candidato não menciona que seu
partido participa da atual gestão O candidato a prefeito de Belo Horizonte
Patrus Ananias (PT) deixou ontem a postura pacífica de lado e partiu para o
ataque contra o atual prefeito e candidato a reeleição, Marcio Lacerda
(PSB), criticando a sua gestão. "A saúde em Belo Horizonte está muito
mal. Retrocedeu nos últimos anos", afirmou, sem no entanto mencionar o
fato de que o seu partido ainda participa da administração da capital com
mais de 900 cargos comissionados. Na verdade, Patrus escolhe a saúde para
suas primeiras investidas contra Lacerda porque é uma área comandada pelo
PSDB. O candidato petista disse que a gestão de Lacerda não construiu duas
Unidades de Pronto Atendimento (UPA) combinadas no Orçamento Participativo
(OP), uma na região Leste e outra na Oeste. Outra acusação é que 100
unidades do Programa Saúde da Família (PSF) estão sem médicos. As declarações
foram feitas ontem de manhã, em encontro com filiados da União Geral dos
Trabalhadores (UGT), entidade sindical ligada ao PSD. O presidente da UGT
em Minas Gerais, deputado federal Ademir Camilo (PSD), disse que a
organização ainda não definiu qual candidato vai apoiar, mas que ele está
fechado com Patrus, assim como o presidente nacional da legenda, o prefeito
de São Paulo, Gilberto Kassab - responsável por rachar o partido em Belo
Horizonte ao fazer uma intervenção na direção municipal, que escolhera apoiar
Lacerda. Kassab já sofreu duas derrotas na Justiça Eleitoral, que confirmou
a aliança do PSD de BH com o atual prefeito. Ontem, Patrus repetiu a
tática, que deve ser padrão em toda a campanha, de destacar o que fez
quando governou Belo Horizonte, entre 1993 e 1996. Patrus destacou que foi
pioneiro ao criar as UPAs na cidade, que depois foram implantadas pelo
governo federal. Iniciou também os atendimentos de resgate pioneiros do
Samu e triplicou a capacidade de atendimento do Hospital Odilon Behrens. Além
da saúde, Patrus criticou a mobilidade urbana e a cultura. "Querem
tirar a cultura das ruas e praças de BH", disse Patrus. Ao falar para
sindicalistas, principalmente rodoviários e comerciários, o candidato
prometeu diálogo com as categorias. Afirmou que não vai interferir em
greves. "Como advogado trabalhista considero fundamental que os
direitos sejam rigorosamente respeitados", afirma. "O trabalho
deve prevalecer sobre o capital." O candidato destacou, mais uma vez,
o OP, criado em sua gestão, e disse que faltou a participação das centrais
sindicais e dos sindicalistas. Patrus, entretanto, fez questão de ressaltar
que as críticas à administração de Lacerda não têm caráter pessoal. "É
uma questão de conteúdo. Tudo que é bom vai ser mantido e ampliado", promete
o candidato, que reconheceu os méritos da administração o socialista na
questão da educação. ENCONTRO Ademir Camilo explicou que todos os
candidatos foram convidados para o encontro com os sindicalistas. Antes de
Patrus, falaram Tadeu Martins (PPL) e Vanessa Portugal (PSTU).
"Lacerda já tinha um encontro com outras entidades sindicais e enviou
uma carta explicando que não poderia vir", disse Camilo. A decisão
sobre quem receberá o apoio oficial da UGT-MG sairá na segunda-feira. Ontem
à noite, Patrus participou da primeira plenária da campanha nas regionais.
Ele se encontrou com lideranças e moradores do Barreiro para discutir as
demandas e compromissos para a região. Outro lado Ao tomar conhecimento dos
ataques feitos pelo candidato Patrus Ananias (PT), a coligação que apoia a
reeleição de Marcio Lacerda reconhece, em nota, que ainda há muito a fazer,
mas que é importante esclarecer que o quadro melhorou nos últimos anos.
Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, Belo Horizonte apresentou o
melhor índice de desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) entre cidades
com população superior a 2 milhões de habitantes. Além disso, lembra que o
governo Lacerda recebeu grande quantidade de obras do Orçamento
Participativo atrasadas, "fato que é de conhecimento amplo". A
nota informa também que o número de equipes do Programa de Saúde da Família
cresceu na atual administração, saindo de 513, em 2009, para 579 em 2012.
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GAZETA DO POVO - PR | VIDA E CIDADANIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 03:02
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde avisou que a
rede pública passará a oferecer gratuitamente o medicamento Trastuzumabe,
usado por cerca de 25% das mulheres com câncer de mama. O remédio já é
usado na rede privada há alguns anos e é oferecido por parte dos hospitais
públicos de alguns estados, como São Paulo. A ideia é que esse tratamento,
que custa em torno de R$ 7 mil por mês, alcance o SUS como um todo.
A incorporação do Trastuzumabe ocorre
após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no
SUS (Conitec), feita em maio, e após o governo sofrer pressões na Justiça.
Só neste ano, o ministério já gastou R$ 12,6 milhões com a compra desse
remédio por ordens judiciais. Em 2011, foram R$ 4,9 milhões, para cumprir
61 ordens da Justiça. Com a incorporação do remédio, o governo prevê gastar
R$ 130 milhões por ano.
O trastuzumabe ataca um ?alvo? presente
em até 25% das pacientes com câncer de mama. Ele age tanto no
pós-operatório quanto nos casos em que a doença está disseminada.
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GAZETA DO POVO - PR | VIDA E CIDADANIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 03:02
Veja a matéria no site de origem
O Conselho Regional de Medicina do Rio de
Janeiro (Cremerj) proibiu a participação de médicos em partos domiciliares
e nas equipes de sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de alguma
complicação. A entidade também veda a presença de doulas (acompanhantes de
parto, função reconhecida pelo Ministério da Saúde) em ambiente
hospitalar. Os médicos que descumprirem as determinações serão submetidos
ao Conselho de Ética.
A medida, classificada de ?arbitrária?
pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia
(Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) vai
questionar as resoluções judicialmente e entidades de defesa do parto
humanizado convocaram uma passeata, no dia 5 de agosto, em Ipanema. ?Em
hipótese alguma um conselho pode interferir na regulação de outras
profissões e no direito de escolha da mulher. Enfermeiros e médicos fazem
parte de uma equipe multidisciplinar do parto domiciliar; essa resolução
dificulta a nossa atuação?, afirma Pedro de Jesus, presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes, conselheiro
do Cremerj, diz que as resoluções são um ?alerta para as mães?. ?Elas estão
sendo informadas de que se o pré-natal não teve agravo, elas podem fazer
parto em casa. Mas há problemas que ocorrem durante o trabalho de parto e
no parto?, afirma. Ele afirmou que o conselho não está proibindo o parto
domiciliar. ?A mãe vai optar pelo parto domiciliar sabendo do risco.?
A decisão do Cremerj foi questionada
pelos próprios médicos. ?A Febrasgo é contra o parto domiciliar, mas de
maneira nenhuma a gente acha que o médico que faz parto domiciliar é um
profissional antiético. Um problema sério no Brasil é a cesárea
desnecessária, e mesmo assim ninguém é favorável que se puna o profissional
que faz cesárea a pedido da paciente?, afirmou Olímpio Moraes, vice-presidente
da entidade.
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JORNAL A CIDADE - RIBEIRÃO PRETO | BRASIL/MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Estado
Um painel internacional de saúde
recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os custos
das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo.
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JORNAL DA CIDADE DE BAURU - SP | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo.
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JORNAL DA CIDADE DE BAURU - SP | NACIONAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Brasil
O Ministério da Saúde informou
nesta segunda-feira (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe,
utilizado no combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O
remédio de alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui
em 22% o risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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JORNAL DIA A DIA - MS | CIÊNCIA E SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde
vai incorporar o medicamento Trastuzumabe (Herceptin), uma das principais
armas no combate ao câncer de mama, na lista de remédios distribuídos
gratuitamente pelo SUS. A inclusão será publicada nesta semana no Diário
Oficial da União.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres. Estima-se que entre 20% e
25% das pacientes diagnosticadas com câncer de mama têm indicação para
receber essa medicação - que tem como alvo a mutação genética que leva ao
HER-2 positivo, um dos tipos mais agressivos de tumor.
O Trastuzumabe é considerado uma das
drogas mais avançadas na terapia contra o câncer de mama porque é um
anticorpo monoclonal que promove uma "terapia-alvo", já que ele
tem a capacidade de atingir exclusivamente as células doentes, preservando
as sadias. O medicamento é fabricado pela Roche.
"Esse é um grande avanço para as
mulheres que dependem do SUS. É uma medicação essencial para as pacientes
que são positivo para o HER-2 porque ela consegue controlar o avanço da
doença e evitar metástases", diz o mastologista Waldemir Rezende.
A droga será oferecida no SUS por decisão
da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (Conitec), criada dentro
do ministério por força de lei. Segundo o Ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, a comissão analisou o custo-efetividade da droga por
mais de um ano, colocou o assunto em consultas públicas e não levou em
consideração a pressão das demandas judiciais.
A droga é administrada na veia e é de uso
hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo - cada frasco custa, em
média, R$ 7 mil -, ela estava restrita a mulheres que conseguiam o direito
de recebê-la do governo por meio de ações judiciais.
O Trastuzumabe é o sétimo medicamento
mais demandado judicialmente ao Ministério da Saúde, que em 2011 gastou
R$ 266 milhões na compra de remédios determinados por decisões judiciais -
sendo R$ 4,9 milhões para atender a 61 ordens de compra do Trastuzumabe.
Neste ano, o governo federal já recebeu
98 determinações judiciais para compra do medicamento e gastou R$ 12,6
milhões. Só uma compra para atender uma ação civil pública movida pelo
Estado de Santa Catarina, por exemplo, consumiu R$ 9,8 milhões dos cofres
públicos.
Segundo o ministro, a incorporação da
droga no SUS exige que o preço praticado pela indústria seja compatível com
o que ela aplica no mercado internacional. O governo estima gastar até R$
150 milhões por ano para fornecer a medicação. Por se tratar de uma compra
em massa, há uma negociação com o laboratório fabricante e o preço pode ser
reduzido em até 50%. A partir da publicação no Diário Oficial, a oferta na
rede ocorrerá em, no máximo, 180 dias. As informações são do jornal O
Estado de S.Paulo.
A
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JORNAL DO COMÉRCIO - RS | ECONOMIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Brasil
O Ministério da Saúde informou
hoje (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no
combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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JORNAL DO COMÉRCIO - RS | POLÍTICA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Brasil
A partir de agora, as experiências
científicas com uso de animais no Brasil terão que ser acompanhadas,
obrigatoriamente, por médicos veterinários. A exigência da presença desses
profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação (MCTI).
Na prática, a maior parte dos laboratórios
de pesquisa que utilizam animais para experimentação científica e ensino,
mais conhecidos como biotérios, já mantém veterinários em suas equipes,
segundo informações do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).
"O que se pretende é que a prerrogativa
seja levada à sociedade em geral, para que o número cada vez maior de
universidades que têm biotérios também cumpra essa norma", explicou o
professor e pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco,
Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal
do CFMV.
Com a medida, procedimentos como
analgesia, eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a
garantia de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência
e responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos.
"Quem pode avaliar se animal está
sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um procedimento, em aula
prática ou pesquisa, é o medico veterinário", explicou Alberto Costa.
Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o nível de consciência do
ser humano, os animais são capazes de experimentar as sensações negativas e
positivas, desde euforia à frustração, dor e sofrimento intenso. "A
presença do médico veterinário contribui para que não ocorra essa situação
de sofrimento", acrescentou o professor.
A obrigatoriedade, por outro lado,
desperta, entre alguns pesquisadores e cientistas, o temor de que os
médicos veterinários interfiram nos procedimentos exclusivamente
científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação Animal do
Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova norma, que
cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata apenas da
assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente, existem
pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais [submetidos às
experiências]. O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.
A alteração nas regras desse tipo de
experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que substituam o uso
de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da indústria cosmética,
validaram métodos alternativos de substituição. Mas, quando se trata de
pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que "não terá tão
cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque falta
investimento".
Para o pesquisador, o estabelecimento de
métodos alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos
para ser concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller
ainda destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional
sobre o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos.
Aqui [no Brasil], não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até
substitui aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não",
relatou.
A dificuldade em reproduzir, de forma
padronizada, a variedade de condições exigidas pelas pesquisas é o
principal problema apontado pelos pesquisadores para a substituição dos
animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de qualidade de
vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se essa vacina
for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que tomar a vacina
terá problema neurológico", afirmou Müller.
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JORNAL DO COMÉRCIO - RS | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Trastuzumabe, que só era
disponibilizado através de ação judicial, é indicado para mais de 20% das
pacientes
O Ministério da Saúde anunciou
ontem que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe (Herceptin), uma das
principais armas no combate ao câncer de mama, na lista de remédios
distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A inclusão
será publicada nesta semana no Diário Oficial da União. O medicamento só
era disponibilizado gratuitamente mediante ação judicial.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres. Estima-se que entre 20% e
25% das pacientes com esse diagnóstico têm indicação para receber a
medicação. O Trastuzumabe é considerado uma das drogas mais avançadas na
terapia contra a doença porque é um anticorpo monoclonal que promove uma terapia-alvo,
já que ele tem a capacidade de atingir exclusivamente as células doentes,
preservando as sadias. "O medicamento proporciona um tratamento
humanizado, muito menos agressivo", avalia o coordenador do Serviço de
Mastologia do Hospital Conceição, José Luiz Pedrini. A expectativa dele é
de que em pouco tempo o remédio venha a substituir a quimioterapia para
esses casos, possibilitando uma redução considerável nos efeitos
colaterais.
A droga será oferecida no SUS por decisão
da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (Conitec), criada dentro
do Ministério da Saúde por força de lei. Segundo o Ministro da
Saúde, Alexandre Padilha, a comissão analisou o custo-efetividade da
droga por mais de um ano, colocou o assunto em consultas públicas e não levou
em consideração a pressão das demandas judiciais.
De acordo com Daniela Dornelles Rosa,
médica oncologista do Hospital Moinhos de Vento, existe uma ação civil
pública que garante a aquisição do medicamento para as pacientes na Capital
em cerca de 20 ou 30 dias. Para as demais ações, a aquisição pode levar de
dois a três meses. "Cabe ao médico solicitar o medicamento com
antecedência, para que não haja atrasos no início. Mesmo sem atrasos, há o
desgaste emocional de uma paciente com diagnóstico de câncer de mama ter
que entrar na Justiça para conseguir um tratamento", explicou. A
médica diz que o remédio diminui a mortalidade em 30% e reduz pela metade a
chance de a doença voltar.
A droga é administrada na veia e é de uso
hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo, estava restrito a
mulheres que conseguiam o direito de recebê-lo do governo por meio de ações
judiciais. Daniela afirma que uma ampola de 440 miligramas custa em torno
de R$ 8 mil a R$ 12 mil. O medicamento é utilizado por peso. Assim, algumas
pacientes precisam de mais do que uma ampola por ciclo. "São
realizados 18 ciclos, com intervalos de três semanas entre cada aplicação,
totalizando um ano de tratamento após a cirurgia do câncer de mama",
relata a oncologista.
O Trastuzumabe é o sétimo medicamento
mais demandado judicialmente ao Ministério da Saúde. Neste ano, o
governo federal já recebeu 98 determinações judiciais para compra do
medicamento e gastou R$ 12,6 milhões. Só uma compra para atender a uma ação
civil pública movida pelo estado de Santa Catarina, por exemplo, consumiu
R$ 9,8 milhões dos cofres públicos. A partir da publicação no Diário
Oficial, a oferta na rede ocorrerá em, no máximo, 180 dias.
A introdução do remédio na lista foi
comemorado pelo Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama). "O
fornecimento do medicamento pelo SUS deve causar um impacto positivo na
saúde das pacientes e a mortalidade deverá diminuir
consideravelmente", ressaltou Maira Caleffi, presidente do Imama e da
Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama
(Femama). Segundo as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o
Estado continua sendo o segundo do País, atrás apenas do Rio de Janeiro,
com maior incidência da doença, com projeção de 81 casos a cada 100 mil
mulheres em 2012. Porto Alegre, entre as capitais brasileiras, segue líder,
com números elevados e a expectativa de que some 125 novos casos a cada 100
mil mulheres neste ano.
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JORNAL DO COMMERCIO - PE | BRASIL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
RIO – O Conselho Regional de
Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) publicou duas resoluções em que proíbe
a participação de médicos em partos domiciliares e nas equipes de
sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de complicações. A entidade
também veda a presença de doulas (acompanhantes de parto, reconhecidas pelo
Ministério da Saúde) em ambiente hospitalar. Os médicos que
descumprirem as determinações serão submetidos ao conselho de ética.
A medida, classificada de “arbitrária”
pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia
(Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional de Enfermagem (Coren)
questionará as resoluções judicialmente e entidades de defesa do parto
humanizado convocaram uma passeata para o dia 5 de agosto, em Ipanema.
“Em hipótese alguma um conselho pode
interferir na regulação de outras profissões e no direito de escolha da
mulher. Essa resolução dificulta a nossa atuação”, afirma Pedro de Jesus,
presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes, conselheiro
do Cremerj, diz que as resoluções são um “alerta às mães”. “Elas estão
sendo informadas de que, se o pré-natal não teve agravo, podem fazer parto
em casa. Há problemas que ocorrem durante o trabalho de parto e no parto”,
afirma. Ele afirmou que o conselho não está proibindo o parto domiciliar.
“A mãe vai optar sabendo do risco. Porque não é a presença do médico que
garante segurança, ele tem que ter condições de agir.”
Para a médica Daphne Rattner, presidente
da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna), as resoluções
vão de encontro às políticas de humanização do parto do Ministério da
Saúde, que reconhece o trabalho de parteiras tradicionais e incentiva a
participação de doulas nos hospitais públicos. Em março foi assinado
convênio entre a pasta e a Universidade de Brasília para o programa Doulas
no SUS, de formação dessas acompanhantes, do qual Daphne é gestora.
Em nota, o Ministério da Saúde
informou que as decisões do conselho “não afetam as políticas” da pasta. O
ministério considera, porém, que a participação da doula é um instrumento
humanizador e que “a assistência prestada pelas parteiras é uma realidade
em diversos locais do País”.
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JORNAL DO COMMERCIO - RJ | RIO DE JANEIRO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Novos centros devem custar
cerca de R$ 900 milhões e vão demandar 120 profissionais cada. A primeira
unidade será criada no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo
O governo do Rio de Janeiro pretende
desenvolver, até 2014, cinco centros de emergências específicos para
pacientes que sofrem traumas múltiplos em acidentes. O objetivo da
Secretaria Estadual de Saúde é garantir atendimento rápido e exclusivo para
esses tipos de lesões, que costumam exigir intervenção cirúrgica de emergência.
"Hoje, o Brasil é o quinto país no
mundo em número de acidentes automobilísticos e a primeira hora após o
incidente é o momento em que saberemos se o paciente terá condições de
sobrevida ou não", explicou o coordenador de Trauma da secretaria e responsável
pela estruturação do projeto, o médico Rogério Casemiro. "Nada melhor
do que ter uma equipe capacitada e treinada para prestar esse tipo de
atendimento ", completou.
Os novos centros devem custar cerca de R$
900 milhões e vão demandar cerca de 120 profissionais. "No plantão,
entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, a ideia é que haja 20
profissionais por dia, em cada centro", disse Casemiro.
A primeira unidade será criada no
Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, até o fim do ano. Nela,
haverá um heliponto. As demais serão construídas nos hospitais Albert
Schweitzer, em Realengo, Rocha Faria, em Campo Grande, Adão Pereira Nunes,
em Duque de Caxias, e no futuro Hospital Estadual de Trauma, em Nova
Iguaçu.
As equipes serão compostas por
ortopedistas, cirurgiões geral e vascular, anestesistas e neurocirurgiões,
além de cirurgiões pediátricos com formação em trauma, cirurgiões torácicos
e urologistas. A forma de contratação dos profissionais ainda está sendo
estudada.
A primeira equipe - 11 médicos e seis
enfermeiros da Secretaria de Saúde - foi treinada durante seis semanas em
universidades norte-americanas. Casemiro explicou que os profissionais vêm
se reunindo para adaptar os processos e protocolos usados nos Estados
Unidos à realidade e à legislação brasileiras e serão multiplicadores das
técnicas aprendidas. "Fizemos um convênio com as universidades de
Maryland e de Miami, que estão nos apoiando nesse projeto."
O secretário-geral do Conselho Regional
de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) e coordenador da Comissão de Saúde
do órgão, Pablo Vazquez, elogiou a iniciativa e ressaltou que é fundamental
a contratação de novos profissionais para que o projeto contribua
efetivamente para a melhoria desse tipo de atendimento. "Nosso receio
é que, em vez de aumentar a oferta de serviço, haja uma concentração de
profissionais nesses centros e a qualidade diminua nos outros
hospitais", observou.
Vazquez destacou que, nos Estados Unidos
e no Canadá, onde essa estratégia é adotada, o táxi áereo funciona muito
bem e não faltam médicos especializados. "No Brasil, temos déficit de
neurocirurgiões. Deve haver a contratação de novos profissionais e não a
transferência dos que já existem.".
O presidente do Sindicato dos Médicos do
Rio de Janeiro, Jorge Darze, disse que qualquer proposta para melhorar a
assistência no estado é bem-vinda, mas que, nos últimos seis anos, os
projetos anunciados pelo governo não se concretizam ou têm se mostrado
ineficazes. O estado obteve, recentemente, a pior colocação do Brasil em
assistência do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo o Índice de Desempenho
do SUS, do Ministério da Saúde.
"O que se percebe é que o governo
lança esses projetos, muito bons na teoria, como medidas de marketing
político", disse, citando o caso das Unidades de Pronto-Atendimento
(UPA) como exemplo.
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MONITOR MERCANTIL - RJ | RIO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Duas resoluções do Conselho
Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), em vigor desde a semana
passada, proíbem o trabalho de parteiras e a realização de partos em casa.
A entidade argumenta que as
profissionais, assim como as doulas, acompanhantes de gestantes que
auxiliam no parto, colocariam em risco a mulher e o bebê. Partos fora do
ambiente hospitalar apresentariam o mesmo perigo. Agora, médicos que
fizerem o procedimento serão processados disciplinarmente e podem perder o
direito de exercer a profissão.
O Conselho Regional de Enfermagem do Rio
de Janeiro (Coren-RJ) promete acionar o Ministério Público contra a
Cremerj. Esta é a primeira proibição do tipo em todo o país. Oficialmente,
o Ministério da Saúde reconhece o trabalho das parteiras.
Movimentos sociais e de mulheres do Rio
estão preparando um ato de repúdio às resoluções.
A causa é apoiada pelo Grupo de Apoio à
Maternidade Ativa (Gama), cuja coordenadora, Ana Cristina Duarte, receia
que a medida possa se espalhar por todo o país. A manifestação está
programada para o dia 5 de agosto, no Posto 9, em Ipanema.
Para a conselheira da Rede pela
Humanização do Parto e do Nascimento (ReHuNa), Ingrid Lotfi, a decisão do
Cremerj, publicada no último dia 19, foi uma "retaliação" à
Marcha pelo Parto em Casa, ocorrida no dia 17 de junho em várias cidades
brasileiras.
A marcha foi convocada por meio das redes
sociais após o Cremerj ter solicitado ao Conselho Regional de Medicina de
São Paulo (Cremesp) a punição do obstetra Jorge Francisco Kuhn, que
defendeu, em um programa de televisão, o direito de mulheres saudáveis
optarem pelo parto domiciliar, informou Ingrid.
Ela - que também coordena o Isthar-Espaço
para Gestantes do Rio de Janeiro, presente em 11 cidades brasileiras -
defende o Brasil adote a prática existente em países desenvolvidos, como
Canadá, Holanda e Inglaterra de que mulheres grávidas de baixo risco tenham
a opção de dar à luz fora do ambiente hospitalar.
- A gente tem o direito de escolher que o
bebê nasça em casa. Existem estudos que mostram que é tão seguro quanto no
hospital, se a gente tiver condições de saúde e tudo estiver bem."
Ingrid Lotfi se disse a favor também da
presença das doulas nos hospitais.
- Ela não tem nenhuma função médica. Pelo
contrário, ela está ali para encorajar a mulher, dar um suporte contínuo
emocional, psicológico, físico, coisas que auxiliem e potencializem a
fisiologia do parto.
Principal programa do governo para a
maternidade, a Rede Cegonha prevê que a gestante conheça previamente a
unidade de saúde onde terá o bebê e tenha direito a um acompanhante, de
livre escolha, durante a internação. A Rede Cegonha, lançada em março de
2011, é uma estratégia do Ministério da Saúde operacionalizada pelo
Sistema Único de Saúde (SUS) e fundamentada nos princípios da humanização e
assistência às gestantes e aos bebês.
Para o conselheiro do Cremerj, Luís
Fernando Moraes, o objetivo da entidade, ao publicar as duas resoluções, é
"proteger a mulher e seu filho na hora do parto". Ele disse à
Agência Brasil que o médico "não pode compactuar" com a
realização de partos em casa, "onde pode haver alguma
complicação".
O médico lembrou que o Conselho Federal
de Medicina e a própria Sociedade de Ginecologia consideram o parto domiciliar
"um retrocesso e inseguro". De acordo com ele, em caso de
problemas, a paciente terá o seu direito a uma assistência segura
comprometido. O intuito do Cremerj é proibir que o obstetra faça partos
domiciliares.
- Se ele compactuar com isso, a gente entende
que esse é um problema ético - disse.
O profissional que desobeder a resolução
responderá a processo disciplinar.
Em relação à presença das doulas nos
hospitais, Luís Fernando Moraes esclareceu que elas não têm nenhuma
formação na área da saúde.
- Pessoas leigas dentro de uma sala
cirúrgica, atuando, nós achamos que isso é inseguro também para a paciente,
porque essas pessoas não têm formação, não têm noções de assepsia, de
cuidados. Por isso, a gente tenta proteger a paciente com essas resoluções.
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O DIA - RJ | ECONOMIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
O Ministério da Saúde
no Rio de Janeiro esclareceu ontem que as unidades federais no estado não
estão com os serviços completamente paralisados. Em alguns hospitais, estão
sendo priorizadas as cirurgias complexas e casos de maior gravidade.
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O DIA - RJ | RIO DE JANEIRO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012
Abrigo que há seis anos não
recebia crianças infectadas acolheu 12 em um ano e meio
Uma herança maldita. Bebês com o vírus HIV
voltaram a ser realidade nas maternidades do Rio. A Sociedade Viva Cazuza,
que não recebia recém-nascidos infectados há 6 anos, abrigou 12 nos últimos
18 meses. No mesmo período, o Abrigo Evangélico da Pedra de Guaratiba
acolheu 14. Muitos são filhos de mães viciadas em drogas como o crack.
"É lamentável. Nos últimos anos, só
tínhamos adolescentes, mas ano passado começamos a receber bebês com
anticorpos e outros já com o vírus. Segundo o Juizado, geralmente são filhos
de usuárias de droga. Tivemos que reabrir nosso berçário", afirma
Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade Viva Cazuza, em
Laranjeiras. Coordenadora do abrigo evangélico, Ana Chelly explica que
bebês que já têm o vírus "terão que tomar medicamento a vida
toda".
Como O DIA mostra desde domingo, o uso do
crack por mães e pais fundamenta a maioria dos pedidos de perda da guarda
de crianças feitos pelo Ministério Público Estadual. Em casos de bebês
afastados de suas famílias pela Justiça, a frequência é de 90%. Muitas
usuárias de crack se prostituem para conseguir a pedra e engravidam. A
incidência de grávidas tiradas de cracolândias por assistentes sociais da
prefeitura é alta.
"Esse fenômeno (aumento de bebês com
o vírus) é preocupante, mas recente na saúde pública. Por isso, não temos
estatísticas", explicou a gerente do programa municipal de DST/Aids,
Lílian Lauria. Ela alerta que, "se a mulher soropositiva toma
medicação na gestação, o risco de transmissão é menor que 1%. Mas se só
chega na hora do parto esse índice não é possível".
Segundo ela, o município oferece teste
rápido de diagnóstico no posto de saúde do Centro e começará a oferecê-lo
na Clínica da Família do Jacarezinho por conta da concentração de moradores
de rua: "O objetivo é conseguir fazer com que essas mulheres façam o
pré-natal."
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O DIA - RJ | RIO DE JANEIRO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
O Conselho Regional de
Enfermagem do Rio (CorenRJ) vai ao Ministério Público hoje para que seja
instaurada ação civil pública contra o Cremerj. "Eles não têm número
para dizer que a maternidade é mais segura. A iniciativa fere o princípio
de liberdade da mulher", critica o presidente do Coren, Pedro de
Jesus.
A Secretaria Municipal de Saúde não vai
alterar a estrutura da Casa de Parto David Capistrano Filho, em Realengo,
onde os nascimento são feitos com o auxílio de enfermeiras obstétricas,
doulas e parteiras, mesmo após as proibições. Antes mesmo das duas
resoluções, o Cremerj já não reconhecia esse modelo de unidade de saúde,
porque acredita que elas não têm estrutura adequada para enfrentar parto
com complicações.
No mês passado, o Cremerj solicitou ao
Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) a punição do obstetra
Jorge Francisco Kuhn, que defendeu, em programa de televisão, o direito de
mulheres saudáveis optarem pelo parto domiciliar.
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O DIA - RJ | RIO DE JANEIRO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Município do Rio mantém
unidade de saúde só com parteiras e enfermeiras. Conselho de Enfermagem
entra hoje com ação contra resolução do Cremerj
As mulheres que desejam ter filhos com
parteiras, doulas - acompanhantes de gestantes - ou em casa ganharam apoio
de peso na causa. O Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de
Saúde afirmaram que reconhecem o trabalho dessas profissionais. Conforme O
DIA publicou ontem, duas resoluções do Conselho Regional de Medicina do Rio
(Cremerj), inéditas no País, proibiram essa atuação durante e após o parto.
A prefeitura afirmou ainda que vai manter casa em Realengo, onde
nascimentos são feitos com ajuda dessas profissionais.
O Cremerj também decidiu que o médico que
participar do parto domiciliar será processado disciplinarmente e pode até
perder o direito de exercera profissão. O Ministério da Saúde
afirmou que as resoluções que passaram a valer no Rio de Janeiro não vão
afetar as políticas desenvolvidas pelo governo federal.
A filha da apresentadora Ana Maria Braga,
Mariana Maffei, 29 anos, deu à luz Joana em casa. Hoje ela tem um ano e
meio.Para a jovem, a decisão do Cremerj é política e vai na contramão da
história, já que países que são referência em obstetrícia defendem o parto
domiciliar.
"As maternidades têm um ambiente
hostil muito grande. Existe uma pressão para a parturiente acabar logo com
o trabalho de parto e o médico ir embora. Tive a ajuda de duas parteiras e
uma doula. Foi a melhor experiência da minha vida. Tenho certeza de que
decisão do Cremerj vai cair", opinou Mariana.
Atualmente, no Brasil, 98% dos partos são
hospitalares. Apesar deste índice alto, ainda existem em atuação 60 mil
parteiras. O Ministério da Saúde reconhece a categoria e oferece
capacitação, desenvolvendo ações para valorizá-las, apoiá-las,
qualificá-las e integrá-las ao trabalho ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Em nota, o órgão elogiou o trabalho das
acompanhantes de gestantes: "A participação da doula é mais um
instrumento humanizador do parto, pois ela acolhe e acompanha as mulheres,
dando apoio emocional e incentivo não só às gestantes, mas também a seus
familiares."
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O POVO - CE | DIVIRTA-SE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
WASHINGTON, 23 Jul 2012 (AFP)
- O cantor britânico Elton John afirmou nesta segunda-feira, 23, que o
mundo precisa de mais amor para acabar com a Aids, uma pandemia que
custou 30 milhões de vidas desde o seu surgimento nos anos 1980.
"Precisamos de um pouco mais do que
dinheiro. Precisamos de um pouco mais do que Medicina. Precisamos de
amor", declarou John na XIX Conferência Internacional sobre a Aids,
realizada esta semana em Washington, o maior evento de especialistas em HIV/Aids
do mundo.
"Precisamos é de mais amor para os
que estão vivos", afirmou, lembrando sua juventude como um homossexual
viciado em drogas com dificuldades para ser aceito, e lamentando a discriminação
que ainda existe com este grupo em muitas partes do mundo.
"Há algumas pessoas que olham os
doentes e buscam razões para culpá-las", explicou, acrescentando que o
medo do isolamento impede que as pessoas façam exames ou iniciem um
tratamento. A vergonha e o estigma estão "matando as pessoas em todo o
mundo agora mesmo", afirmou.
O cantor saudou a iniciativa dos Estados
Unidos de financiar programas de tratamento mundiais contra a doença, mas
denunciou a sua incapacidade de conter uma epidemia aguda na capital
americana, onde a taxa de transmissão entre homens negros está aumentando.
"Se este país quisesse acabar com a Aids
em casa, poderia fazer isso num piscar de olhos", afirmou, recebendo
aplausos.
A Conferência Internacional sobre a Aids
é realizada a cada dois anos e voltou aos Estados Unidos pela primeira vez
desde 1990, depois de o governo americano eliminou as restrições ao acesso
ao país de pessoas soropositivas.
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O POVO - CE | BRASIL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde
informou ontem, em Brasília, que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe,
utilizado no combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O
remédio de alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui
em 22% o risco de morte das pacientes. De acordo com a pasta, o produto é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados.
Em 2011, o Governo federal gastou R$ 4,9
milhões para atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a
oferta do remédio. Este ano, já foram desembolsados R$ 12,6 milhões com a
compra do Trastuzumabe por ação judicial. Para disponibilizar o remédio em
unidades públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano.
A incorporação foi aprovada pela Comissão
Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o tratamento de
câncer de mama inicial e avançado, integrando as ações do Plano Nacional de
Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama,
lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
De acordo com o ministério, o câncer de mama é o segundo tipo mais comum no
mundo e o mais frequente entre mulheres, com uma estimativa de mais de 1,15
milhão de novos casos a cada ano. A doença é responsável ainda por 411.093
mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados deste ano a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no País. O câncer de mama é o segundo
tipo mais frequente no mundo, atrás apenas do tumor maligno de pulmão. De
acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve
registrar este ano 11 mil mortes por causa da doença e 51 mil novas
ocorrências devem ser diagnosticadas.
No portal da Sociedade Brasileira de
Mastologia (www.sbmastologia.com.br/), há uma lista com os locais onde o
exame pode ser providenciado gratuitamente no País, por meio do Sistema
Único de Saúde (SUS).
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O TEMPO - MG | BRASIL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Saúde.Remédio de alto custo
reduz os riscos de morte em 22% Governo gastará R$ 130 milhões por ano para
oferecer o medicamento BRASÍLIA. O Ministério da Saúde informou
ontem que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no combate
ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de alto custo
reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco de
morte das pacientes. De acordo com a pasta, o medicamento é considerado um
dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um dos mais
procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para atender a
um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do remédio.
Neste ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do Trastuzumabe por
ação judicial. Para disponibilizar o remédio em unidades públicas de saúde,
serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação foi aprovada pela
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o
tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra as ações do Plano
Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero
e de Mama, lançado no ano passado. A partir da publicação no "Diário
Oficial da União", o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta
do medicamento. Segundo o ministério, o câncer de mama é o segundo tipo
mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com uma estimativa
de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é responsável
ainda por 411.093 mortes anualmente. Em 2010, foram notificadas 12.812
mortes por causa da doença no país - 12.705 de mulheres e 147 de homens,
ambos somente na rede pública. No sexo feminino, atrás desse tipo de tumor,
em número de diagnósticos, aparece o de colo do útero, com 17.540 novos
casos previstos para 2012. Entre todos os tipos de câncer no Brasil, o de
próstata ainda atinge mais os homens que o de mama afeta as mulheres, de
acordo com o Inca. Apesar de a próstata ser o problema mais frequente nos
homens, com 60.180 novos casos previstos para este ano, o câncer de pulmão
mata mais.
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O TEMPO - MG | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Washington. Um painel
internacional de saúde apresentado na abertura da 19ª Conferência
Internacional de Aids recomendou pela primeira vez que todos os
pacientes com o vírus HIV sejam tratados com remédios Antirretrovirais,
mesmo quando o impacto do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional (IAS)
citou novas evidências de que a infecção com o HIV não tratada pode
levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou a pesquisadora Melanie Thompson.
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O TEMPO - MG | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
HIV.Mesmo
que não se fale em cura, clima de otimismo domina conferência EUA recebem
autoridades internacionais sobre a doença Washington, EUA. Mesmo que ainda
não se fale em cura, a possibilidade de pôr fim à pandemia de Aids
graças a um arsenal de novos tratamentos mostra uma luz no fim do túnel
para autoridades e pesquisadores, que se estão reunidos desde domingo na
Conferência Internacional sobre a doença em Washington, nos Estados Unidos.
"Pela primeira vez acreditamos que podemos declarar o começo do fim da
pandemia de Aids", disse Diane Havlir, professora de medicina
da Universidade da Califórnia e copresidente da Conferência da Aids
de 2012. O mesmo otimismo é compartilhado por Anthony Fauci, diretor do
Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas: "Começamos
realmente a nos dar conta de que é possível atuar na transmissão e mudar a
trajetória da pandemia, mesmo que (ainda) não haja cura", explica. O
virologista baseia suas esperanças, sobretudo, nos recentes resultados de
testes clínicos que revelam que os Antirretrovirais também permitem
reduzir fortemente o risco de transmissão em pessoas saudáveis, e não
apenas controlar o vírus naquelas que estão infectadas. Para o doutor
Gottfried Hirnschall, encarregado do relatório sobre a Aids da
Organização Mundial de Saúde (OMS), isso "estará, provavelmente, o
centro das conversas da conferência". "Reverter a tendência da
pandemia para termos uma geração livre da Aids", é o tema
principal da conferência, que reúne até sexta-feira 25 mil participantes,
entre personalidades políticas, artistas, pesquisadores e ativistas.
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TRIBUNA DO NORTE - RN | BRASIL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Brasília - O Ministério da
Saúde (MS) vai incorporar o Trastuzumabe, um dos mais eficientes
medicamentos de combate ao câncer de mama, no Sistema Único de Saúde (SUS).
Essa iniciativa faz parte do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e
Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a
assistência oncológica no país, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, no
ano passado. O ministério investirá R$ 130 milhões/ano para disponibilizar
o medicamento à população.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais
1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por 411.093 mortes a
cada ano. No Brasil, estimam-se 52.680 novos casos em 2012/2013. Em 2010
ocorreram 12.812 mortes por causa da doença. E neste ano, o Ministério
da Saúde já custeou mais de 100 mil procedimentos para quimioterapia do
câncer de mama inicial ou localmente avançado. "A expectativa é que o
Trastuzumabe beneficie 20% das mulheres com câncer de mama em estágio
inicial e avançado", afirma o Ministro da Saúde, Alexandre
Padilha.
A partir da publicação, nesta semana, no
Diário Oficial da União (DOU), o SUS tem prazo de 180 dias para efetivação
de sua oferta á população brasileira. O novo medicamento reduz as chances
de reincidência do câncer. A incorporação do Trastuzumabe foi aprovada pela
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o
tratamento de câncer de mama inicial e avançado.
O Trastuzumabe é um dos primeiros
medicamentos incorporados no SUS a partir da Lei 12.401, de 2011. O
decreto, que cria uma Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec), define regras que garantem a proteção do cidadão quanto ao uso e
eficácia desses medicamentos, que devem ter registro nacional e serem
reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O documento estabelece também que seja
publicado um protocolo de como e quais as situações que o medicamento deve
ser utilizado. "A Conitec é um aprimoramento do sistema de
incorporação de novas tecnologias, protegendo o cidadão e reduzindo os
riscos de judicialização do medicamento, que muitas vezes é recomendado de
forma indevida", destaca o ministro.
A droga é administrada na veia e é de uso
hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo - cada frasco custa, em
média, R$ 7 mil -, ela estava restrita a mulheres que conseguiam o direito
de recebê-la do governo por meio de ações judiciais. Em 2011, o ministério
gastou R$ 4,9 milhões para atender a 61 pedidos judiciais. Esse ano já
foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do Trastuzumabe por demanda
judicial.
De acordo com o ministro Padilha, essa
aquisição só foi possível devido à economia de custos gerada por inovação
tecnológica, parcerias público-privadas, comparação de preços
internacionais e a centralização de compras. "A melhor gestão dos
recursos possibilitou gerar uma economia de R$ 1,7 bilhão/ano no orçamento
do ministério. Isso nos permite ampliar o acesso dos brasileiros às novas
tecnologias", explica.
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TRIBUNA DO NORTE - RN | NATAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
A reitora da Universidade
Federal do Rio Grande do Norte, Ângela Paiva, e o diretor do Hospital
Universitário Onofre Lopes, Ricardo Lagreca, garantiram que a instituição
manterá o convênio com o Estado para a cessão de 60 leitos para a
Secretaria Estadual de Saúde.
Em entrevista coletiva na tarde de ontem
(23), a reitora explicou que o Tribunal de Contas da União publicou um
acórdão (576/2012) dizendo que não seria ato de boa fé dos gestores
federais contratarem profissionais terceirizados para ocupar cargos
inerentes aos servidores concursados.
"Em nenhum momento a UFRN recuou em
manter o contrato com a Sesap. Nós apenas estamos buscando uma solução para
esse problema apontado pelo Tribunal de Contas da União", disse Ângela
Paiva.
Entre as soluções que serão apresentadas
pela Universidade está a contratação da Fundação Norte-rio-grandense de
Pesquisa e Cultura (FUNPEC) para realização de um processo seletivo
simplificado para a contratação de 72 funcionários entre
fisioterapeutas,enfermeiros, nutricionistas.
A outra saída seria o TCU abrir uma
exceção - tendo em vista o Estado de calamidade da saúde pública do RN - e
autorizar a contratação terceirizada desses profissionais.
"A Procuradoria da Jurídica da UFRN
está trabalhando para encaminhar essas propostas para os Ministérios da
Saúde e Planejamento para que seja resolvido o quanto antes e assim darmos
início aos atendimentos", disse a reitora.
O diretor do Hospital Universitário,
Ricardo Lagreca, informou que a instituição já possui 50 leitos prontos
para receber os pacientes oriundo da rede pública de saúde. Faltam apenas
os profissionais para atender a esses pacientes. Ainda de acordo com
Lagreca, a contratação dos médicos ficará a cargo da Secretaria de Saúde.
O acordo firmado entre a Sesap e a UFRN
prevê a cessão temporária de 60 leitos de clínicas médicas por 180 dias (90
+ 90 dias) até que o Hospital João Machado seja reestruturado e possa
atender a demanda do Estado. Pelo convênio, o Huol receberá R$300/dia por
cada leito.
"Esses são leitos de retaguardas
para dar um suporte a situação de calamidade em que se encontra a saúde do
RN. Não é uma demanda portas abertas em que qualquer paciente será
atendido, nós vamos receber aqueles referenciados pelo Walfredo Gurgel ou
outro hospital da rede estadual", explicou Lagreca.
Plano para Urgência e Emergência
A parceria com a UFRN para a abertura de
novos leitos no HUOL é apenas uma das medidas anunciadas pelo Governo do
Estado. Veja as principais:
- R$ 600 mil em repasses para custeio de
hospitais da rede estadual, da Região Metropolitana de Natal, pelo Ministério
da Saúde. Deste total, R$ 300 mil serão para o Walfredo Gurgel.
- 25 leitos de retaguarda clínica no
Hospital Ruy Pereira.
- Licitação para construção da Unidade de
Pronto-Atendimento (UPA) de São Gonçalo do Amarante.
- R$ 4,7 milhões em investimentos do Ministério
da Saúde para a criação de uma Central de Regulação Única (CRU) para
gerenciamento dos leitos da rede pública de saúde do RN
- 100 novos leitos de retaguarda clínica,
com repasse de verbas do Ministério da Saúde.
- 60 leitos no Hospital Universitário Onofre
Lopes, implantados de imediato, por meio de assinatura de convênio
específico com a UFRN. A implantação será dividida em duas etapas, de 30 e
60 dias.
- R$ 13 milhões via recursos do Governo
do Estado para reforma, restauração ou ampliação dos hospitais: Giselda
Trigueiro, João Machado, Santa Catarina, Walfredo Gurgel e Maria Alice
Fernandes, em Natal; Rafael Fernandes e Tarcísio Maia, em Mossoró; além dos
hospitais regionais de Macaíba, Santo Antônio e São Paulo do Potengi.
- R$ 12 milhões via Ministério da
Saúde para reforma e equipagem das emergências de quatro hospitais da
Região Metropolitana de Natal: Walfredo Gurgel, Santa Catarina, Maria Alice
Fernandes, em Natal; e Deoclécio Marques, em Parnamirim.
- R$ 5 milhões em investimentos com
recursos próprios para garantir o abastecimento imediato das necessidades
básicas dos hospitais da rede pública estadual.
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TRIBUNA DO PARANÁ - PR | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
23/07/2012
Em um emotivo discurso dentro da 19ª
Conferência Internacional de Aids, que ocorre nesta semana em
Washington, o cantor e compositor britânico Elton John afirmou que é
preciso substituir o "estigma" e a "vergonha" pela
"compaixão" na luta contra esta doença.
"Temos que substituir a vergonha
pelo amor. Temos que substituir o estigma pela compaixão", afirmou
nesta segunda-feira John, que também possui uma fundação de apoio a luta
contra a Aids, durante seu aplaudido discurso.
Neste, o cantor abordou sua própria
história de luta contra a dependência de drogas e contou que foi precisamente
a "compaixão" de amigos e, inclusive, de estranhos que o salvou
quando encontrava-se no fundo do poço.
Ao invés "julgar" os portadores
do vírus HIV "é preciso amá-los", além "de mostrar
compaixão para que eles possam ter mais força para enfrentar o
tratamento", sustentou o cantor.
"Vimos ódio em Uganda, estigma na
Ucrânia e indiferença na América" em relação à Aids, ressaltou
o artista.
Embora tenha reconhecido que não sabe
tuitar, enfatizou a importância das novas tecnologias como uma ferramenta a
mais nas campanhas de prevenção e difusão de informação sobre a doença.
"Vamos ter um mundo livre de Aids
em breve", completou o cantor.
A 19ª Conferência Internacional de Aids,
realizada nesta semana em Washington, estará repleta de caras conhecidas,
famosos e atores de Hollywood que se unem à causa para por um fim na doença
que há três décadas afeta milhares de pessoas e, inclusive, muitas
celebridades.
Na última sexta, a atriz Sharon Stone
participou de um ato beneficente no bairro de Georgetown e, no sábado, se
uniu a Bill e Belinda Gates, a cantora Alicia Keys e ao ator Sean Penn,
entre outros, em um jantar no Kennedy Center de arrecadação de fundos para
a pesquisa contra o vírus.
A atriz Elizabeth Taylor foi uma das
pioneiras a trabalhar na luta contra a Aids, doando uma parte de sua
coleção de joias, avaliadas em mais de US$ 115 milhões, e também
encorajando outras personalidades a contribuírem com a causa.
Ao lado da democrata Nancy Pelosi, o
cantor e compositor Elton John participará de outras mesas que serão
apresentadas durante os seis dias da conferência - a primeira realizado nos
EUA em 20 anos -, assim como a atriz Whoopi Goldberg, que também estará
presente em alguns dos fóruns de debate.
Junto à Comunidade da Diáspora
Latino-Caribenha (LCDC) estará o cantor colombiano Juanes, que confirmou
sua participação em algumas das atividades, assim como a ex-miss Universo
Stefanía Fernández.
A conferência, que começou ontem e se
estenderá até o dia 27 de julho, contará com a participação de mais de 20
mil pessoas, incluindo o presidente americano Barack Obama, que participará
através de uma videoconferência.
Desde a catalogação da Aids no
início do anos 80, mais de 30 milhões de pessoas já morreram por doenças
relacionadas com essa síndrome em mundo todo, e a Organização Mundial da
Saúde calcula que haja pelo menos 35 milhões de portadoras do vírus
A conferência, que começou no domingo e
se prolongará até a próxima sexta-feira, contará com a participação de mais
de 20 mil pessoas, incluído o presidente americano, Barack Obama, que
deverá apresentar uma videoconferência.
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G1 | BAHIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012 09:05
Veja a matéria no site de origem
Local recebe unidade desta
terça-feira (24) até sexta-feira (26).Atendimento é feito das 8h às 17h, no
bairro do Pau Miúdo, em Salvador.
O Hemóvel, unidade móvel do Hemoba (Fundação
de Hematologia e Hemoterapia da Bahia ), ficará no pátio do Hospital Otávio
Mangabeira, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, desta terça-feira (24) até
a sexta-feira (26). O atendimento é feito das 8h às 17h. A expectativa da
Hemoba é que cerca de 120 pessoas passem pela unidade por dia.
Para doar, é preciso estar em boas
condições de saúde, pesar mais de 50 kg, ter entre 16 e 67 anos, sendo que
os menores de idade devem ter autorização e estar acompanhados dos
responsáveis. Outras recomendações também deve ser atendidas pelo candidato
à doação, como estar bem alimentado, ter dormido no mínimo 6 horas, não ter
ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação e não ter fumado nas
últimas duas horas, além de evitar alimentos gordurosos.
Pessoas gripadas ou com febre, gestantes,
mulheres que estão amamentando ou no período de três meses após o parto,
aqueles que tiveram Hepatite após os onze anos de idade ou, ainda,
quem utiliza drogas injetáveis, não poderão doar. Para doar, o candidato
também deve levar um documento original com foto.
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FOLHA ONLINE |
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 08:26
Veja a matéria no site de origem
Paixão nacional, o bumbum
feminino volta a ser o centro das atenções na nova edição do Miss Bumbum,
que visa escolher a dona da "derrière" mais bonita do país.
A definição de "feminino", no
entanto, pode se tornar uma questão um pouco mais complexa na versão deste
ano do concurso.
É que os organizadores decidiram aceitar
a inscrição de Transexuais, após serem procurados por algumas
pessoas com essa condição.
Para Cacau Oliver, criador do concurso,
pelo menos uma delas tem condições de ser finalista do concurso.
Trata-se de uma moça "operada"
oriunda do Nordeste do país --ele não revelou de qual Estado.
"Ela viu que uma transexual pôde
participar do Miss Canadá e teve a ideia a partir daí", contou ao
"F5".
Segundo ele, mesmo a moça ainda não tendo
documentos com o nome de mulher, ela vai poder competir em pé de igualdade
com as demais inscritas.
"Se estiver dentro dos requisitos, a
gente vai aceitar", contou ele, que disse que o Miss Bumbum só não vai
aceitar Transexuais que ainda não sejam operadas.
Entre os requisitos, estão que o bumbum
da candidata seja natural. Ou seja, nada de próteses de silicone.
Veja fotos do Miss Bumbum 2011
CRESCIMENTO
No ano passado, sagrou-se vencedora do
Miss Bumbum a representante do Ceará, Rosana Ferreira. Além de posar para a
"Sexy", ela participa do "Esquenta", da Globo.
A segunda colocada, Graciella Carvalho,
também ganhou destaque, chegando a entrar para o elenco do programa
"Malícia", do canal pago Multishow.
Segundo Cacau, o sucesso da primeira
edição do concurso gerou um número grande de interessadas em participar da
edição deste ano.
No entanto, isso não significa que será
mais fácil escolher as candidatas.
"Tem mulheres que dizem que têm 1,50
m de bumbum, mas não é só ter o bumbum grande", explica. "O
trabalho de seleção neste ano vai ser maior."
Também houve conversas com interessados
em licenciar o concurso para ter edições em outros países, mas nada foi
fechado.
"O concurso veio coroar que o bumbum
brasileiro é o mais desejado do mundo", avalia.
A inscrições para a edição deste ano
estarão abertas entre os dias 1º e 30 de agosto no site do Miss Bumbum. A
final deve ocorrer em novembro.
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180 GRAUS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012 04:07
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Mulheres com filhos acima de
3,74 kg ao nascer tiveram aumentados os níveis de hormônios
Segundo estudo da Universidade do Texas
em Galveston (EUA), divulgado este mês na revista científica Plos One, ter
filhos acima de 3,74 kg ao nascer pode dobrar as chances de uma mãe ter
câncer de mama. O motivo, acreditam os pesquisadores, é o ambiente hormonal
criado durante a gestação que favorece o desenvolvimento e a progressão da
doença. As mulheres com bebês grandes tiveram aumentado os níveis de
hormônios que criam um ambiente pró-carcinogênico. Isso significa que elas têm
grandes níveis de estrogênio, baixos de anti-estrogênio e a presença de
fatores de crescimento semelhantes à insulina. A expectativa é que o estudo
ajude na predição e prevenção da doença décadas antes dela surgir. Os
pesquisadores estudaram 410 casos de mulheres que tiveram filhos na cidade
de Framingham entre 1991 e 2008. Cerca de 7,6% das mulheres analisadas
tiveram câncer e o risco de desenvolvimento da doença foi 2,5 vezes maior
naquelas com filho mais pesado em comparação com as demais. O estudo ainda
indicou que o peso da mãe não influi no risco. Estatísticas, diagnósticos e
tratamento - Dados do Inca (Instituto Nacional da Câncer) apontam que
neoplasia mamária é a segunda mais frequente no mundo e a mais comum entre
as mulheres - são 22% de casos novos em relação ao mesmo período do ano
anterior. A doença apresenta 95% de chance de ser curada, quando o nódulo é
menor que um centímetro, porém o auto-exame não consegue detectar nessa
fase. "A mamografia é uma das principais formas para diagnóstico da doença
em estágio inicial, fato importantíssimo para o sucesso do
tratamento", ressalta o oncologista Dr. Ricardo Caponero. Além de
advertir sobre a necessidade da prevenção, o Dr. Caponero mostra que os
recursos estão cada vez maiores às mulheres que irão passar pelo tratamento
quimioterápico. "É sempre bom destacar que a medicina avança a passos
largos e dispõe de uma série de medicamentos para salvar vidas e garantir
maior conforto à paciente mesmo nos casos avançados do câncer de mama e
ovário. Uma das opções é a doxorrubicina lipossomal peguilada, mais
conhecida como DLP, que além dos eficazes resultados provoca a diminuição
dos temíveis efeitos colaterais, como náuseas, vômitos e queda de
cabelo", finaliza. No Brasil, a doxorrubicina lipossomal peguilada é
comercializada como Doxopeg®. COMO PREVENIR O CÂNCER Segundo o oncologista,
Dr. Ricardo Caponero, cerca de 30% a 40% dos cânceres podem ser evitados
com bons hábitos: Não fume - o cigarro é responsável por 30 % das mortes de
câncer; Mantenha uma dieta equilibrada rica em frutas e verduras; por outro
lado, reduza proteína animal do cardápio; Procure ficar no seu peso ideal,
evitando sobrepeso ou obesidade; Quadros infecciosos, causados por vírus ou
bactérias estão relacionados com 17% de todos os cânceres; É fundamental
adotar um comportamento de sexo seguro, é importante ainda vacinar as
adolescentes contra o HPV, antes do início da vida sexual.
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ADMINISTRADORES.COM.BR | COTIDIANO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
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O medicamento de alto custo,
Trastuzumabe, reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes
O Ministério da Saúde (MS) vai
incorporar o Trastuzumabe, um dos mais eficientes medicamentos de combate
ao câncer de mama, no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa iniciativa faz
parte do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de
Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica
no país, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, no ano passado. O
ministério investirá R$130 milhões/ano para disponibilizar o medicamento à
população.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais
1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por 411.093 mortes a
cada ano. No Brasil, estimam-se 52.680 novos casos em 2012/2013. Em 2010
ocorreram 12.812 mortes por causa da doença. E neste ano, o Ministério
da Saúde já custeou mais de 100 mil procedimentos para quimioterapia do
câncer de mama inicial ou localmente avançado.
"A expectativa é que o Trastuzumabe
beneficie 20% das mulheres com câncer de mama em estágio inicial e
avançado", afirma o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A partir da publicação, nesta semana, no
Diário Oficial da União (DOU), o SUS tem prazo de 180 dias para efetivação
de sua oferta á população brasileira. E o novo medicamento diminui em 22% o
risco de morte de mulheres com a doença e ainda reduz as chances de
reincidência do câncer. A incorporação do Trastuzumabe foi aprovada pela
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o
tratamento de câncer de mama inicial e avançado.
Inclusão
O Trastuzumabe é um dos primeiros
medicamentos incorporados no SUS a partir da Lei 12.401, de 2011. O
decreto, que cria uma Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec), define regras que garantem a proteção do cidadão quanto ao uso e
eficácia desses medicamentos, que devem ter registro nacional e serem
reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O documento estabelece também que seja
publicado um protocolo de como e quais as situações que o medicamento deve
ser utilizado. "A Conitec é um aprimoramento do sistema de
incorporação de novas tecnologias, protegendo o cidadão e reduzindo os
riscos de judicialização do medicamento, que muitas vezes é recomendado de
forma indevida", destaca o ministro.
O medicamento é um dos mais procurados.
Em 2011, o ministério gastou R$ 4,9 milhões para atender a 61 pedidos
judiciais. Esse ano já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por demanda judicial.
De acordo com o ministro Padilha, essa
aquisição só foi possível devido à economia de custos gerada por inovação
tecnológica, parcerias público-privadas, comparação de preços
internacionais e a centralização de compras. "A melhor gestão dos
recursos possibilitou gerar uma economia de R$ 1,7 bilhão/ano no orçamento
do ministério. Isso nos permite ampliar o acesso dos brasileiros às novas
tecnologias", explica.
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ANGOLA PRESS | INTERNACIONAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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Washington - Os Estados
Unidos estão comprometidos com o objectivo de se chegar a uma geração livre
da Sida e intensificarão os seus esforços para deter a pandemia mundial,
afirmou a secretária de Estado, Hillary Clinton, durante uma conferência
mundial celebrada esta segunda-feira em Washington.
"Os Estados Unidos estão
comprometidos e manterão o compromisso de chegar a uma geração livre de
sida. Não vamos retroceder, não vamos ceder", disse Hillary durante a
XIX Conferência Internacional sobre sida, na capital americana.
"Vamos lutar pelos recursos
necessários para alcançar este marco histórico", acrescentou,
rejeitando as críticas de que os Estados Unidos não estavam decididos a
lutar contra a pandemia de HIV/sida, que causou 30 milhões de mortos
em três décadas.
A conferência, inaugurada no domingo, é o
maior encontro mundial sobre HIV/sida e espera-se que atraia 25.000
pessoas, incluindo políticos, cientistas, celebridades e activistas.
Hillary Clinton disse que o mundo em
breve será capaz de "realmente imaginar um momento no qual não seremos
mais afectados por esta terrível epidemia e pelo alto custo e o sofrimento
que nos impôs durante tempo demais".
A chefe da diplomacia americana divulgou
os novos esforços de financiamento dos Estados Unidos para apoiar a
circuncisão na África do Sul, ajudar as mulheres grávidas com HIV a
ter acesso a tratamentos para evitar infectar os seus bebés, bem como para
investigar novas intervenções contra a doença.
"Esta é uma luta que podemos vencer.
Já avançamos tanto, demais para parar agora", disse, arrancando
aplausos dos presentes.
Cerca de 34 milhões de pessoas no mundo
vivem com HIV, segundo o último relatório da ONUsida. No entanto,
aproximadamente uma em cinco pessoas não sabe que está infectada e correm
um risco maior de disseminar a doença.
Hillary reconheceu que sem uma vacina ou
cura para o HIV, o vírus se manterá presente no mundo, mas insistiu
em que "a doença causada pelo HIV não tem porque
permanecer".
Numa geração livre de sida praticamente
nenhuma criança nascerá com o vírus, os adolescentes correrão menor risco
de infecção e, se sofrerem contágio, poderão obter o tratamento necessário
para evitar o desenvolvimento da sida ou a sua transmissão, disse.
O colóquio, celebrado a cada dois anos,
volta a ser realizado nos Estados Unidos pela primeira vez em 22 anos,
depois que o país suspendeu, em 2009, a proibição de entrada no seu
território de pessoas infectadas com HIV, imposta em 1990.
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ANGOLA PRESS | SAUDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Luanda - Uma vacina contra o
pneumococo constituída por 13 serotipos que cobrem os principais agentes
causadores da pneumonia em crianças menores de cinco anos vai ser
introduzida em Outubro do corrente ano em todo território nacional.
A informação foi avançada hoje,
terça-feira, através de uma nota de imprensa do Ministério da Saúde,
a qual refere que actualmente é a melhor vacina a nível mundial contra a
pneumonia.
De acordo com o documento, em 2013 vai
ser também introduzida a vacina rotavirus para reduzir a mortalidade em
crianças por diarreias graves e severas causadas por este agente.
Segundo o quadro epidemiológico, foram
registados, em 2011, cerca de 1.171 casos de doenças respiratórias, fazendo
parte deste leque a pneumonia.
Constam ainda 3.501 casos de malária, com
6.909 óbitos, Tuberculose 31.193, Vih/Sida, com 14.180, doenças
diarreicas, com 537.575, sarampo, com 13.115, cólera, com 2.291, e
malnutrição, com 21.578.
O Ministério da Saúde avança que
nos dados do último inquérito da malária, 40 porcento dos agregados têm um
mosquiteiro tratado com insecticida (MTI), 26 porcento de grávidas e a
mesma percentagem nas crianças menores de cinco anos dormiram debaixo de um
mosquiteiro na noite anterior ao inquérito.
Refere ainda que 18 porcento de grávidas
receberam duas doses de fansidar, comparativamente ao ano de 2005, que
apenas dois porcento recebeu este tipo de tratamento preventivo.
A prevalência do inquérito de 2011 mostra
que a percentagem de crianças testadas positivas desceu 40 porcento comparativamente
entre 2006/2007.
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ANGOLA PRESS | SAUDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Luanda - A redução a
tendência crescente de agravamento da taxa de incidência da Tuberculose
para níveis não superiores a 80 novos casos por 100 mil habitantes é uma
das metas do Executivo (2009-2012) para o sector da saúde.
A informação foi avançada hoje,
terça-feira, à Angop, pelo Ministro da Saúde, José Van-Dúnem, quando
falava sobre os ganhos do sector nos últimos quatro anos.
José Van-Dúnem apontou também como
programa a executar a redução em cerca de 70 porcento da prevalência da
tripanossomíase, o aumento da cobertura dos serviços de atenção à
tripanossomíase, cobrindo 80 porcento da população em risco, assim como inverter
a tendência crescente de agravamento da prevalência do Vih/Sida para uma
taxa de três porcento.
"A diminuição a incidência da
malária para um número não superior a sete casos por 100 mil habitantes e o
decréscimo em cerca de 50 porcento da taxa de mortalidade materna e
infantil são ainda metas do governo para se atingir os objectivos do
milénio", disse o governante.
De acordo com o ministro, o plano de
trabalho do sector visa ainda aumentar em cerca de 80 porcento a
percentagem de partos assistidos por pessoal de saúde qualificado,
atingindo o indicador de três médicos por 10 mil habitantes.
Segundo o ministro, as prioridades do
sector para 2012 foram estabelecidas com vista ao alcance dos objectivos
nacionais previstos no programa do executivo 2009-2012, que visa
essencialmente o cumprimento de várias orientações estratégicas.
"As orientações estratégicas
cingiram-se na reestruturação do sistema nacional de saúde, que prioriza o
acesso de toda população aos cuidados primários de saúde, a redução da
morbilidade e mortalidade por doenças prioritárias do quadro nosológico
nacional e a promoção e preservação de um contexto geral e ambiente
propício à saúde", reforçou.
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BRASIL 247 | MUNDO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 07:43
Imagem 1
Veja a matéria no site de origem
Segundo Arnaldo Jabor, essa é
lição do assassino James Holmes, que, como coringa, atirou a esmo no cinema
do Colorado
247 - James Holmes não quis apenas olhar.
Quis "ser". E foi o coringa na tragédia do Colorado. Leia,
abaixo, o artigo do cineasta Arnaldo Jabor sobre o momento em que a realidade
superou a ficção, de forma trágica, num cinema norte-americano.
O coringa está em toda parte
Arnaldo Jabor
Vamos ao cinema em busca de ilusões. Só
que, de repente, sai da tela a realidade, como uma pavorosa "rosa
púrpura de sangue"!
"Armas na mão e balas nas
cabeças" foi o slogan dessa noite terrível. Como se o assassino
dissesse: "Eu não sou vocês; eu sou eles! Eu sou o Coringa".
Esse cara é louco de pedra, sem dúvida;
mas, quem dá conteúdo à sua loucura? É óbvio que são as cenas de morte
cruelmente sofisticadas e sádicas do cinema americano, as mesmas dos
filmes-catástrofe, os "Godzillas" que inspiraram o 11 de Setembro
do Osama. Sempre me espantei com o prazer que tem o cinema americano de
destruir Nova York; mesmo depois do Osama, continuam a destruir a cidade.
Por que isso? Tirando as comédias românticas ridículas e os desenhos
animados, só se vê morte nos filmes. E não é a violência literal que
provoca esses assassinatos. Não; é justamente a tranquilidade com que a
violência é exibida, a displicência com que fuzilamentos e punhaladas se
transformaram em um bailado ritual quase erótico. A violência ficou fria,
"deliciosa" de ver.
E quem fornece as armas? Ora, é óbvio que
é o comércio incontrolável de máquinas mortíferas, que ninguém consegue coibir.
São 200 milhões de armas legalizadas na América. Assim:
"Boa tarde... eu queria uma
metralhadora israelense, um Kalashnicov bacana, talvez o AK47, e aquela
granadinha ali... por favor"... "Tudo bem, aqui está - quer mais
munição?"
E, assim, o "cavaleiro das trevas
ressurgiu", o homem morcego se vingou de seus antigos protegidos. É
claro que não são as cenas pontuais de sangue que influenciam os loucos,
mas a violência implícita no país, direito constitucional de pistoleiros e
caubóis. Eu já morei lá, ia a uma escola como Columbine e vi de perto a
cultura da porrada.
Ele quis massacrar nosso mundo de
voyeurs. Ele quis mais, além de "olhar". Ele quis
"ser". Quis que participássemos do filme de ação, queria
partilhar conosco a loucura humana, num ato que mostra que a saúde, a razão
moral, a compaixão são partes de um intrincado painel de delírios, uma
pequena ilha num arquipélago de insanidades, quis mostrar que o
"humano" é definido por nossa agressividade milenar. É incrível
que muita gente negue a influência do cinema nos assassinatos (sem contar o
cotidiano guerreiro dos homens-bomba, dos genocídios nos países pobres e da
crueldade dos ricos). No cinema, já estamos tão acostumados com o massacre
colorido, que nem percebemos o absurdo. Quando o Código Hays da terrível
censura careta dos anos 30 foi extinto em Hollywood, a Sexualidade
continuou ausente dos filmes. Só floresceu a brutalidade total, o
substitutivo puritano para o sexo.
Por que ele matou espectadores e não
compradores de supermercado? Por que matou os que sonhavam no escuro?
Queria experimentar o inominável, o crime impensável? Queria outro tipo de
cinema? Ele foi um documentarista. Foi contra a ficção - queria um
"cinema-verdade". Poderia ter atirado na tela, matando o filme.
Mas atirou nos passivos voyeurs da crueldade alheia. É como se dissesse:
"Não se brinca com a morte, nem Batman nem ninguém nos livra da morte
com catarses purificadoras, pois um dia ela chega". Um dia, o Coringa
chega, pois ele está em toda parte. É só ligar a TV e olhar a Síria; Assad
é um Coringa, Putin, também. Todo louco tem fome de realidade e, nisso, a
morte tem uma grande serventia: ela é brutamente palpável, concreta, nega
todo discurso.
Ele não se suicidou, como tantos. Não.
Creio que ele, mesmo louco, queria aparecer, ser preso mesmo. No crime
americano, o assassino quer ser reconhecido como sujeito. Lembro-me do
garoto de In Cold Blood (A Sangue Frio), de Truman Capote, que tinha
pronto um discurso para o dia em que ganhasse o Oscar; um discurso modesto,
emocionado, que ele ensaiava diante do espelho.
Fiquei mesmo fascinado com as armadilhas
que ele deixou no apartamento para a polícia; ele estava montando um filme
em que ele era o roteirista e protagonista.
Talvez sua mensagem seja de que nada se
explica, que não valemos nada, que nem no escuro, comendo pipocas, estamos
a salvo.
Ele queria provar que o neocrime não é
mais o contrário do Bem. Como um Mallarmé (Le Mal-Armé - perdão,
lacanianos!...), ele ensinou que nosso pobre "jogo de dados não vai
abolir o Acaso jamais"; um acaso sangrento pode surgir e nossa morte
não é mais sagrada.
Os jornais perguntam sem parar: por quê?
Mas toda semana há uma chacina nas periferias e ninguém pergunta nada. E
tanto ele quanto aquele Matheus que fuzilou no cinema em São Paulo, durante
o Clube da Luta, queriam silenciar os discursos do "bem" e
do "mal". Queriam ir além deste velho maniqueísmo. Como disse um
menino da Febem que decapitou um colega: "Desci o machado na garganta
dele e, aí, já era!..." Ou seja, não houve nada; apenas uma
decapitação. Para o assassino não houve nada no cinema; apenas um filme
mais realista e violento. Esse neocrime é uma terceira coisa: é o mal
banal. Chama-se de "mal" por falta de outro nome. É o crime do
novo milênio, prefigurando a frieza dos extermínios que virão. Esses
criminosos contemporâneos falam uma verdade que teimamos em ignorar em
nosso humanismo fracassado: a tragédia quente está superada, está out; só
nos resta a tragédia fria, como uma "solução final" que não emociona
mais. No mundo bárbaro e tecnizado há centenas de milhões de mortos-vivos
pela fome. Os extermínios vão virar uma prática social, para regular o
mercado de excedentes. Em vez de queimar produtos, queimarão consumidores.
O fim da tragédia já aconteceu. A sobrevivência moderna precisa do crime.
Contemplamos a miséria cotidiana com a mesma frieza com que o cara fez sua
rosa de sangue. Esse louco sorridente queria mesmo nos chocar, nos acordar
de um sono frio.
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CORREIO DO POVO.COM.BR | ARTE A AGENDA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Cantor participou de
Conferência Internacional sobre a Aids nos Estados Unidos
Cantor Elton John disse que mundo precisa
de mais amor para acabar com a
O cantor e compositor britânico Elton
John afirmou nesta segunda-feira que o mundo precisa de mais amor para
acabar com a Aids, uma pandemia que custou 30 milhões de vidas desde
o seu surgimento, nos anos 1980. "Precisamos de um pouco mais do que
dinheiro. Precisamos de um pouco mais do que medicina. Precisamos de
amor", declarou John na XIX Conferência Internacional sobre a Aids,
realizada em Washington, capital dos Estados Unidos. Trata-se do maior
evento de especialistas em HIV do mundo.
"Precisamos é de mais amor para os
que estão vivos", afirmou o músico. Ele lembrou sua juventude como um
homossexual viciado em drogas com dificuldades para ser aceito e lamentou a
discriminação que ainda existe com este grupo em muitas partes do mundo.
"Há algumas pessoas que olham os doentes e buscam razões para
culpá-los", explicou, acrescentando que o medo do isolamento impede
que as pessoas façam exames ou iniciem um tratamento. A vergonha e o estigma
estão "matando as pessoas em todo o mundo agora mesmo", afirmou.
O cantor saudou a iniciativa dos Estados
Unidos de financiar programas de tratamento mundiais contra a doença, mas
denunciou a sua incapacidade de conter uma epidemia aguda na capital americana,
onde a taxa de transmissão entre homens negros está aumentando. "Se
este país quisesse acabar com a Aids em casa, poderia fazer isso num
piscar de olhos", afirmou, recebendo aplausos.
A Conferência Internacional sobre a Aids
é realizada a cada dois anos e voltou aos Estados Unidos pela primeira vez
desde 1990, depois de o governo americano eliminou as restrições ao acesso
ao país de pessoas soropositivas.
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D24AM | AMAZONAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Na prática, a maioria dos
laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação
científica e ensino já mantém veterinários em suas equipes
Brasília - A partir de agora, as
experiências científicas com uso de animais no Brasil terão que ser
acompanhadas, obrigatoriamente, por médicos veterinários. A exigência da
presença desses profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de
Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovação (MCTI).
Na prática, a maior parte dos
laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação científica
e ensino, mais conhecidos como biotérios, já mantém veterinários em suas
equipes, segundo informações do Conselho Federal de Medicina Veterinária
(CFMV).
"O que se pretende é que a
prerrogativa seja levada à sociedade em geral, para que o número cada vez
maior de universidades que têm biotérios também cumpra essa norma",
explicou o professor e pesquisador da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética, Bioética e
Bem-Estar Animal do CFMV.
Com a medida, procedimentos como
analgesia, eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a
garantia de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência
e responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos.
"Quem pode avaliar se animal está
sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um procedimento, em aula
prática ou pesquisa, é o medico veterinário", explicou Alberto Costa.
Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o nível de consciência do
ser humano, os animais são capazes de experimentar as sensações negativas e
positivas, desde euforia à frustração, dor e sofrimento intenso. "A
presença do médico veterinário contribui para que não ocorra essa situação
de sofrimento", acrescentou o professor.
A obrigatoriedade, por outro lado,
desperta, entre alguns pesquisadores e cientistas, o temor de que os
médicos veterinários interfiram nos procedimentos exclusivamente
científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação Animal do
Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova norma, que
cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata apenas da
assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente, existem
pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais [submetidos às
experiências]. O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.
A alteração nas regras desse tipo de
experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que substituam o uso
de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da indústria cosmética,
validaram métodos alternativos de substituição. Mas, quando se trata de
pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que "não terá tão
cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque falta
investimento".
Para o pesquisador, o estabelecimento de
métodos alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos
para ser concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller
ainda destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional
sobre o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos.
Aqui [no Brasil], não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até
substitui aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não",
relatou.
A dificuldade em reproduzir, de forma
padronizada, a variedade de condições exigidas pelas pesquisas é o
principal problema apontado pelos pesquisadores para a substituição dos
animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de qualidade de
vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se essa vacina
for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que tomar a vacina
terá problema neurológico", afirmou Müller.
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DIARIO DE SP | DIA-A-DIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O medicamento de alto custo
reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco de
morte Agência Brasil
O Ministério da Saúde informou
hoje (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no
combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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ESTADÃO ONLINE | CULTURA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 03:11
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"Armas na mão e balas
nas cabeças" foi o slogan dessa noite terrível. Como se o assassino
dissesse: "Eu não sou vocês; eu sou eles! Eu sou o Coringa".
Esse cara é louco de pedra, sem dúvida;
mas, quem dá conteúdo à sua loucura? É óbvio que são as cenas de morte
cruelmente sofisticadas e sádicas do cinema americano, as mesmas dos
filmes-catástrofe, os "Godzillas" que inspiraram o 11 de Setembro
do Osama. Sempre me espantei com o prazer que tem o cinema americano de destruir
Nova York; mesmo depois do Osama, continuam a destruir a cidade. Por que
isso? Tirando as comédias românticas ridículas e os desenhos animados, só
se vê morte nos filmes. E não é a violência literal que provoca esses
assassinatos. Não; é justamente a tranquilidade com que a violência é
exibida, a displicência com que fuzilamentos e punhaladas se transformaram
em um bailado ritual quase erótico. A violência ficou fria,
"deliciosa" de ver.
E quem fornece as armas? Ora, é óbvio que
é o comércio incontrolável de máquinas mortíferas, que ninguém consegue
coibir. São 200 milhões de armas legalizadas na América. Assim:
"Boa tarde... eu queria uma
metralhadora israelense, um Kalashnicov bacana, talvez o AK47, e aquela
granadinha ali... por favor"... "Tudo bem, aqui está - quer mais
munição?"
E, assim, o "cavaleiro das trevas
ressurgiu", o homem morcego se vingou de seus antigos protegidos. É
claro que não são as cenas pontuais de sangue que influenciam os loucos,
mas a violência implícita no país, direito constitucional de pistoleiros e
caubóis. Eu já morei lá, ia a uma escola como Columbine e vi de perto a
cultura da porrada.
Ele quis massacrar nosso mundo de
voyeurs. Ele quis mais, além de "olhar". Ele quis
"ser". Quis que participássemos do filme de ação, queria partilhar
conosco a loucura humana, num ato que mostra que a saúde, a razão moral, a
compaixão são partes de um intrincado painel de delírios, uma pequena ilha
num arquipélago de insanidades, quis mostrar que o "humano" é
definido por nossa agressividade milenar. É incrível que muita gente negue
a influência do cinema nos assassinatos (sem contar o cotidiano guerreiro
dos homens-bomba, dos genocídios nos países pobres e da crueldade dos
ricos). No cinema, já estamos tão acostumados com o massacre colorido, que
nem percebemos o absurdo. Quando o Código Hays da terrível censura careta
dos anos 30 foi extinto em Hollywood, a Sexualidade continuou
ausente dos filmes. Só floresceu a brutalidade total, o substitutivo
puritano para o sexo.
Por que ele matou espectadores e não
compradores de supermercado? Por que matou os que sonhavam no escuro?
Queria experimentar o inominável, o crime impensável? Queria outro tipo de
cinema? Ele foi um documentarista. Foi contra a ficção - queria um
"cinema-verdade". Poderia ter atirado na tela, matando o filme.
Mas atirou nos passivos voyeurs da crueldade alheia. É como se dissesse:
"Não se brinca com a morte, nem Batman nem ninguém nos livra da morte
com catarses purificadoras, pois um dia ela chega". Um dia, o Coringa chega,
pois ele está em toda parte. É só ligar a TV e olhar a Síria; Assad é um
Coringa, Putin, também. Todo louco tem fome de realidade e, nisso, a morte
tem uma grande serventia: ela é brutamente palpável, concreta, nega todo
discurso.
Ele não se suicidou, como tantos. Não.
Creio que ele, mesmo louco, queria aparecer, ser preso mesmo. No crime
americano, o assassino quer ser reconhecido como sujeito. Lembro-me do
garoto de In Cold Blood (A Sangue Frio), de Truman Capote, que tinha pronto
um discurso para o dia em que ganhasse o Oscar; um discurso modesto,
emocionado, que ele ensaiava diante do espelho.
Fiquei mesmo fascinado com as armadilhas
que ele deixou no apartamento para a polícia; ele estava montando um filme
em que ele era o roteirista e protagonista.
Talvez sua mensagem seja de que nada se
explica, que não valemos nada, que nem no escuro, comendo pipocas, estamos
a salvo.
Ele queria provar que o neocrime não é
mais o contrário do Bem. Como um Mallarmé (Le Mal-Armé - perdão,
lacanianos!...), ele ensinou que nosso pobre "jogo de dados não vai
abolir o Acaso jamais"; um acaso sangrento pode surgir e nossa morte
não é mais sagrada.
Os jornais perguntam sem parar: por quê?
Mas toda semana há uma chacina nas periferias e ninguém pergunta nada. E
tanto ele quanto aquele Matheus que fuzilou no cinema em São Paulo, durante
o Clube da Luta, queriam silenciar os discursos do "bem" e do
"mal". Queriam ir além deste velho maniqueísmo. Como disse um
menino da Febem que decapitou um colega: "Desci o machado na garganta
dele e, aí, já era!..." Ou seja, não houve nada; apenas uma
decapitação. Para o assassino não houve nada no cinema; apenas um filme
mais realista e violento. Esse neocrime é uma terceira coisa: é o mal
banal. Chama-se de "mal" por falta de outro nome. É o crime do
novo milênio, prefigurando a frieza dos extermínios que virão. Esses
criminosos contemporâneos falam uma verdade que teimamos em ignorar em
nosso humanismo fracassado: a tragédia quente está superada, está out; só
nos resta a tragédia fria, como uma "solução final" que não
emociona mais. No mundo bárbaro e tecnizado há centenas de milhões de
mortos-vivos pela fome. Os extermínios vão virar uma prática social, para
regular o mercado de excedentes. Em vez de queimar produtos, queimarão consumidores.
O fim da tragédia já aconteceu. A sobrevivência moderna precisa do crime.
Contemplamos a miséria cotidiana com a mesma frieza com que o cara fez sua
rosa de sangue. Esse louco sorridente queria mesmo nos chocar, nos acordar
de um sono frio.
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ESTADÃO ONLINE | CULTURA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 03:11
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Desse caldeirão saíram ideias
que apontam para a estrada da distopia e rendem agora um seminário, que o
Sesc Vila Mariana abriga a partir do dia 16 de agosto (e o Museu de Arte
Moderna do Rio, a partir do dia 20). O professor de História da Arte Jorge
Coli, por exemplo, acha que "atravessamos uma fase conservadora e acomodada",
apesar da explosão da pornografia na internet. Quais serão as consequências
futuras? Uma Sexualidade mais livre ou mais perversa? O filósofo
Jean-Pierre Dupuy concluiu que "vivemos agora sob a sombra de
catástrofes futuras". Elas talvez venham a provocar o desaparecimento
da espécie, segundo o pensador francês. De nossa civilização, "a única
da História que não se orienta por nenhum valor transcendente", como
assina a filósofa Olgária Matos, talvez não sobre mesmo nenhum vestígio. De
qualquer modo, o futuro ainda não chegou e vale discutir sobre ele.
O seminário Mutações: O Futuro Não É Mais
o Que Era terá 24 palestras de grandes nomes do cenário nacional e
internacional. Entre os convidados do encontro, que segue até outubro, há
veteranos como o cientista político e ex-ministro da Cultura Sérgio Paulo
Rouanet, mas também representantes da nova geração, como o professor de
Filosofia da Universidade de Paris-Nanterre, Elie During, que vai falar
sobre o "retrofuturismo", fenômeno que marca o cinema, a arte, a
moda e, especialmente, a literatura desde que William Gibson e Bruce
Sterling (em The Difference Engine, publicado nos anos 1990) criaram o
termo "steampunk" para afirmar que o computador foi inventado na
era vitoriana, cruzando o motor a vapor e a calculadora de Babbage. During
vai analisar como o retrofuturismo está, na verdade, nos falando do
presente retroprojetado.
"O retrofuturismo é um dos grandes
problemas que surgem com o fim das utopias", observa o organizador do
seminário Adauto Novaes, que há oito anos realiza em parceria com o Sesc o
ciclo de conferências Mutações, dedicado a investigações filosóficas sobre
o século em que vivemos. O último foi realizado no ano passado e adotava
como guia o pensamento do suprematista russo Malevitch, que considerava a
preguiça superior ao trabalho, isso há um século, antes que todos
trabalhassem mais que o necessário nos dias que correm. Elogio à Preguiça,
o livro com as conclusões do ciclo (que tem basicamente os mesmos
participantes deste seminário), será lançado no dia de abertura do
seminário O Futuro Não É Mais o Que Era.
O título, revela Novaes, lhe foi sugerido
pela leitura do poeta simbolista francês Paul Valéry (1871-1945). Ao dizer
que o devir não é mais o que era, o autor de L"Ange, segundo o
organizador do ciclo, "estava apenas reconhecendo que as imagens que
tínhamos do futuro perderam sentido". Assim, para responder à pergunta
"para onde vamos?", o ciclo convocou pensadores capazes de falar
sobre a natureza do tempo, investigar as mitologias criadas sobre ele e
mostrar como a tecnociência, a biotecnologia e a informática fizeram os
videntes abdicar do posto de oráculos. O físico Luís Alberto Oliveira,
doutor em cosmologia, até por isso, vai abordar em sua conferência desde a
teoria da relatividade de Einstein até a literatura de Jorge Luis Borges,
para tratar justamente da identificação que seres como nós temos com o
tempo a ponto de criar com ele uma relação simbiótica (o escritor argentino
costumava dizer que o tempo é a substância da qual era feito).
Certo é que, a exemplo do anjo de Valéry,
talvez entremos no futuro de costas, vendo apenas catástrofes e ruínas,
lembra Novaes, que não se mostra tão pessimista em relação a ele. Lamenta,
sim, que "o espírito tenha se tornado uma coisa supérflua" em
nossa era tecnológica. Se o tempo é ficção, diz o organizador, não pensar
sobre ele seria uma tragédia real. Há quem deva propor, inclusive, um
insólita tarefa aos participantes, como o editor póstumo de Gilles Deleuze,
o doutor em teoria da literatura David Lapoujade, outro dos participantes
do ciclo. Para ele, ainda dá tempo de desprogramar o futuro, alternativa do
novo tipo de totalitarismo que se anuncia no horizonte da sociedade do
espetáculo e do consumo.
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ESTADO DE MINAS ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012 08:47
Veja a matéria no site de origem
A partir de agora, as
experiências científicas com uso de animais no Brasil terão que ser
acompanhadas, obrigatoriamente, por veterinários. A exigência da presença
desses profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação (MCTI).Na prática, a maior parte dos laboratórios de pesquisa que
utilizam animais para experimentação científica e ensino, mais conhecidos
como biotérios, já mantém veterinários em suas equipes, segundo informações
do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)."O que se pretende
é que a prerrogativa seja levada à sociedade em geral, para que o número
cada vez maior de universidades que têm biotérios também cumpra essa
norma", explicou o professor e pesquisador da Universidade Federal
Rural de Pernambuco, Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética,
Bioética e Bem-Estar Animal do CFMV.Com a medida, procedimentos como analgesia,
eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a garantia
de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência e
responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos."Quem pode
avaliar se animal está sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um
procedimento, em aula prática ou pesquisa, é o medico veterinário",
explicou Alberto Costa. Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o
nível de consciência do ser humano, os animais são capazes de experimentar
as sensações negativas e positivas, desde euforia à frustração, dor e
sofrimento intenso. "A presença do médico veterinário contribui para
que não ocorra essa situação de sofrimento", acrescentou o professor.A
obrigatoriedade, por outro lado, desperta, entre alguns pesquisadores e
cientistas, o temor de que os veterinários interfiram nos procedimentos
exclusivamente científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação
Animal do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova
norma, que cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata
apenas da assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente,
existem pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais [submetidos às
experiências]. O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.A alteração nas regras
desse tipo de experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que
substituam o uso de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da
indústria cosmética, validaram métodos alternativos de substituição. Mas,
quando se trata de pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que
"não terá tão cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque
falta investimento".Para o pesquisador, o estabelecimento de métodos
alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos para ser
concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller ainda
destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional sobre
o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos. Aqui
[no Brasil], não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até substitui
aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não", relatou.A dificuldade
em reproduzir, de forma padronizada, a variedade de condições exigidas
pelas pesquisas é o principal problema apontado pelos pesquisadores para a
substituição dos animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de
qualidade de vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se
essa vacina for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que
tomar a vacina terá problema neurológico", afirmou Müller.
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ESTADO DE MINAS ONLINE | POLÍTICA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 06:00
Imagem 1
Veja a matéria no site de origem
Petista se encontra com
sindicalistas e critica ações da prefeitura. Candidato não menciona que seu
partido participa da atual gestão
Patrus prometeu aos sindicalistas diálogo
e respeito ao direito de greve O candidato a prefeito de Belo Horizonte
Patrus Ananias (PT) deixou nessa segunda-feira a postura pacífica de lado e
partiu para o ataque contra o atual prefeito e candidato a reeleição,
Marcio Lacerda (PSB), criticando a sua gestão. "A saúde em Belo
Horizonte está muito mal. Retrocedeu nos últimos anos", afirmou, sem
no entanto mencionar o fato de que o seu partido ainda participa da
administração da capital com mais de 900 cargos comissionados. Na verdade,
Patrus escolhe a saúde para suas primeiras investidas contra Lacerda porque
é uma área comandada pelo PSDB. O candidato petista disse que a gestão de
Lacerda não construiu duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) combinadas
no Orçamento Participativo (OP), uma na região Leste e outra na Oeste.
Outra acusação é que 100 unidades do Programa Saúde da Família (PSF) estão
sem médicos. As declarações foram feitas ontem de manhã, em encontro com
filiados da União Geral dos Trabalhadores (UGT), entidade sindical ligada
ao PSD. O presidente da UGT em Minas Gerais, deputado federal Ademir Camilo
(PSD), disse que a organização ainda não definiu qual candidato vai apoiar,
mas que ele está fechado com Patrus, assim como o presidente nacional da
legenda, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab - responsável por rachar
o partido em Belo Horizonte ao fazer uma intervenção na direção municipal,
que escolhera apoiar Lacerda. Kassab já sofreu duas derrotas na Justiça
Eleitoral, que confirmou a aliança do PSD de BH com o atual prefeito. Nessa
segunda-feira, Patrus repetiu a tática, que deve ser padrão em toda a
campanha, de destacar o que fez quando governou Belo Horizonte, entre 1993
e 1996. Patrus destacou que foi pioneiro ao criar as UPAs na cidade, que
depois foram implantadas pelo governo federal. Iniciou também os
atendimentos de resgate pioneiros do Samu e triplicou a capacidade de
atendimento do Hospital Odilon Behrens.Saiba mais... Patrus e Lacerda se
reúnem com lideranças sindicais Patrus faz caminhada pelo aglomerado Cabana
do Pai Tomás Ministros se juntam à campanha de Patrus Além da saúde, Patrus
criticou a mobilidade urbana e a cultura. "Querem tirar a
cultura das ruas e praças de BH", disse Patrus. Ao falar para
sindicalistas, principalmente rodoviários e comerciários, o candidato
prometeu diálogo com as categorias. Afirmou que não vai interferir em
greves. "Como advogado trabalhista considero fundamental que os
direitos sejam rigorosamente respeitados", afirma. "O trabalho
deve prevalecer sobre o capital." O candidato destacou, mais uma vez,
o OP, criado em sua gestão, e disse que faltou a participação das centrais
sindicais e dos sindicalistas. Patrus, entretanto, fez questão de ressaltar
que as críticas à administração de Lacerda não têm caráter pessoal. "É
uma questão de conteúdo. Tudo que é bom vai ser mantido e ampliado",
promete o candidato, que reconheceu os méritos da administração o
socialista na questão da educação. Encontro Ademir Camilo explicou que
todos os candidatos foram convidados para o encontro com os sindicalistas.
Antes de Patrus, falaram Tadeu Martins (PPL) e Vanessa Portugal (PSTU).
"Lacerda já tinha um encontro com outras entidades sindicais e enviou
uma carta explicando que não poderia vir", disse Camilo. A decisão
sobre quem receberá o apoio oficial da UGT-MG sairá na segunda-feira.Ontem
à noite, Patrus participou da primeira plenária da campanha nas regionais.
Ele se encontrou com lideranças e moradores do Barreiro para discutir
as demandas e compromissos para a região.Outro ladoAo tomar conhecimento
dos ataques feitos pelo candidato Patrus Ananias (PT), a coligação que
apoia a reeleição de Marcio Lacerda reconhece, em nota, que ainda há muito
a fazer, mas que é importante esclarecer que o quadro melhorou nos últimos
anos. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, Belo Horizonte
apresentou o melhor índice de desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS)
entre cidades com população superior a 2 milhões de habitantes. Além disso,
lembra que o governo Lacerda recebeu grande quantidade de obras do
Orçamento Participativo atrasadas, "fato que é de conhecimento amplo".
A nota informa também que o número de equipes do Programa de Saúde da
Família cresceu na atual administração, saindo de 513, em 2009, para 579 em
2012.
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ISTO É ONLINE | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
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AFP
23/07/2012
1ª Pauta de vídeos AFP HD desta
segunda-feira, 23 de julho de 2012:
= AMÉRICAS =
- Atirador vai a tribunal
James Holmes, apontado como autor do
massacre de 12 pessoas em um cinema do estado americano do Colorado,
compareceu diante da justiça, nesta segunda-feira. Foi a primeira vez que
ele foi visto em público depois do crime.
- Consolo presidencial
O presidente americano, Barack Obama, se
reuniu com familiares das vítimas do massacre em Aurora, no estado do
Colorado. Ele afirmou que fez a visita não apenas no papel de presidente.
Mas marido e pai.
- Esperança na conferência internacional
sobre a Aids
Com novas esperanças no controle da Aids,
a Conferência Internacional sobre a doença começou neste final de semana em
Washington. Esta é a primeira vez, desde 1990, que o encontro que reúne
autoridades e pesquisadores da área, é realizado nos Estados Unidos, depois
da anulação de uma lei que proibia o acesso de soropositivos ao país. No
final de semana o empresário Bill Gates foi homenageado, em uma premiação
que contou com a presença da atriz Sharon Stone.
= ORIENTE MÉDIO / ÁSIA =
- Violência mata 107 no Iraque
Uma onda de ataques no Iraque matou nesta
segunda-feira 107 pessoas. Não houve uma reivindicação imediata das ações
desta segunda-feira, mas o principal grupo da Al-Qaeda no país alertou há
alguns dias que busca retomar territórios iraquianos.
- Ameaça internacional
O regime sírio advertiu nesta
segunda-feira que vai usar armas químicas em caso de um ataque estrangeiro.
A violência é tamanha na capital do país, Damasco, que milhares de
moradores se deslocaram em busca de ajuda.
- Tailândia combate a Aids
A Tailândia apresentou uma redução
significativa de novas infecções do vírus da Aids em 25 anos de luta
contra a doença. Apesar de 80% das pessoas que necessitam de tratamento
receberem atendimento, ainda há com o que se preocupar. De acordo com
estimativas oficiais, cerca de um quinto dos homens que têm parceiros do
mesmo sexo são HIV positivo no país, e entre 20 e 40 por cento dos
usuários de drogas injetáveis em todo o país estão infectados. Para
trabalhadores humanitários, a Tailândia não deve descansar sobre os louros.
= EUROPA =
- Incêndio na Espanha
Um grande incêndio no nordeste da Espanha
matou quatro pessoas e deixou pelo menos 20 feridos. O fogo, que destruiu
mais de 12 mil hectares de vegetação, começou no domingo nas proximidades
de La Junquera, na fronteira com a França, segundo o governo catalão.
- Novas sanções à Síria
A União Europeia decidiu nesta
segunda-feira reforçar as sanções contra a Síria e ampliar o embargo de
armas ao país. A medida foi tomada durante uma reunião de ministros do
bloco em Bruxelas.
- Tentativa de amenizar cortes
O primeiro-ministro francês, Jean-Marc
Ayraull, recebeu o presidente da fabricante de automóveis Peugeot Citroën,
nesta segunda-feira. A reunião teve como tema os planos de demissão em
massa da companhia.
- Prostituição preocupa Jogos
Olímpicos
Eventos esportivos de grande porte têm a
reputação de incentivar a Prostituição. Mas em Londres,
profissionais do sexo reclamam que a polícia está fechando os bordéis, para
dar à cidade uma aparência mais apresentável durante os Jogos Olímpicos.
JO2012PT
- Lembrança dolorosa
Uma exposição de desenhos inéditos do
gueto de Varsóvia abriu no final de semana as cerimônias do 70º aniversário
do extermínio dos moradores desse bairro judeu pela Alemanha nazista. A
operação custou a vida de 260.000 pessoas da cidade.
Abmael SOARES
Responsável departamento vídeo e novos
produtos
Avenida Almirante Barroso,N° 52 - RJ CEP
20031 - 000 Rio de Janeiro
Tel : (55 21) 2217 0025 - Cel : (55 21) 8883
2050
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ISTO É ONLINE | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
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Clarissa Thomé
23/07/2012
O Conselho Regional de Medicina (Cremerj)
proibiu a participação de médicos em partos domiciliares e nas equipes de
sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de alguma complicação. A
entidade também veda a presença de doulas (acompanhantes de parto, função
reconhecida pelo Ministério da Saúde) em ambiente hospitalar. Os
médicos que descumprirem as determinações serão submetidos ao Conselho de
Ética.
A medida, classificada de
"arbitrária" pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia
e Obstetrícia (Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional de
Enfermagem (Coren) vai questionar as resoluções judicialmente e entidades
de defesa do parto humanizado convocaram uma passeata, no dia 5 de agosto,
em Ipanema. "Em hipótese alguma um conselho pode interferir na
regulação de outras profissões e no direito de escolha da mulher.
Enfermeiros e médicos fazem parte de uma equipe multidisciplinar do parto
domiciliar; essa resolução dificulta a nossa atuação", afirma Pedro de
Jesus, presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes,
conselheiro do Cremerj, diz que as resoluções são um "alerta para as
mães". "Elas estão sendo informadas de que se o pré-natal não
teve agravo, elas podem fazer parto em casa. Há problemas que ocorrem durante
o trabalho de parto e no parto", afirma. Ele afirmou que o conselho
não está proibindo o parto domiciliar. "A mãe vai optar pelo parto
domiciliar sabendo do risco. Porque não é a presença do médico que garante
segurança; ele tem que ter condições de agir".
A decisão do Cremerj foi questionada
pelos próprios médicos. Até mesmo a Febrasgo, entidade contrária ao parto
domiciliar, criticou as resoluções. "A Febrasgo é contra o parto
domiciliar, mas de maneira nenhuma a gente acha que o médico que faz parto
domiciliar é um profissional antiético. Um problema sério no Brasil é a
cesárea desnecessária, e mesmo assim ninguém é favorável que se puna o
profissional que faz cesárea a pedido da paciente", afirmou o Olímpio
Moraes, vice-presidente da entidade. Moraes ressaltou ainda que a Febrasgo
recomenda, em seu manual, a presença de doulas. "Vários trabalhos
internacionais reconhecem que elas dão mais segurança às grávidas e
diminuem as intercorrências".
Para a médica Daphne Rattner, presidente
da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna), a resolução do
Cremerj vai de encontro às políticas de humanização do parto do Ministério
da Saúde, que reconhece o trabalho de parteiras tradicionais e
incentiva a participação de doulas nos hospitais públicos - em março foi
assinado convênio entre o Ministério e a Universidade de Brasília para o
programa Doulas no SUS, de formação dessas acompanhantes, do qual Daphne é
gestora. "Essa medida vai contra todas as evidências científicas, as
recomendações da OMS e as políticas do Ministério da Saúde. Essas
resoluções ferem o código de ética médica", afirmou. A entidade ainda
está estudando as medidas que tomará.
Em nota, o Ministério da Saúde
informou que as decisões do conselho "não afetam as políticas" da
Pasta. O Ministério considera que a participação da doula é um instrumento
humanizador e que "a assistência prestada pelas parteiras é uma
realidade em diversos locais do País".
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JORNAL CIDADE RIO CLARO | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Este ano em Rio Claro foram
registrados 38 casos de Hepatite C e seis casos de Hepatite B
Rio Claro desenvolve até a próxima
sexta-feira atividades em menção ao Dia Mundial de Combate à Hepatite,
celebrado em 28 de julho (sábado).
Neste período acontece campanha para
diagnóstico precoce de Hepatite C, quando a equipe do Centro de
Testagem e Aconselhamento (CTA) da Fundação Municipal de Saúde fica no
Jardim Público realizando exames para diagnóstico da doença.
Os exames podem ser feitos das 12 às 17
horas. No caso de resultados reagentes, os indivíduos serão encaminhados
para investigação da situação sorológica.
Palestras
Na quinta-feira (26), no Auditório do
NAM, às 19 horas, o tema Hepatite C será abordado em duas palestras.
O médico Fernando José Góes Ruiz falará sobre "Indicações de
tratamento para HCV - Novos medicamentos". O palestrante é médico
assistente do Ambulatório de Hepatites Virais do Conjunto Hospitalar de
Sorocaba e Diretor dos Ambulatórios deste mesmo serviço, além de professor
mestre da disciplina de Infectologia da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo.
Na segunda palestra a Dra. Juliana
Tangerino, médica infectologista do Serviço de Assistência Especializada de
Rio Claro, abordará o assunto "HCV - os passos da descoberta ao
tratamento". A atividade é gratuita e aberta à população. Os
interessados devem confirmar presença até dia 25 de julho pelo telefone
3533-3350 ou 3533-8074, falar com Rita.
Este ano em Rio Claro foram registrados
38 casos de Hepatite C e seis casos de Hepatite B.
A data
O Dia Mundial de Combate às Hepatites tem
por finalidade informar e sensibilizar a comunidade sobre a Hepatite
B e a Hepatite C, encorajando prevenção, diagnóstico e tratamento.
Aproximadamente 500 milhões de pessoas em
todo o mundo vivem com Hepatite B ou com Hepatite C, o que
representa uma em cada 12 pessoas. Esses números surpreendentes foram
usados na campanha de 2008 para o Dia Mundial de Combate às Hepatites.
Se não for tratada ou controlada a Hepatite
B ou a Hepatite C podem levar a um estado avançado de danificação do
fígado (Cirrose) e outras complicações, incluindo câncer de fígado e
insuficiência hepática. Embora muitas pessoas se preocupem mais com a Aids
do que com as hepatites, a realidade é que todos os anos 1.5 milhão de
pessoas morrem ao redor do mundo devido à Hepatite B e à Hepatite
C, o que representa um número superior as mortes por HIV/Aids.
Hepatite C
A Hepatite C é causada por um
vírus transmitido principalmente pelo sangue contaminado, mas a infecção
também pode passar através das vias sexual e vertical (da mãe para filho).
O portador do vírus da Hepatite C pode desenvolver uma forma crônica
da doença que leva a lesões no fígado (Cirrose) e câncer hepático.
No Brasil, há cerca de três milhões de
pessoas infectadas pelo vírus da Hepatite C. Não há vacina contra a
doença.
Sintomas
A Hepatite C é assintomática na
maioria dos casos, ou seja, o portador não sente nada após a infecção pelo
vírus. Em algumas situações, pode ocorrer uma forma aguda da enfermidade
que antecede a forma crônica. Nesses casos, o paciente pode apresentar
mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada (icterícia), dores musculares.
No entanto, a maioria dos portadores só percebe que está doente anos após a
infecção, quando apresenta um caso grave de Hepatite crônica com
risco de Cirrose e câncer no fígado.
Diagnóstico
O exame de escolha para diagnóstico da Hepatite
C é a pesquisa de anticorpos contra o vírus da Hepatite C, o
anti-VHC. Entretanto, muitas vezes, a enfermidade é diagnosticada durante
exames de rotina ou durante a investigação de outras doenças. Pessoas que
receberam transfusões de sangue antes de 1993 devem fazer o teste anti-VHC
porque, antes dessa data, o sangue das transfusões não era testado nem se
conhecia o vírus. Qualquer um pode solicitar ao seu médico o exame para
diagnóstico para Hepatite C. No município de Rio Claro todas as
unidades de saúde estão preparadas para o diagnóstico. Em caso de
diagnóstico reagente para Hepatite C o portador será encaminhado
para tratamento no SAE - Serviço de Assistência Especializada.
Tratamento
O tratamento consiste na combinação de Interferon
(substância antiviral produzida por nosso organismo e que combate o vírus
da Hepatite C) injetável três vezes por semana associado a uma droga
(ribaveriva) administrada por via oral por um tempo que varia entre seis
meses e um ano. Esses medicamentos são distribuídos gratuitamente pelo SUS.
Quando não há Cirrose instalada,
as chances de eliminação total do vírus do organismo variam entre 30% e
70%, dependendo do tipo de vírus, que pode pertencer a dois genótipos: 1 ou
não-1.
No início do tratamento, os sintomas são
semelhantes aos de uma gripe forte: dores no corpo, náuseas, febre. Perda
de cabelo, depressão, vômitos, emagrecimento são outros sintomas possíveis.
Ascite (barriga d'água), cansaço extremo, confusão mental podem ser
sintomas do estado avançado da doença.
A cura é definida pela ausência de vírus
no sangue seis meses depois de terminado o tratamento. As chances variam
entre 40% a 60%, dependendo do tipo de vírus.
Recomendações
* Fique longe das bebidas alcoólicas, se
é ou foi portador do Hepatite C;
* Não utilize drogas injetáveis;
* Certifique-se de que todo o material
utilizado para coleta de sangue seja descartável;
* Verifique se agulhas ou qualquer outro
objeto que entre em contato com sangue é descartável ou está devidamente
esterilizado;
* Leve seu próprio material quando for à
manicure;
* Se quiser engravidar ou estiver
grávida, faça o teste para saber se é portadora do vírus da Hepatite
C;
* Só faça sexo com Preservativo;
* Tome as vacinas contra as hepatites A e
B, a vacina contra gripe todos os anos e a vacina contra pneumonia, se é
portador do VHC.
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MAISCOMUNIDADE.COM | BRASIL/GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas concentrados
nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV está
danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo.
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MAISCOMUNIDADE.COM | BRASIL/GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
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O Conselho Regional de
Medicina (Cremerj) proibiu a participação de médicos em partos domiciliares
e nas equipes de sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de alguma
complicação. A entidade também veda a presença de doulas (acompanhantes de
parto, função reconhecida pelo Ministério da Saúde) em ambiente
hospitalar. Os médicos que descumprirem as determinações serão submetidos
ao Conselho de Ética.
A medida, classificada de
"arbitrária" pela Federação Brasileira das Associações de
Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional
de Enfermagem (Coren) vai questionar as resoluções judicialmente e
entidades de defesa do parto humanizado convocaram uma passeata, no dia 5
de agosto, em Ipanema. "Em hipótese alguma um conselho pode interferir
na regulação de outras profissões e no direito de escolha da mulher.
Enfermeiros e médicos fazem parte de uma equipe multidisciplinar do parto
domiciliar; essa resolução dificulta a nossa atuação", afirma Pedro de
Jesus, presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes,
conselheiro do Cremerj, diz que as resoluções são um "alerta para as
mães". "Elas estão sendo informadas de que se o pré-natal não
teve agravo, elas podem fazer parto em casa. Há problemas que ocorrem
durante o trabalho de parto e no parto", afirma. Ele afirmou que o
conselho não está proibindo o parto domiciliar. "A mãe vai optar pelo
parto domiciliar sabendo do risco. Porque não é a presença do médico que
garante segurança; ele tem que ter condições de agir".
A decisão do Cremerj foi questionada
pelos próprios médicos. Até mesmo a Febrasgo, entidade contrária ao parto
domiciliar, criticou as resoluções. "A Febrasgo é contra o parto
domiciliar, mas de maneira nenhuma a gente acha que o médico que faz parto
domiciliar é um profissional antiético. Um problema sério no Brasil é a
cesárea desnecessária, e mesmo assim ninguém é favorável que se puna o
profissional que faz cesárea a pedido da paciente", afirmou o Olímpio
Moraes, vice-presidente da entidade. Moraes ressaltou ainda que a Febrasgo
recomenda, em seu manual, a presença de doulas. "Vários trabalhos
internacionais reconhecem que elas dão mais segurança às grávidas e diminuem
as intercorrências".
Para a médica Daphne Rattner, presidente
da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna), a resolução do
Cremerj vai de encontro às políticas de humanização do parto do Ministério
da Saúde, que reconhece o trabalho de parteiras tradicionais e
incentiva a participação de doulas nos hospitais públicos - em março foi
assinado convênio entre o Ministério e a Universidade de Brasília para o
programa Doulas no SUS, de formação dessas acompanhantes, do qual Daphne é
gestora. "Essa medida vai contra todas as evidências científicas, as
recomendações da OMS e as políticas do Ministério da Saúde. Essas
resoluções ferem o código de ética médica", afirmou. A entidade ainda
está estudando as medidas que tomará.
Em nota, o Ministério da Saúde
informou que as decisões do conselho "não afetam as políticas" da
Pasta. O Ministério considera que a participação da doula é um instrumento
humanizador e que "a assistência prestada pelas parteiras é uma
realidade em diversos locais do País".
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MSN NOTÍCIAS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A partir de agora, as
experiências científicas com uso de animais no Brasil terão que ser
acompanhadas, obrigatoriamente, por médicos veterinários. A exigência da
presença desses profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de
Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovação (MCTI).
Na prática, a maior parte dos
laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação
científica e ensino, mais conhecidos como biotérios, já mantém veterinários
em suas equipes, segundo informações do Conselho Federal de Medicina
Veterinária (CFMV).
"O que se pretende é que a
prerrogativa seja levada à sociedade em geral, para que o número cada vez
maior de universidades que têm biotérios também cumpra essa norma",
explicou o professor e pesquisador da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética, Bioética e
Bem-Estar Animal do CFMV.
Com a medida, procedimentos como
analgesia, eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a
garantia de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência
e responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos.
"Quem pode avaliar se animal está
sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um procedimento, em aula
prática ou pesquisa, é o medico veterinário", explicou Alberto Costa.
Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o nível de consciência do
ser humano, os animais são capazes de experimentar as sensações negativas e
positivas, desde euforia à frustração, dor e sofrimento intenso. "A
presença do médico veterinário contribui para que não ocorra essa situação
de sofrimento", acrescentou o professor.
A obrigatoriedade, por outro lado,
desperta, entre alguns pesquisadores e cientistas, o temor de que os
médicos veterinários interfiram nos procedimentos exclusivamente
científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação Animal do
Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova norma, que
cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata apenas da
assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente, existem
pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais [submetidos às
experiências]. O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.
A alteração nas regras desse tipo de
experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que substituam o uso
de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da indústria cosmética,
validaram métodos alternativos de substituição. Mas, quando se trata de
pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que "não terá tão
cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque falta
investimento".
Para o pesquisador, o estabelecimento de
métodos alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos
para ser concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller
ainda destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional
sobre o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos.
Aqui [no Brasil], não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até
substitui aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não",
relatou.
A dificuldade em reproduzir, de forma
padronizada, a variedade de condições exigidas pelas pesquisas é o
principal problema apontado pelos pesquisadores para a substituição dos
animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de qualidade de
vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se essa vacina
for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que tomar a vacina
terá problema neurológico", afirmou Müller.
Edição: Lana Cristina
Agência Brasil - Todos os direitos
reservados.
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NE 10 | COTIDIANO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
TRATAMENTO - Em 2008, o mesmo painel da
IAS recomendou que a terapia com Antirretrovirais deveria começar
quando o número de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da
pessoa infectada atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é
recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus efeitos
colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais seguros
permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado de
S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
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O DIA ONLINE - RJ | CIÊNCIA E SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Especialistas temem
negligência com o Preservativo por causa dos novos avanços no
tratamento contra o HIV
São Paulo - A jovem que abandona a Camisinha
por confiar no parceiro fixo, após três semanas completas de relação. O
idoso que não pensa em proteção na hora "h", já que o Preservativo
pode falir a potência. O adulto que exagera no álcool e transa,
desprotegido, seja com outro homem ou com mulher.
Foto: 10_camisinha_rep_280.jpg
Especialistas temem negligência com o Preservativo
devido aos novos avanços no tratamento contra o HIV | Foto: Arquivo
O Dia
Os especialistas temem que este grupo
heterogêneo - que negligencia o sexo seguro - ganhe mais membros.
Atualmente, já é numerosa parcela que admite não usar Camisinha em
todas as relações sexuais - 60%, segundo o último estudo do Ministério
da Saúde.
O receio é que o comportamento de risco
aumente, caso as informações recentes sobre os avanços do tratamento contra
o vírus HIV sejam mal interpretadas pela população. Estas novidades
e seus impactos no abandono do Preservativo, inclusive, estão sendo
discutidos por experts do mundo todo na Conferência Mundial de Aids,
que acontece em Washington (EUA), até a próxima sexta-feira.
"A cautela é porque já enfrentamos
isso antes", afirma a especialista em marketing social do Preservativo
e fundadora do Instituto Cultural Barong, Marta McBritton, que organiza
caravanas pelo Brasil todo para distribuir Camisinhas e explicar
como usá-las.
"Há vinte anos, quando a ciência
falou, pela primeira vez, que tinha encontrado um caminho para uma vacina
preventiva ao HIV, imediatamente sentimos um impacto. Nossos stands
de distribuição de Preservativos ficaram vazios no dia seguinte da
notícia. Na época, precisamos reforçar as campanhas, começar do zero
novamente."
Por este motivo, simultaneamente ao
anúncio de duas novidades no mundo da Aids, o alerta sobre a
necessidade de uma nova ofensiva em prol Camisinha foi acendido.
Nesta semana, foi anunciado o avanço na
produção de uma vacina protetora ao HIV. Além disso, os EUA
autorizaram o comércio de um medicamento (chamado Truvada) que pode ser
tomado antes da exposição ao sexo para diminuir o risco de infecção do
vírus da Aids (por ora, a droga não tem autorização comercial para
este fim no Brasil).
As novidades da Aids
Ronaldo Hallal,
coordenador da área de Cuidado e Qualidade de Vida do Departamento de
DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde diz
que as duas novidades são muito bem-vindas, mas que ainda são carregadas de
dúvidas e lacunas sobre a eficácia.
Decretar a aposentadoria precoce da Camisinha
neste contexto, alerta ele, é aumentar o risco de contaminação de uma
doença que já mata 33 pessoas por dia no País.
As lacunas
"As pesquisas que embasaram a
aprovação do Truvada pelo FDA (agência norte-americana responsável pela
regulação de medicamentos) foram feitas com um grupo restrito de
pacientes", pondera Hallal. Além disso, complementa o coordenador,
ainda não é possível mensurar os efeitos colaterais após um longo período
de uso.
Não é certo também como será o
comportamento do usuário do Truvada. Mesmo quando todas as orientações são
seguidas à risca, a proteção chega na casa dos 70%. Falhas na adesão, como
esquecimento de comprimidos (que devem ser tomados diariamente), podem
diminuir ainda mais este índice e esta interferência ainda não foi mensurada.
"Sem contar que outras Doenças
Sexualmente Transmissíveis, como HPV e Sífilis, não são
cobertas por este medicamento. Tudo isso faz com que a Camisinha
permaneça como estratégia mais segura para a prevenção da Aids",
afirma Ronaldo Hallal.
Sobre as vacinas, os estudos ainda estão
em andamento sem dados conclusivos. Doses, público alvo e previsão de que
estejam nos postos de saúde são perguntas sem respostas sobre a imunização.
Doença complicada
A epidemia de Aids completou 30
anos de existência. Neste período, a evolução no tratamento mudou a cara da
doença. O vírus HIV não é tão letal como foi na década de 80 - e
fazia com que Marta McBritton enfrentasse um enterro por semana de amigos
contaminados (motivo que a levou em ser ativista e estudiosa das técnicas
preventivas).Mas está longe de ser um problema de saúde simples.
"A Aids não é mais uma
sentença de morte, mas não é nada tranquila. No Estado de São Paulo, são 9
mortes diárias. São muitos efeitos colaterais e não é para todos eles que
temos a solução", alerta a coordenadora do Centro de Referência e
Treinamento em DST e Aids do Estado de São Paulo, Maria Clara
Gianna.
O último relatório da ONU mostra que,
atualmente, 34,2 milhões de pessoas vivem com o vírus da Aids no
mundo. Não querer que este contingente seja ampliado, reforça Maria Clara,
não é inflar o preconceito contra quem acabou infectado.
Além de estar mais controlada, a Aids
também mostrou nestes últimos anos que pode colocar qualquer pessoa no
alvo, basta ter relação sexual sem Camisinha.
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O DIA ONLINE - RJ | RIO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
24/07/2012
POR Pamela Oliveira
Rio - Uma herança maldita. Bebês com o
vírus HIV voltaram a ser realidade nas maternidades do Rio. A
Sociedade Viva Cazuza, que não recebia recém-nascidos infectados há 6 anos,
abrigou 12 nos últimos 18 meses. No mesmo período, o Abrigo Evangélico da
Pedra de Guaratiba acolheu 14. Muitos são filhos de mães viciadas em drogas
como o crack.
"É lamentável. Nos últimos anos, só
tínhamos adolescentes, mas ano passado começamos a receber bebês com
anticorpos e outros já com o vírus. Segundo o Juizado, geralmente são
filhos de usuárias de droga. Tivemos que reabrir nosso berçário",
afirma Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade Viva
Cazuza, em Laranjeiras. Coordenadora do abrigo evangélico, Ana Chelly
explica que bebês que já têm o vírus "terão que tomar medicamento a
vida toda".
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Na Casa de Passagem Ana Carolina, em
Bonsucesso, há dois filhos de viciados em crack com HIV | Foto:
Severino Silva / Agência O Dia
Como O DIA mostra desde domingo, o uso do
crack por mães e pais fundamenta a maioria dos pedidos de perda da guarda
de crianças feitos pelo Ministério Público Estadual. Em casos de bebês
afastados de suas famílias pela Justiça, a frequência é de 90%.
Muitas usuárias de crack se prostituem
para conseguir a pedra e engravidam. A incidência de grávidas tiradas de
cracolândias por assistentes sociais da prefeitura é alta.
"Esse fenômeno (aumento de bebês com
o vírus) é preocupante, mas recente na saúde pública. Por isso, não temos
estatísticas", explicou a gerente do programa municipal de DST/Aids,
Lílian Lauria. Ela alerta que, "se a mulher soropositiva toma
medicação na gestação, o risco de transmissão é menor que 1%. Mas se só chega
na hora do parto esse índice não é possível".
Segundo ela, o município oferece teste
rápido de diagnóstico no posto de saúde do Centro e começará a oferecê-lo
na Clínica da Família do Jacarezinho por conta da concentração de moradores
de rua: "O objetivo é conseguir fazer com que essas mulheres façam o
pré-natal."
Grávida viciada rejeita tratamento
Assessor técnico do Departamento de
DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde,
Marcelo Araújo admite que o Ministério da Saúde já recebeu relatos
do nascimento de bebês infectados por mães usuárias de crack soropositivas.
Ele informa que a dificuldade é fazer com que elas elas sigam o tratamento
para reduzir o risco de transmissão.
"Temos observado uma dificuldade
grande de instituir tratamento nessas mulheres porque a droga muda as suas
prioridades. Elas acabam não aderindo ao tratamento da forma
necessária", afirma.
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O DIÁRIO ONLINE | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Estado Clarissa Thomé
23/07/2012
O Conselho Regional de Medicina (Cremerj)
proibiu a participação de médicos em partos domiciliares e nas equipes de
sobreaviso, que ficam de plantão para o caso de alguma complicação. A
entidade também veda a presença de doulas (acompanhantes de parto, função
reconhecida pelo Ministério da Saúde) em ambiente hospitalar. Os
médicos que descumprirem as determinações serão submetidos ao Conselho de
Ética.
A medida, classificada de
"arbitrária" pela Federação Brasileira das Associações de
Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), provocou reações. O Conselho Regional
de Enfermagem (Coren) vai questionar as resoluções judicialmente e
entidades de defesa do parto humanizado convocaram uma passeata, no dia 5
de agosto, em Ipanema. "Em hipótese alguma um conselho pode interferir
na regulação de outras profissões e no direito de escolha da mulher.
Enfermeiros e médicos fazem parte de uma equipe multidisciplinar do parto
domiciliar; essa resolução dificulta a nossa atuação", afirma Pedro de
Jesus, presidente do Coren.
O obstetra Luiz Fernando Moraes,
conselheiro do Cremerj, diz que as resoluções são um "alerta para as
mães". "Elas estão sendo informadas de que se o pré-natal não
teve agravo, elas podem fazer parto em casa. Há problemas que ocorrem
durante o trabalho de parto e no parto", afirma. Ele afirmou que o
conselho não está proibindo o parto domiciliar. "A mãe vai optar pelo
parto domiciliar sabendo do risco. Porque não é a presença do médico que
garante segurança; ele tem que ter condições de agir".
A decisão do Cremerj foi questionada
pelos próprios médicos. Até mesmo a Febrasgo, entidade contrária ao parto
domiciliar, criticou as resoluções. "A Febrasgo é contra o parto
domiciliar, mas de maneira nenhuma a gente acha que o médico que faz parto
domiciliar é um profissional antiético. Um problema sério no Brasil é a
cesárea desnecessária, e mesmo assim ninguém é favorável que se puna o
profissional que faz cesárea a pedido da paciente", afirmou o Olímpio
Moraes, vice-presidente da entidade. Moraes ressaltou ainda que a Febrasgo
recomenda, em seu manual, a presença de doulas. "Vários trabalhos
internacionais reconhecem que elas dão mais segurança às grávidas e
diminuem as intercorrências".
Para a médica Daphne Rattner, presidente
da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna), a resolução do
Cremerj vai de encontro às políticas de humanização do parto do Ministério
da Saúde, que reconhece o trabalho de parteiras tradicionais e
incentiva a participação de doulas nos hospitais públicos - em março foi
assinado convênio entre o Ministério e a Universidade de Brasília para o
programa Doulas no SUS, de formação dessas acompanhantes, do qual Daphne é
gestora. "Essa medida vai contra todas as evidências científicas, as
recomendações da OMS e as políticas do Ministério da Saúde. Essas
resoluções ferem o código de ética médica", afirmou. A entidade ainda
está estudando as medidas que tomará.
Em nota, o Ministério da Saúde
informou que as decisões do conselho "não afetam as políticas" da
Pasta. O Ministério considera que a participação da doula é um instrumento
humanizador e que "a assistência prestada pelas parteiras é uma
realidade em diversos locais do País".
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O DOCUMENTO | NACIONAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
AGÊNCIA BRASIL
O Ministério da Saúde informou
hoje que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no combate ao
câncer de mama, ao sus (Sistema Único de Saúde). O remédio de alto custo
reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco de
morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados.
Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9
milhões para atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a
oferta do remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra
do Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e
integra as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento
do Câncer de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no "Diário
Oficial" da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta
do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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O DOCUMENTO | INTERNACIONAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Terra
Em artigo recém-publicado na revista
Infectious Agents and Cancer, pesquisadores brasileiros e norte-americanos
demonstraram que um fármaco desenvolvido no Brasil e batizado de P-MAPA é
capaz de ativar determinados receptores do sistema imunológico e favorecer
o combate à Tuberculose e ao câncer de bexiga.
Estudos anteriores indicaram que a
molécula, criada pela rede de pesquisa Farmabrasilis a partir do fungo
Aspergillus oryzae, tem ação imunomoduladora, ou seja, estimula o sistema
imune a combater diversos tipos de tumores e doenças infecciosas, entre
elas malária, leishmaniose visceral e algumas viroses hemorrágicas.
Agora, pela primeira vez, os possíveis
mecanismos de ação da droga foram descritos. Testes in vitro com células
humanas e experimentos em animais revelaram que o P-MAPA ativa receptores
existentes na membrana celular conhecidos como toll-like. Além disso, em
ratos, a droga modificou a expressão da proteína p-53, possivelmente
relacionada à regulação dos receptores.
"Os receptores toll-like são capazes
de reconhecer fragmentos de vírus e bactérias, além de fatores moleculares
associados a tumores ou a doenças infecciosas", explicou Wagner José
Fávaro, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp).
Esses receptores podem auxiliar na redução
tumoral de duas maneiras: inibindo a formação dos vasos sanguíneos que
irrigam a região e recrutando células de defesa para atacar o tumor.
Segundo Fávaro, o P-MAPA - abreviação de
agregado polimérico de fosfolinoleato-palmitoleato de magnésio e amônio
proteico ¿ atua especificamente sobre os subtipos 2 e 4 dos receptores
toll-like. De acordo com a literatura científica, esses subtipos estariam
relacionados ao câncer de bexiga.
"Ainda não se sabe com certeza se a
resposta desencadeada por eles é favorável ou desfavorável. Podem atuar
como reguladores negativos ou positivos da carcinogênese, mas nossos
resultados indicam que a ativação dos receptores auxiliou na regressão do
tumor", disse Fávaro.
Os experimentos foram realizados em
ratos. Os pesquisadores introduziram diretamente na bexiga dos animais o
carcinógeno N-metil-N-nitrosoureia (composto N-nitroso) ¿ substância também
existente no cigarro. Após oito semanas de exposição, os roedores já
apresentavam lesões pré-malignas e malignas na bexiga urinária.
"Esse modelo animal se aproxima
muito do que acontece com humanos. fumantes e trabalhadores expostos a
determinadas substâncias químicas inalam o N-nitroso e o excretam na urina.
O contato do carcinógeno com o epitélio da bexiga, ao longo do tempo, acaba
causando o câncer", explicou Fávaro.
Os animais foram então tratados por
outras oito semanas. O efeito do P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG
(sigla para Bacillus Calmette-Guerin), usada originalmente na prevenção da Tuberculose
e considerada atualmente a melhor opção para o controle do câncer de
bexiga. "O principal tratamento para o câncer do tipo não-músculo
invasivo, que apresenta lesões superficiais, consiste em remover
cirurgicamente o tumor e aplicar a imunoterapia com a vacina BCG diretamente
na bexiga", disse Fávaro.
Descobriu-se na década de 1970 que a BCG
induz uma resposta imune massiva, estimulando a produção de células que
atacam o tumor. No experimento, os ratos tratados com a vacina,
verificou-se uma redução de 20% a 30% no grau tumoral, mas os animais
continuavam a apresentar lesões malignas.
Já no grupo que recebeu o P-MAPA, a
redução do grau tumoral foi de 90%. ¿Os animais deixaram de apresentar
lesões malignas e pré-malignas, passando a apresentar apenas lesões
inflamatórias¿, disse Fávaro.
Outra vantagem do P-MAPA é a baixa
ocorrência de efeitos adversos verificada em estudos com diversos tipos de
animais. "A BCG é preparada com bacilos atenuados e, portanto, é
contraindicada para pacientes com imunodeficiência", disse.
Os efeitos colaterais, explicou o
pesquisador, estão presentes em mais de 90% dos pacientes tratados com BCG
e vão desde sintomas irritativos leves até reações alérgicas, instabilidade
hemodinâmica e febre persistente. Nesses casos, o tratamento precisa ser
suspenso. "Nos testes com animais, o P-MAPA mostrou resultados mais
eficazes e com menores efeitos colaterais. Isso indica que pode se tornar
um grande aliado no tratamento", destacou Fávaro.
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O NORTÃO ONLINE | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
23/07/2012
Brasília - O Ministério da Saúde
informou hoje (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado
no combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
Edição: Carolina Pimentel
Autor: Paula Laboissière/ Agência Brasil
Fonte: O NORTÃO
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OLHARDIRETO.COM.BR | CIÊNCIA E SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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Terra
Em artigo recém-publicado na revista
Infectious Agents and Cancer, pesquisadores brasileiros e norte-americanos
demonstraram que um fármaco desenvolvido no Brasil e batizado de P-MAPA é capaz
de ativar determinados receptores do sistema imunológico e favorecer o
combate à Tuberculose e ao câncer de bexiga.
Estudos anteriores indicaram que a
molécula, criada pela rede de pesquisa Farmabrasilis a partir do fungo
Aspergillus oryzae, tem ação imunomoduladora, ou seja, estimula o sistema
imune a combater diversos tipos de tumores e doenças infecciosas, entre
elas malária, leishmaniose visceral e algumas viroses hemorrágicas.
Agora, pela primeira vez, os possíveis
mecanismos de ação da droga foram descritos. Testes in vitro com células
humanas e experimentos em animais revelaram que o P-MAPA ativa receptores
existentes na membrana celular conhecidos como toll-like. Além disso, em
ratos, a droga modificou a expressão da proteína p-53, possivelmente
relacionada à regulação dos receptores.
"Os receptores toll-like são capazes
de reconhecer fragmentos de vírus e bactérias, além de fatores moleculares
associados a tumores ou a doenças infecciosas", explicou Wagner José
Fávaro, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp).
Esses receptores podem auxiliar na
redução tumoral de duas maneiras: inibindo a formação dos vasos sanguíneos
que irrigam a região e recrutando células de defesa para atacar o tumor.
Segundo Fávaro, o P-MAPA - abreviação de
agregado polimérico de fosfolinoleato-palmitoleato de magnésio e amônio
proteico ¿ atua especificamente sobre os subtipos 2 e 4 dos receptores
toll-like. De acordo com a literatura científica, esses subtipos estariam
relacionados ao câncer de bexiga.
"Ainda não se sabe com certeza se a
resposta desencadeada por eles é favorável ou desfavorável. Podem atuar
como reguladores negativos ou positivos da carcinogênese, mas nossos
resultados indicam que a ativação dos receptores auxiliou na regressão do
tumor", disse Fávaro.
Os experimentos foram realizados em
ratos. Os pesquisadores introduziram diretamente na bexiga dos animais o
carcinógeno N-metil-N-nitrosoureia (composto N-nitroso) ¿ substância também
existente no cigarro. Após oito semanas de exposição, os roedores já
apresentavam lesões pré-malignas e malignas na bexiga urinária.
"Esse modelo animal se aproxima
muito do que acontece com humanos. fumantes e trabalhadores expostos a
determinadas substâncias químicas inalam o N-nitroso e o excretam na urina.
O contato do carcinógeno com o epitélio da bexiga, ao longo do tempo, acaba
causando o câncer", explicou Fávaro.
Os animais foram então tratados por
outras oito semanas. O efeito do P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG (sigla
para Bacillus Calmette-Guerin), usada originalmente na prevenção da Tuberculose
e considerada atualmente a melhor opção para o controle do câncer de
bexiga. "O principal tratamento para o câncer do tipo não-músculo
invasivo, que apresenta lesões superficiais, consiste em remover
cirurgicamente o tumor e aplicar a imunoterapia com a vacina BCG
diretamente na bexiga", disse Fávaro.
Descobriu-se na década de 1970 que a BCG
induz uma resposta imune massiva, estimulando a produção de células que
atacam o tumor. No experimento, os ratos tratados com a vacina,
verificou-se uma redução de 20% a 30% no grau tumoral, mas os animais
continuavam a apresentar lesões malignas.
Já no grupo que recebeu o P-MAPA, a
redução do grau tumoral foi de 90%. ¿Os animais deixaram de apresentar
lesões malignas e pré-malignas, passando a apresentar apenas lesões
inflamatórias¿, disse Fávaro.
Outra vantagem do P-MAPA é a baixa
ocorrência de efeitos adversos verificada em estudos com diversos tipos de
animais. "A BCG é preparada com bacilos atenuados e, portanto, é
contraindicada para pacientes com imunodeficiência", disse.
Os efeitos colaterais, explicou o
pesquisador, estão presentes em mais de 90% dos pacientes tratados com BCG
e vão desde sintomas irritativos leves até reações alérgicas, instabilidade
hemodinâmica e febre persistente. Nesses casos, o tratamento precisa ser
suspenso. "Nos testes com animais, o P-MAPA mostrou resultados mais
eficazes e com menores efeitos colaterais. Isso indica que pode se tornar
um grande aliado no tratamento", destacou Fávaro.
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OLHARDIRETO.COM.BR | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
AFP
Os Estados Unidos estão comprometidos com
o objetivo de se chegar a uma geração livre da Aids e intensificarão
seus esforços para deter a pandemia mundial, afirmou a secretária de
Estado, Hillary Clinton, durante uma conferência mundial celebrada esta
segunda-feira em Washington.
"Os Estados Unidos estão
comprometidos e manterão o compromisso de chegar a uma geração livre de Aids.
Não vamos retroceder, não vamos ceder", disse Hillary durante a XIX
Conferência Internacional sobre Aids, na capital americana.
"Vamos lutar pelos recursos
necessários para alcançar este marco histórico", acrescentou,
rejeitando as críticas de que os Estados Unidos não estavam decididos a
lutar contra a pandemia de HIV/Aids, que causou 30 milhões de
mortos em três décadas.
A conferência, inaugurada no domingo, é o
maior encontro mundial sobre HIV/Aids e se espera que atraia
25.000 pessoas, incluindo políticos, cientistas, celebridades e ativistas.
Hillary Clinton disse que o mundo em
breve será capaz de "realmente imaginar um momento no qual não seremos
mais afetados por esta terrível epidemia e pelo alto custo e o sofrimento
que nos impôs durante tempo demais".
A chefe da diplomacia americana divulgou
os novos esforços de financiamento dos Estados Unidos para apoiar a
circuncisão na África do Sul, ajudar as mulheres grávidas com HIV a
ter acesso a tratamentos para evitar infectar seus bebês, bem como para
investigar novas intervenções contra a doença.
"Esta é uma luta que podemos vencer.
Já avançamos tanto, demais para parar agora", disse, arrancando
aplausos dos presentes.
Cerca de 34 milhões de pessoas no mundo
vivem com HIV, segundo o último relatório da ONUAids. No entanto,
aproximadamente uma em cinco pessoas não sabe que está infectada e correm
um risco maior de disseminar a doença.
Hillary reconheceu que sem uma vacina ou
cura para o HIV, o vírus se manterá presente no mundo, mas insistiu
em que "a doença causada pelo HIV não tem porque
permanecer".
Numa geração livre de Aids
praticamente nenhuma criança nascerá com o vírus, os adolescentes correrão
menor risco de infecção e, se sofrerem contágio, poderão obter o tratamento
necessário para evitar o desenvolvimento da Aids ou sua transmissão,
disse.
O colóquio, celebrado a cada dois anos,
volta a ser realizado nos Estados Unidos pela primeira vez em 22 anos,
depois que o país suspendeu, em 2009, a proibição de entrada em seu
território de pessoas infectadas com HIV, imposta em 1990.
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OLHARDIRETO.COM.BR | CIÊNCIA E SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Agência Brasil
A partir de agora, as experiências
científicas com uso de animais no Brasil terão que ser acompanhadas,
obrigatoriamente, por médicos veterinários. A exigência da presença desses
profissionais foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação (MCTI).
Na prática, a maior parte dos
laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação
científica e ensino, mais conhecidos como biotérios, já mantém veterinários
em suas equipes, segundo informações do Conselho Federal de Medicina
Veterinária (CFMV).
"O que se pretende é que a
prerrogativa seja levada à sociedade em geral, para que o número cada vez
maior de universidades que têm biotérios também cumpra essa norma",
explicou o professor e pesquisador da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, Alberto Costa, que preside a Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar
Animal do CFMV.
Com a medida, procedimentos como
analgesia, eutanásia, administração de medicamentos e óbito dos animais e a
garantia de boas condições do ar e de alimentação passam a ser competência
e responsabilidade dos veterinários. A equipe de pesquisadores ficará
responsável exclusivamente pelos estudos científicos.
"Quem pode avaliar se animal está
sendo submetido a sofrimento ou dor, durante um procedimento, em aula
prática ou pesquisa, é o medico veterinário", explicou Alberto Costa.
Os cientistas reconhecem que, apesar de não terem o nível de consciência do
ser humano, os animais são capazes de experimentar as sensações negativas e
positivas, desde euforia à frustração, dor e sofrimento intenso. "A
presença do médico veterinário contribui para que não ocorra essa situação
de sofrimento", acrescentou o professor.
A obrigatoriedade, por outro lado,
desperta, entre alguns pesquisadores e cientistas, o temor de que os
médicos veterinários interfiram nos procedimentos exclusivamente
científicos. Mas o coordenador do Centro de Experimentação Animal do
Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Carlos Müller, garante que a nova norma, que
cria mecanismos rigorosos de controle da experimentação, trata apenas da
assistência técnica e sanitária aos animais. "Atualmente, existem
pessoas que não fazem sequer analgesia nos animais [submetidos às
experiências]. O pesquisador é pontual na pesquisa, mas nem sempre tem a
experiência de dia a dia com o animal", disse.
A alteração nas regras desse tipo de
experimento reacende ainda o debate sobre alternativas que substituam o uso
de animais em pesquisas. Alguns segmentos, como o da indústria cosmética,
validaram métodos alternativos de substituição. Mas, quando se trata de
pesquisas em geral, Müller é enfático em afirmar que "não terá tão
cedo no Brasil. Não existem métodos substitutivos porque falta
investimento".
Para o pesquisador, o estabelecimento de
métodos alternativos em testes científicos pode demorar de dez a 12 anos
para ser concluído. Além da falta de sinalização de investimentos, Müller
ainda destaca que apenas este ano o Brasil sediará um evento internacional
sobre o tema. "Na Europa, você vê fortunas investidas nesses métodos.
Aqui [no Brasil], não adianta ficar cobrando do pesquisador. Você até
substitui aulas com métodos alternativos, mas na pesquisa não",
relatou.
A dificuldade em reproduzir, de forma
padronizada, a variedade de condições exigidas pelas pesquisas é o
principal problema apontado pelos pesquisadores para a substituição dos
animais nos estudos. "Imagina você fazer controle de qualidade de
vacina de Hepatite, que é viral, sem usar o macaco. Se essa vacina
for para a rua e não passar pelo macaco toda a população que tomar a vacina
terá problema neurológico", afirmou Müller.
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PANTANALNEWS | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja
a matéria no site de origem
Por Redação Pantanal
News/Agência Saúde
O medicamento de alto custo,
Trastuzumabe, reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
O Ministério da Saúde (MS) vai
incorporar o Trastuzumabe, um dos mais eficientes medicamentos de combate
ao câncer de mama, no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa iniciativa faz
parte do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de
Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica
no país, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, no ano passado. O ministério
investirá R$130 milhões/ano para disponibilizar o medicamento à população.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais
1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por 411.093 mortes a
cada ano. No Brasil, estimam-se 52.680 novos casos em 2012/2013. Em 2010
ocorreram 12.812 mortes por causa da doença. E neste ano, o Ministério
da Saúde já custeou mais de 100 mil procedimentos para quimioterapia do
câncer de mama inicial ou localmente avançado.
"A expectativa é que o Trastuzumabe
beneficie 20% das mulheres com câncer de mama em estágio inicial e
avançado", afirma o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A partir da publicação, nesta semana, no
Diário Oficial da União (DOU), o SUS
tem prazo de 180 dias para efetivação de
sua oferta á população brasileira. E o novo medicamento diminui em 22% o
risco de morte de mulheres com a doença e ainda reduz as chances de
reincidência do câncer. A incorporação do Trastuzumabe foi aprovada pela
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o
tratamento de câncer de mama inicial e avançado.
INCLUSÃO - O Trastuzumabe é um dos
primeiros medicamentos incorporados no SUS a partir da Lei 12.401, de 2011.
O decreto, que cria uma Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec), define regras que garantem a proteção do cidadão quanto ao uso e
eficácia desses medicamentos, que devem ter registro nacional e serem
reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O documento estabelece também que seja
publicado um protocolo de como e quais as situações que o medicamento deve
ser utilizado. "A Conitec é um aprimoramento do sistema de
incorporação de novas tecnologias, protegendo o cidadão e reduzindo os
riscos de judicialização do medicamento, que muitas vezes é recomendado de
forma indevida", destaca o ministro.
O medicamento é um dos mais procurados.
Em 2011, o ministério gastou R$ 4,9 milhões para atender a 61 pedidos
judiciais. Esse ano já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por demanda judicial.
De acordo com o ministro Padilha, essa
aquisição só foi possível devido à economia de custos gerada por inovação
tecnológica, parcerias público-privadas, comparação de preços
internacionais e a centralização de compras. "A melhor gestão dos
recursos possibilitou gerar uma economia de R$ 1,7 bilhão/ano no orçamento
do ministério. Isso nos permite ampliar o acesso dos brasileiros às novas
tecnologias", explica.
Por Rhaiana Rondon, da Agência Saúde -
Ascom/MS
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PARANASHOP | SAÚDE E BEM ESTAR
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Segundo a Organização Mundial
da Saúde, a Hepatite C é uma epidemia emergente com 170 milhões de
indivíduos infectados. No Brasil, a doença atinge 3 milhões de pessoas e é
responsável por 70% das mortes provocadas por Hepatite. As hepatites
B e C são infecções causadas por vírus que atingem o fígado, órgão que
executa várias funções vitais para o nosso corpo. "Em geral, não
apresentam sintomas e ao longo dos anos, a doença pode causar dano ao
fígado evoluindo para Cirrose e até mesmo câncer", destaca a
gastroenterologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Dra Cláudia
Ivantes.
Para alertar sobre a doença, o Serviço de
Gastroenterologia do Hospital Nossa Senhora das Graças, promove no dia 25
de Julho às 14h30, uma palestra aberta a comunidade sobre o tema "Hepatite
- O que preciso saber?". Durante o encontro serão abordadas as formas
de transmissão, prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Os
interessados também serão orientados quanto a realização do teste rápido
para diagnóstico de Hepatite B e C, de forma gratuita.
Segundo a médica as hepatites virais
podem ser transmitidas através de relação sexual sem o uso de Preservativo,
o uso compartilhado de agulhas, seringas, navalhas, materiais para manicure
e pedicure, aparelho de barbear, por equipamentos não esterilizados em
procedimentos médico-odontológicos, tatuagem, colocação de piercing e
acupuntura. "A mãe infectada com o vírus da Hepatite B também
pode transmitir a doença para o bebê", enfatiza.
A Hepatite C pode ser classificada
em aguda e crônica e na grande maioria das vezes não apresenta sintomas.
Apenas 6% dos portadores da doença apresentam indícios, sendo a fadiga o
mais comum. "No entanto, a maioria dos pacientes só percebe que está
doente, anos após a infecção, quando a doença já está em fase
avançada", esclarece a Dra. Cláudia. A melhor maneira de evitar a
doença é não compartilhar material pérfuro-cortante como seringas, agulhas,
aparelho de barbear, material de manicure e pedicure.
Diagnóstico
Para diagnosticar a Hepatite C, o
teste é rápido. O exame utiliza uma pequena quantidade de sangue e o
resultado fica pronto em dez minutos. "As pessoas que fazem ou já
fizeram parte de algum grupo de risco ou mesmo aqueles que desejam saber
mais sobre a sua saúde, devem fazer o teste", explica a Dra. Cláudia.
A doença possui tratamento, que oferece
uma taxa de cura de cerca de 48% dos casos. Os medicamentos são
disponibilizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde), que conta com novos
remédios para combater a doença. "Com a nova opção terapêutica, as
taxas de cura são significativamente melhores", acredita a médica.
De acordo com a Dra. Cláudia a Hepatite
C possui tratamento, que oferece uma taxa de cura de aproximadamente 50%.
Já a Hepatite B pode ser prevenida com a vacina. "Pessoas com
29 anos de idade que ainda não tomou as três doses da vacina, pode procurar
uma Unidade de Saúde", destaca a médica.
Grupo de risco
São considerados grupos de risco pessoas
que receberam transfusão de sangue antes de 1993 (quando não existiam exames
como os de hoje, que oferecem segurança aos doadores de sangue), usuários
ou ex-dependentes de drogas e trabalhadores da área de saúde. "Pessoas
dos grupos de risco devem realizar o teste de screeening, que diagnostica a
doença", orienta a Dra. Cláudia. A médica ressalta que atualmente, a
transfusão de sangue não é mais um fator de risco para transmissão de Hepatite
C, pois, a pesquisa do vírus já é feita no sangue dos doadores.
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PRIMEIRA EDIÇÃO - AL | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O Ministério da Saúde
vai incorporar o medicamento Trastuzumabe (Herceptin), uma das principais
armas no combate ao câncer de mama, na lista de remédios distribuídos
gratuitamente pelo SUS. A inclusão será publicada nesta semana no Diário
Oficial da União.
O câncer de mama é o segundo mais comum
no mundo e o mais frequente entre as mulheres. Estima-se que entre 20% e
25% das pacientes diagnosticadas com câncer de mama têm indicação para
receber essa medicação - que tem como alvo a mutação genética que leva ao
HER-2 positivo, um dos tipos mais agressivos de tumor.
O Trastuzumabe é considerado uma das
drogas mais avançadas na terapia contra o câncer de mama porque é um
anticorpo monoclonal que promove uma "terapia-alvo", já que ele
tem a capacidade de atingir exclusivamente as células doentes, preservando
as sadias. O medicamento é fabricado pela Roche.
"Esse é um grande avanço para as
mulheres que dependem do SUS. É uma medicação essencial para as pacientes
que são positivo para o HER-2 porque ela consegue controlar o avanço da
doença e evitar metástases", diz o mastologista Waldemir Rezende.
A droga será oferecida no SUS por decisão
da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (Conitec), criada dentro
do ministério por força de lei. Segundo o Ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, a comissão analisou o custo-efetividade da droga por
mais de um ano, colocou o assunto em consultas públicas e não levou em
consideração a pressão das demandas judiciais.
A droga é administrada na veia e é de uso
hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo - cada frasco custa, em
média, R$ 7 mil -, ela estava restrita a mulheres que conseguiam o direito
de recebê-la do governo por meio de ações judiciais.
O Trastuzumabe é o sétimo medicamento
mais demandado judicialmente ao Ministério da Saúde, que em 2011
gastou R$ 266 milhões na compra de remédios determinados por decisões
judiciais - sendo R$ 4,9 milhões para atender a 61 ordens de compra do
Trastuzumabe.
Neste ano, o governo federal já recebeu
98 determinações judiciais para compra do medicamento e gastou R$ 12,6
milhões. Só uma compra para atender uma ação civil pública movida pelo
Estado de Santa Catarina, por exemplo, consumiu R$ 9,8 milhões dos cofres
públicos.
Segundo o ministro, a incorporação da
droga no SUS exige que o preço praticado pela indústria seja compatível com
o que ela aplica no mercado internacional. O governo estima gastar até R$
150 milhões por ano para fornecer a medicação. Por se tratar de uma compra
em massa, há uma negociação com o laboratório fabricante e o preço pode ser
reduzido em até 50%. A partir da publicação no Diário Oficial, a oferta na
rede ocorrerá em, no máximo, 180 dias.
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R7 | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
24/07/2012 08:26
Veja a matéria no site de origem
As novas mortes foram
registradas no Rio Grande do Sul e no Paraná
As autoridades sanitárias informaram
nesta segunda-feira (23) a morte de outras 10 pessoas no
por gripe A, o que aumentou para 133 o número
de mortos por causa da doença apenas neste ano. As
foram registradas no Rio Grande do Sul e
no Paraná.
Até agora foram contabilizados 1,9 mil
casos da doença, segundo a Agência Brasil. Está previsto que o Ministério
da Saúde envie até o final desta semana
ao Paraná com o objetivo de imunizar
crianças de 2 a 5 anos incompletos.
Esse grupo de menores não estão incluídos
na categoria de risco aos quais se distribui de forma prioritária a vacina
e que compreende mulheres grávidas, pacientes de doenças crônicas e bebês
de seis meses a dois anos. O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
descartou o risco de uma epidemia de gripe A no Brasil.
"Copyright Efe - Todos os direitos
de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."
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R7 | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
24/07/2012 08:05
Veja a matéria no site de origem
Obama anunciou uma doação de
R$ 300 milhões para reduzir a propagação do HIV nos países mais
pobres
No segundo dia da
, que ocorre durante esta semana em
Washington, governos e ativistas, incluindo alguns prestigiados cantores e
atores de Hollywood, defenderam a busca por uma geração "livre da
doença" e o fim do estigma que continua ligado aos
. Principal oradora da conferência nesta
segunda-feira (23), a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary
Clinton, foi categórica ao falar sobre a posição de seu país neste aspecto.
- Há que duvide dos compromissos
assumidos pelos EUA na
e pelo tratamento das pessoas infectadas
pelo o vírus HIV.
Isso porque, inúmeros grupos, de dentro e
de fora dos EUA, questionam as decisões do presidente Barack Obama de
repassar menos recursos aos fundos que lutam contra essa doença. Neste
aspecto, Hillary completou:
- Seguimos comprometidos, não abandonamos
e não vamos abandonar esta luta até que alcançarmos uma geração livre da Aids.
Nesta segunda, por exemplo, o governo de
Obama anunciou uma doação de US$ 150 milhões para reduzir a propagação do HIV
nos países mais pobres. Em uma mensagem gravada e exibida na abertura da
jornada desta segunda, o presidente da França, François Hollande, sustentou
que seu governo quer "criar novos financiamentos suplementares"
para os programas globais de luta contra a Aids.
- Este é o sentido do imposto sobre as
transações financeiras que meu país decidiu incorporar desde o primeiro de
agosto.
Segundo Hollande, "em um contexto
econômico e financeiro difícil, o compromisso dos Estados e dos doadores é
indispensável". A conferência, que ocorre nos EUA pela primeira vez em
20 anos e será concluída na próxima sexta-feira (27), estará repleta de
caras conhecidas, famosos e atores de Hollywood que querem se unir à causa
para por fim em uma doença que há três décadas afeta milhares de pessoas e,
inclusive, muitas celebridades.
Desde a identificação da Aids no
início do anos 80, mais de 30 milhões de pessoas morreram por doenças vinculadas
a essa síndrome, sendo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que
há pelo menos 35 milhões de portadores do vírus HIV.
"Copyright Efe - Todos os direitos
de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."
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REDE BOM DIA | DIA A DIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
O medicamento de alto custo
reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco de
morte Agência Brasil
O Ministério da Saúde informou
hoje (23) que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no
combate ao câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de
alto custo reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o
risco de morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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REPÓRTER DIÁRIO | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia.
Fonte: AE
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RONDO NOTÍCIAS ONLINE | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
A Organização Mundial da
Saúde (OMS) deu aval ao uso de medicamentos contra o HIV entre
pessoas que estejam em situação de alto risco para contrair o vírus, e
sugeriu que países ricos e pobres criem projetos-pilotos para entender
melhor os benefícios disso.
A agência da ONU fez essa sugestão nesta
sexta-feira (20), quatro dias depois de autoridades reguladoras dos EUA
aprovarem o uso do medicamento Truvada, do laboratório Gilead Sciences, em
pessoas não contaminadas que mantenham relações sexuais com soropositivos.
O conceito é conhecido como "profilaxia pré-exposição".
O Truvada, que combina em um só
comprimido os medicamentos tenofovir e emtricitabine, já é amplamente usado
no tratamento de pessoas contaminadas pelo vírus da Aids. O remédio,
que custa quase US$ 14 mil por ano nos EUA, é o primeiro tratamento
preventivo a ser aprovado.
"A OMS está estimulando os países
que desejem introduzir a profilaxia pré-exposição a estabelecerem
inicialmente projetos pequenos para ajudarem profissionais de saúde pública
a entenderem melhor e perceberem todos os benefícios potenciais", disse
a agência em nota.
Sarah Russell, porta-voz da OMS, disse
que a agência não pode recomendar drogas específicas para a prevenção, mas
acrescentou: "Precisa ser uma droga como o Truvada, que tenha sido
desenvolvida para fins preventivos."
A OMS disse ser importante que as pessoas
que usem a profilaxia não sejam soropositivas, porque do contrário formas
do HIV resistentes à medicação podem se desenvolver. A agência disse
que essas pessoas também devem continuar usando Preservativos e
tomando fielmente os seus medicamentos todos os dias.
Auxílio a grupos de risco
A pílula é considerada por muitos
especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids,
mas alguns provedores de serviço de saúde temem que incentive
comportamentos sexuais de risco.
Um estudo sobre o Truvada publicado em
2010, no "New England Journal of Medicine", incluiu 2.499 homens
que tinham relações sexuais com outros homens, mas que não estavam
infectados com o vírus que causa a Aids.
Os participantes foram selecionados
aleatoriamente para tomar uma dose diária de Truvada - uma combinação de
200 miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato -
ou um placebo. Quem tomou o medicamento regularmente teve quase 73% a menos
de infecções.
Segundo os especialistas, os resultados
são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
De acordo com Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento tem registro no órgão, ou
seja, significa que está autorizado a ser comercializado no país.
Autor: G1 e Agências internacionais
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SONOTICIAS - AGRONOTICIAS | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Fonte: Agência Brasil
O Ministério da Saúde informou
hoje que vai incorporar o medicamento Trastuzumabe, utilizado no combate ao
câncer de mama, ao Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio de alto custo
reduz as chances de reincidência da doença e diminui em 22% o risco de
morte das pacientes.
De acordo com a pasta, o medicamento é
considerado um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama e também um
dos mais procurados. Em 2011, o governo federal gastou R$ 4,9 milhões para
atender a um total de 61 pedidos judiciais que determinavam a oferta do
remédio. Este ano, já foram gastos R$ 12,6 milhões com a compra do
Trastuzumabe por ação judicial.
Para disponibilizar o remédio em unidades
públicas de saúde, serão necessários R$ 130 milhões ao ano. A incorporação
foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias
(Conitec) para o tratamento de câncer de mama inicial e avançado e integra
as ações do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Colo do Útero e de Mama, lançado no ano passado.
A partir da publicação no Diário Oficial
da União, o SUS tem prazo de 180 dias para iniciar a oferta do medicamento.
Segundo o ministério, o câncer de mama é
o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, com
uma estimativa de mais de 1,15 milhão de novos casos a cada ano. A doença é
responsável ainda por 411.093 mortes anualmente.
No Brasil, a estimativa é que 52.680
novos casos sejam detectados de 2012 a 2013. Em 2010, foram notificadas
12.812 mortes por causa da doença no país.
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TRIBUNA HOJE - AL | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À
DST/AIDS E HEPATITES
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Atividades começam no domingo
(29), com teste gratuito na Praia da Ponta Verde
Para marcar o Dia Mundial de Luta contra
as Hepatites Virais, comemorado no próximo sábado (28), a Secretaria de
Estado da Saúde (Sesau) promove, durante todo o mês de agosto, uma campanha
estadual com o objetivo de conscientizar a população. Ao longo de 30 dias,
serão veiculadas informações sobre a doença em redes de televisão, rádios e
mídias exteriores.
As atividades começam no domingo (29),
com a realização do teste gratuito das hepatites B e C. A ação acontece no
espaço de lazer da praia de Ponta Verde e é voltada para quem estiver em
situações de exposição. O dia contará ainda com a imunização dos grupos
prioritários, que poderão procurar as salas de vacina do Estado durante o
horário de expediente das unidades de saúde.
Segundo a gerente do Núcleo de Agravos
Crônicos da Sesau, Mona Lisa Góes, o município de Maceió também estará
realizando a testagem. "A prefeitura continuará fazendo o teste, que
não é feito pelo Estado. Além disso, os municípios prioritários receberão
displays de Preservativos. O restante da campanha será baseada na
informação, que é o que mais falta", diz.
Tendo isso em vista, outro meio de
conscientização será a internet, gerando interação entre os internautas das
principais redes sociais, como Facebook e Twitter, e ainda em sites como
Youtube. A intenção é atingir o público jovem e estimular a vacinação de
pessoas com até 29 anos e grupos vulneráveis, a exemplo de profissionais de
saúde e de salões de beleza e tatuadores.
A iniciativa pretende alertar os
alagoanos sobre os riscos das enfermidades, formas de contágio e prevenção.
"Os jovens expõem-se muito ao risco, seja por meio do sexo sem
proteção, uso compartilhado de seringas e agulhas e prática de tatuagens e
colocação de piercings sem atenção à esterilização. Por isso é tão
importante chegar até eles", acrescenta Mona Lisa.
Casos - De acordo com dados do Sistema de
Informação de Agravos e Notificação (Sinan), Alagoas registrou, em 2011,
522 casos confirmados de hepapites virais, sendo 350 do tipo A (associado
com baixo acesso à água potável e a saneamento básico), 103 do tipo B (mais
frequente por transmissão sexual) e 69 do tipo C (contato com sangue
contaminado).
As hepatites são infecções no fígado
causadas por vírus. Nem sempre a enfermidade apresenta sintomas, mas,
quando eles aparecem, podem ser caracterizados por cansaço, febre,
mal-estar, tontura, vômitos, dor abdominal, e pele e olhos amarelados.
Devido a isso, muitas pessoas são portadoras sem saber, correndo o risco de
evolução para Cirrose e câncer.
O vírus A apresenta apenas formas agudas,
sendo eliminado pelo organismo. Já os B, C e D podem apresentar tanto
formas agudas quanto crônicas de infecção. A Hepatite B torna-se
crônica em até 5% dos casos e a C em mais de 80%. Dos indivíduos com o tipo
B da doença, 25 a 40% evoluem para Cirrose e/ou câncer de fígado e
na C isso ocorre em cerca de 20%.
Algumas formas de prevenção são a
imunização, no caso das hepatites A e B - para a C não existe vacina; a
utilização de água fervida ou tratada; a higienização de legumes, frutas e
verduras e das mãos antes de preparar alimentos e se alimentar; o não
compartilhamento de seringas e agulhas; o uso de Preservativo nas
relações sexuais.
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VEJA.COM | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Por AE
São Paulo - Um painel internacional de
saúde recomendou pela primeira vez que todos os pacientes com o vírus HIV
sejam tratados com remédios Antirretrovirais, mesmo quando o impacto
do vírus no sistema imunológico se mostra pequeno.
A Sociedade Antiviral Internacional
(IAS), entidade sem fins lucrativos, citou novas evidências de que a
infecção com o vírus da imunodeficiência não tratada causa Aids e
pode levar a vários outros problemas, incluindo doenças cardiovasculares e
renais. Além disso, dados mostraram que combater o HIV reduz o risco
de uma pessoa infectada transmitir o vírus a outra.
"Não estamos mais apenas
concentrados nas infecções tradicionais da Aids. Sabemos que o HIV
está danificando o corpo a todo momento em que não está controlado",
afirmou Melanie Thompson, pesquisadora do Consórcio de Pesquisa do HIV
em Atlanta e membro do painel da Sociedade Antiviral. As recomendações são
globais, mas principalmente focada em países ricos, que podem cobrir os
custos das medicações, afirmou.
As diretrizes foram publicadas no Journal
of the American Medical Association no começo da Conferência Internacional
de Aids 2012 da sociedade, que começou ontem e vai até sexta-feira
em Washington.
Além dos estudos mostrando que a terapia
com Antirretrovirais reduz o risco de transmissão do HIV,
testes mostraram um efeito protetor quando os remédios são usados por
pessoas em risco e não infectadas com o vírus.
"As drogas são convenientes, têm
poucos efeitos colaterais e seus benefícios estão se tornando cada vez mais
claros, tanto para as pessoas infectadas quanto do ponto de vista da saúde
pública", disse Paul Volberding, diretor do Centro de Pesquisa de Aids
da Universidade da Califórnia e outro membro do painel.
Tratamento
Em 2008, o mesmo painel da IAS recomendou
que a terapia com Antirretrovirais deveria começar quando o número
de linfócitos CD4 (células do sistema imunológico) da pessoa infectada
atingisse 350 células por ml de sangue - o que hoje é recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em geral, trata-se o paciente
assintomático com drogas antiaids apenas quando há menos de 250 ou 200
células CD4 por ml de sangue. Um adulto saudável tem entre 500 e 1,2 mil
células CD4 por ml de sangue.
O início do tratamento costuma ser
protelado para evitar a resistência do HIV aos remédios e seus
efeitos colaterais. No entanto, segundo a IAS, novos medicamentos mais
seguros permitem antecipar a terapia. As informações são do jornal O Estado
de S.Paulo.
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VEJA.COM | CIÊNCIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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O cantor britânico Elton John
afirmou nesta segunda-feira que o mundo precisa de mais amor para acabar
com a Aids, uma pandemia que custou 30 milhões de vidas desde o seu
surgimento, nos anos 1980.
"Precisamos de um pouco mais do que
dinheiro. Precisamos de um pouco mais do que Medicina. Precisamos de
amor", declarou John na XIX Conferência Internacional sobre a Aids,
realizada esta semana em Washington, o maior evento de especialistas em HIV/Aids
do mundo.
"Precisamos é de mais amor para os
que estão vivos", afirmou, lembrando sua juventude como um homossexual
viciado em drogas com dificuldades para ser aceito, e lamentando a
discriminação que ainda existe com este grupo em muitas partes do mundo.
"Há algumas pessoas que olham os
doentes e buscam razões para culpá-las", explicou, acrescentando que o
medo do isolamento impede que as pessoas façam exames ou iniciem um
tratamento.
A vergonha e o estigma estão
"matando as pessoas em todo o mundo agora mesmo", afirmou.
O cantor saudou a iniciativa dos Estados
Unidos de financiar programas de tratamento mundiais contra a doença, mas
denunciou a sua incapacidade de conter uma epidemia aguda na capital
americana, onde a taxa de transmissão entre homens negros está aumentando.
"Se este país quisesse acabar com a Aids
em casa, poderia fazer isso num piscar de olhos", afirmou, recebendo
aplausos.
A Conferência Internacional sobre a Aids
é realizada a cada dois anos e voltou aos Estados Unidos pela primeira vez
desde 1990, depois de o governo americano eliminou as restrições ao acesso
ao país de pessoas soropositivas.
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VIRGULA .COM.BR | FAMOSOS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/07/2012
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O cantor britânico Elton John
discursa nesta segunda na 19ª Conferência Internacional de Aids, em
Washington
A 19ª Conferência Internacional de Aids,
realizada nesta semana em Washington, estará repleta de personalidade,
famosos e atores de Hollywood que se uniram à causa com a intenção de dar
fim a uma doença que há décadas afeta à sociedade e, inclusive, muitas
celebridades.
Na última sexta-feira (20), a atriz
Sharon Stone participou de um ato beneficente no bairro de Georgetown e, no
sábado (21), se uniu a Bill e Belinda Gates, a cantora Alicia Keys e ao
ator Sean Penn, entre outros, em um jantar no Kennedy Center de arrecadação
de fundos para a pesquisa contra o vírus.
A atriz Elizabeth Taylor foi uma das
pioneiras a trabalhar na luta contra a Aids, doando uma parte de sua
coleção de joias, avaliadas em mais de US$ 115 milhões [R$ 234 milhões], e
também encorajando outras personalidades a contribuírem com a causa.
Ao lado da democrata Nancy Pelosi, o
cantor e compositor Elton John participará de uma das mesas que serão
apresentadas durante os seis dias da conferência - a primeira realizado nos
EUA em 20 anos -, assim como a atriz Whoopi Goldberg também estará presente
em alguns dos fóruns de debate.
Junto à Comunidade da Diáspora
Latino-Caribenha (LCDC) estará o cantor colombiano Juanes, que confirmou
sua participação em algumas das atividades, assim como a ex-miss Universo
Stefanía Fernández.
A conferência se estenderá até o dia 27
de julho e contará com a participação de mais de 20 mil pessoas, incluindo
o presidente americano Barack Obama, que participará através de uma videoconferência.
Desde a catalogação da Aids no
início do anos 80, mais de 30 milhões de pessoas já morreram por doenças
relacionadas com essa síndrome em mundo todo, e a Organização Mundial da
Saúde calcula que haja pelo menos 35 milhões de portadoras do vírus.
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